então, dos experimentos “rúcula”, nasceu uma parceria para criarmos a trombeta comunicação, que é uma produtora entre outras coisas….daqui a pouco, vamos esboçar melhor essa produtora e suas ações….essa parceria nasceu entre a téia e o facundo. téjá

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um resumo do que será a Rúcula Ações…desenhando com os amigos pra entender como serão os próximos passos….

colado do AlfaRRábio, que tb pegou da nanda….   Nem sei se gostei muito ou pouco dessa ilustração tão íntima….:)

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hackeando o catatau    o experiência a baixo, é do ricardo.ruiz

O reconhecimento oficial ocorreu após uma mobilização iniciada em meados de 1998 e direcionada para a adoção de projetos de articulação coletiva que gravitavam em torno de uma história, destino e origem comuns para as pessoas que formam hoje uma comunidade com fronteiras sociais em processo e ainda sem território demarcado. Habitando o sertão de Pambú, uma área na margem baiana do sub-médio São Francisco ocupada no passado por várias missões indígenas e alvo de criação extensiva de gado bovino durante os séculos XVII, XVIII e XIX, os Tumbalalá estão historicamente ligados a uma extensa rede indígena de comunicação interétnica, sendo, assim, parte e produto de relações regionais de trocas rituais e políticas que sustentam sua etnogênese no plano das identidades indígenas emergentes e os colocam no domínio etnográfico dos índios do Nordeste brasileiro.

00189_g.jpg dsc05208sized.jpg Os Tumbalalá ocupam uma antiga área de missões indígenas e colonização portuguesa ao norte do estado da Bahia, entre os municípios de Curaçá e Abaré, na divisa com Pernambuco e às margens do rio São Francisco. Tem-se por referência o pequeno e antigo povoado de Pambú, , a ilha da Assunção (TI Truká) e a cidade de Cabrobó (PE). (S 08o 33’ W 039o 21’).

00344_g.jpg A história da colonização do sertão de Pambú remete ao século XVII e foi incrementada pela criação extensiva de gado bovino e pela formação de missões indígenas nas ilhas do sub-médio São Francisco. Essas duas agências coloniais, somadas a outros fatores tanto políticos quanto naturais, responderam por fluxos de deslocamentos e convergência de pessoas e famílias que fizeram desta parte do sertão uma referência regional no século XVIII.

Formando um importante núcleo de atração e povoamento interior, o sertão de Pambú foi ocupado até este período por ajuntamentos portugueses, vilas e aldeias de índios cariri, fazendas de gado, grupos de índios nômades não reduzidos, mas contatados, e outros ainda sem comunicação com os colonizadores. Dessa babilônia étnica que colocou lado a lado, em um complexo e tenso campo intersocial, pessoas e instituições com interesses e estilos culturais mais diversos derivam os Tumbalalá e as demais comunidades indígenas do sertão do sub-médio São Francisco.

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TRANSPOSIÇ+ÃO
TRANSPOS
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6.jpg A estimativa do número de famílias que hoje compõem o grupo tumbalalá é bastante imprecisa, haja vista que o processo de auto-identificação está em curso e os critérios de pertença estão sendo internamente formulados. Durante o processo de identificação étnica realizado em 2001 foram confirmadas cerca de 180 famílias, mas, baseado em dados propostos por lideranças, o limite máximo potencial da população tumbalalá chega perto de 400 famílias, só devendo haver maior clareza quanto esse número após o término do processo de regularização fundiária do território.

