Slackware X ubuntu

2008/5/12 Fabiana goa <fabiana.goa@…>:

isso mesmo, eu por exemplo,
usava slack, zuava com todo mundo

ai veio a maternidade
cabo a vagabundagem

chego do trabalho, criancada na cama
compilar p… nenhuma

tudo que eu quero mesmo
eh um apt-get e cama



fabiana goa

\

Sobre a paz de espirito

Então, em uns 2 anos e alguma coisa consegui de certa forma o meu eixo!!! Hj eu consigo pensar, nem tenho mentiras, tenho planos q aos poucos outras pessoas se solidarizam com ele, nao quero me matar apesar de me dar o direito de me sentir triste e até sozinho(nao me neguem esse direito)… nao tenho vergonhas demais, nem certezas demais, nem felicidade demais.

Me dou ao direito de escrever esse texto sem muita coerencia… nao tenho nenhuma esperança desse sentimento ser pra sempre e isso é bom!!! vou parar de escrever pra ler!!

Ah… reparei q nao estudo bem no por do sol… entao vou aproveitar pra dar uma olhada nele!!

Antropofagia

A palavra gastronomia vem do grego antigo γαστρονομία; γαστρός [”estômago”] e νομία [”lei”/”conhecimento”]) é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Pois é… desde que inventaram algo pra normatizar o que se come, tive que engolir minha tara por pés.


Multiplicidade

Multiplicidade

Nao sei quem fez, só sei que foi o lixeira quem me aplicou!!! depois eu dei uma reeditada pra caber no blog direitinho!!

Esvaziando a cabeça

Esvaziando a cabeça em:

Tudo que é sólido se desmancha no ar de um tal de marshal berman.

No século XX, os processos sociais que dão vida a esse turbilhão, mantendo-o nm perpétuo estado de vir-a-ser, vêm a chamar-se “modernização”.

Visões abertas da vida moderna foram suplantadas por visões fechadas: Isto e Aquilo substituídos por Isto ou Aquilo.

Radiola em Diamantina

Gostei mais do relato do Lucas!! Quero fazer radiolivre tb PORRA!!!

A oficina

Para o primeiro dia era necessário conhecer e aproximar os participantes.
A faixa etária variou entre 12 e 23 anos. Isso foi um fator de
dificuldade, pois as atividades eram voltadas para duas faixas muito
distintas e, como fomos pegos de surpresa, a primeira hora de aula foi
confusa. Mas a montagem dos equipamentos da rádio nos fez ganhar os
rádio-atores. Atingimos os objetivos do primeiro encontro: conhecer os
participantes oficineiros e os equipamentos.

A partir do segundo dia, fizemos exercícios de impro, os participantes
contavam casos e improvisamos vocalmente algumas histórias.

O terceiro dia foi marcado pela estréia da rádio no ar. Fizemos a
transmissão ao vivo da oficina. Trabalhamos com a ambientação através dos
sons.

O plano era exercitar os recursos da rádio-novela para aplicá-los nas
histórias que já tinham um enredo certo. Infelizmente não foi possível,
tivemos que trocar a aula de sexta-feira sobre comunicação livre pela de
quinta que seria a montagem de um programa com jornal, música e
rádio-teatro.

O que nos fez trocar foi um acontecimento tenebroso. Fomos denunciados por
um dono da Rádio Comunitária. O homem chegou na maior falta de educação,
no meio de um ensaio do jornal ACasa fala. As crianças ficaram sem
entender, mas em nenhum momento pedimos que saíssem. Era importante que
ouvissem os absurdos que aquele senhor da comunicação dizia.

Era dono da rádio comunitária, a mesma que procuramos no domingo, mas que
estava fechada. Perguntamos aos moradores como era o presidente e todos
falavam coisas estranhas. Não queríamos ser preconceituosos e não demos
ouvidos, esperando que o contato fosse feito com cordialidade.

Ele avançou com um gravador, perguntando quem era o responsável. Todos
aqui são responsáveis, respondi. O que está acontecendo aqui? Estamos
realizando uma oficina de rádio livre. Vocês estão fazendo um trabalho
ilegal. Ele não ouviu mais nada. Ligou para o 190 e disse que ia mandar
que recolhessem os equipamentos.

Era uma aula prática de rádio livre, de como se defender, de novos meios
de rebelião para os novos meios de repressão. Continuamos discutindo até a
polícia chegar. A tensão aumentou, mas todos ficaram na frente da rádio
para defendê-la, não existia mais o EU. Existia um coletivo. Defendemo-nos
com a idéia de que a rádio era experimental de baixa freqüência e depois
nos apoiamos na Constituição. O Homem Comunitário alegou que estávamos
interferindo em sua rádio (mentira), não utilizamos nem de perto a mesma
freqüência.

Como muitas crianças estavam presentes, os soldados apenas nos deram uma
ocorrência. Ficou acordado que a rádio ficaria no ar apenas uma semana.

O Comunitário saiu esbravejando e nós comemoramos e xingamos de muitos
nomes aquele boçal. Ele já não estava lá.

Sentimos que era a hora mais certa para falar de legislação sobre
comunicação e fizemos um debate entre os rádio-atores. Foi o dia mais
intenso da oficina.

Na sexta-feira foi o encerramento. Começamos mais cedo e terminamos mais
tarde. Com tudo acertado, gravamos o jornal e a rádio-novela. Transmitimos
3 dias de oficina.

Os participantes ficaram eufóricos ao se ouvirem na gravação. A forma
horizontal de nos relacionar na oficina possibilitou que o resultado fosse
suficiente para todos. O ar estava aberto para o aprendizado e todos
trocaram conhecimentos e expuseram intuições. O ponto forte da oficina foi
excluir o professor e criar um ambiente para a experimentação, a
espontaneidade e a criatividade.

O Coletivo Radiola Livre foi para ACasa de Diamantina para aprender e
ensinar. Objetivo cumprido sem choradeira.

Abrazos do Irmão.

Vorta

Entao, eu to de volta… tanto tempo q num passo aki q tenho até vergonha de ter escrito o q eu escrevi a dois posts abaixo!!  Acho q eu inha de ter me dedicado a escrever as coisas q me mudaram nesse tempo, que diferente das coisas q me mudaram em outros tempos, era como se eu nao tivesse mudado nada!!

Mas têem algumas tags q eu vou começar a postar por aki: grupelho, rizoma, coletivo, Softwarelivre, esquizofrenia, movimento, realismo, construtivismo e outros q nao me lembro agora!!!

Pena q ainda nao consegui tirar a tristeza q andou me acompanhando no ultimo ano… mas muito mudou!!!

Vai melhorar!!!

baile_sardinha-0246.jpg

dic. livre

é ser o que sou e poder ser o que quero ser, e não, ser o que “é pra ser” ou ser “o que são”!!

Essas palavras são bonitas, apesar da confusão que me vem na cabeça

Estiliiiiiiiiingue

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