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111.jpg 13.jpg 14.jpg “Alô, base, respondam! Toda poesia vive no rádio, na pepita de urânio” 15.jpg RÁDIO
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RÁDIO 161.jpg 17.jpg 18.jpg 19.jpg diminuição de áreas antes freqüentadas e habitadas por animais silvestres de porte maior, como veado e tamanduá, fez da caça uma atividade restrita a animais de pequeno porte que habitam a caatinga ou a vegetação que nasce ao longo do curso intermitente dos riachos. São codorna, preá, cutia, camaleão e, mais raramente, tatu. 201.jpg 21.jpg

22.jpg devido às várias intervenções ao longo do curso do rio São Francisco que acabaram por diminuir o seu potencial piscoso e navegabilidade, a pesca já não participa significativamente da economia doméstica local, apesar de o rio ainda oferecer uma boa variedade de peixes aproveitados na alimentação, além de ser habitat de jacarés, capivaras e tartarugas pouco consumidos em função da escassez e dificuldade de serem pegos. 23.jpg 24.jpg 25.jpg etnogênese tumbalalá – assim como dos outros grupos da região do sub-médio São Francisco – é, portanto, um processo descontínuo e de longa duração. Em sua fase contemporânea o principal registro é a criação do terreiro de toré na fazenda São Miguel, propriedade da família Fatum, após a revelação feita a um membro desta família pelo encanto (sobre encanto, ver o item “ritual e cosmologia”) Manoel Ramos sobre a existência da aldeia Tumbalalá e seus limites. Isso na década de 50, quando algumas famílias locais trocavam regularmente experiências rituais e políticas com famílias da ilha da Assunção e de outras localidades, outrora missões indígenas. O ingrediente político que faltava para que os Tumbalalá seguissem o exemplo de seus vizinhos que obtiveram do Governo Federal a tutela, como os Tuxá, Atikum e Truká, veio após o encontro com a ANAI (Associação Nacional de Ação Indigenista) e o CIMI (Conselho Indigenista Missionário) no ano de 1998, configurando-se a seguir o início de um movimento organizado visando o diálogo com a Funai. 26.jpg (no final, é tudo futebol) 27.jpg 28.jpg 29.jpg
O sistema ritual dos Tumbalalá está baseado no culto aos encantos e no uso de um tipo de jurema (Pithecolobium diversifolium;

Mimosa/

artemisiana) do qual se faz o “vinho” ingerido durante o toré. Esta planta, um arbusto de porte médio a grande típico do sertão do Nordeste, é central para a religiosidade indígena regional e apresenta algumas variedades que fazem parte do universo religioso de cultos afro-brasileiros, notadamente o catimbó ou candomblé de caboclo.
s encantos, ou encantados – e ainda, mestres ou guias – tumbalalá são entidades sobrenaturais originadas do processo voluntário de “encantamento” de alguns índios ritual ou politicamente importantes, ao deixarem a existência humana, distinguindo-se dos espíritos produzidos pela inexorabilidade da morte. Neste caso eles são seres ontologicamente híbridos que transitam bem entre os homens e o sobrenatural porque não morreram – o que quer dizer que não assumiram completamente uma não-humanidade – e gozam de predicados inacessíveis a um humano.

30.jpg SOU SÓ O EU + A MATÉRIA 311.jpg 32.jpg 33.jpg 35.jpg 36.jpg parentes 37.jpg riquezas sao diferentes 38.jpg
Oi pessoas…
quem quiser ver um pouquinho do que rolou em tumbalalá, pode conferir nas
fotos e nos áudios das oficinas.

http://galeria.idbrasil.org.br/tumbalala
http://estudiolivre.org/el-user.php?view_user=avessa
http://www.flickr.com/photos/avesso/

textos e mais info: enciclopedia indigena:

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nossos amigos chilenos juntando pessoas e desencadeando ações maquínicas cada vez mais humanas e gostosas! EcuentroMayo 3.0… Tenemos el agrado de invitar al Lanzamiento Oficial de EncuentroMayo 2007, que realizaremos en el Centro Cultural de España ubicado en Av. Providencia 927, el viernes 25 de Mayo a las 19:00 HRS.

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saca só a programação…..

A Equipe da Casinha, carinhosamente chamanda…. do SampaLab, está organizando a Oficina para Mulheres, com a Donna, residente do GenderChangers… marcita faz o convite com mais detalhes, logo abaixo….

Neste domingo (03/06) estaremos passando alguns curtas relacionados à :: Mulher e Tecnologia :: e teremos a participação da residente Donna do coletivo holandes GenderChangers além de garotas ligadas ao Estúdio Livre (a marcita eu sou uma delas).

O objetivo é abrir as portas do espaço para receber as pessoas e criar uma programação colaborativa onde quem quiser, pode trazer filmes, fotografias, equipamentos eletrônicos, equipamentos analógicos e qualquer tipo de coisa para compartilharmos nesse dia.

Rodas de bate-papo, install fest (instalação de sistema operacional livre em computadores - pode trazer o seu) e muitas outras coisas podem acontecer. É só chegar e propor, afinal a Casinha é um espaço aberto!

[Obrigada, marcita pelo convite]

 

 

 

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isso não é bonito nem feio… somente é. [fui conhecer uma família e conheci outros universos, entre bijus_engenhos_jambos_jabotis... a roça.] Que metafísica têm aquelas árvores? ….. :)
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passo-a-passo da feitura da farinha de mandioca…

roca3.jpg produção familiar, criação coletiva… el@s vão procurar outra roça, porque essa já deu o q tinha q dar… a terra tá muito fraca.

roca4.jpg tem tb a criação de jabotis….roca5.jpg ….[caiero] Que metafísica têm aquelas árvores?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, roca6.jpg roca72.jpg …”Constituição íntima das cousas”… roca8.jpg

mulheresEncontros entre_para mulheres, rolando agora em junho, no brasil.[A residência é uma ação da Plataforma Sarai-Waag-Brasil. Leia mais.]

creio q o principal a ser mostrado e reforçado é: porque cada vez menos tem mulheres trampando com tecnologia_computação e afins…no Brasil, aproximadamente 5-8% do total das estudantes deste curso. tem + info aqui.

As atividades são +- assim: durante a residência, serão desenvolvidas atividades tendo em vista dois eixos principais: - 1) organizar e apresentar uma série de oficinas sobre temas tecnológicos (workshops techs) para mulheres, enfocando a comunicação de longa distância e a co-laboração, como por exemplo IRC, VOIP (voz sobre ip) e transmissão de áudio e vídeo; - 2) o segundo se relaciona com o trabalho preparatório para a realização do /ETC no Brasil. Investigaremos os /ETCs passados, outros eventos e gestão de projetos.

Genderchangers.org
genderchangers é um grupo cujo objetivo principal é envolver mais mulheres na tecnologia, desenvolvendo estratégias de inclusão. Elas fazem isso dando oficinas só para mulheres no espírito dos princípios do software livre. Iniciaram este processo de compartilhamento como resposta à necessidade de espaços para que as mulheres pudessem trocar experiências, quebrar coisas, fazer piadas e fazer perguntas estúpidas entre si. Mais que um objetivo em si mesmo isto tornou-se uma metodologia. Elas regularmente dão oficinas sobre hardware, software livre e técnicas de novas mídias. Neste momento existem dois grupos mais ativos: um, em Amsterdã, Holanda e, outro, em São Francisco, Estados Unidos. Além disso organizam anualmente um encontro internacional de mulheres interessadas em tecnologia, o eclectic tech carnival, também conhecido como /ETC. Em 2007 serea realizado um /ETC em Linz, na Áustria de 11 a 15 de Julho, e outro no Brasil em lugar e data a ser ainda definido.

DesCentro des).(centro é uma organização guarda-chuva de um número de coletivos que trabalham com mídia e tecnologia no Brasil. Esses coletivos consistem de indivíduos de várias partes do país. Seus temas convergem na intersecção de mídia, arte, academia e setores tech. O objetivo maior de Descentro é facilitar a comunicação e o trabalho entre estes coletivos assim como projetos e iniciativas ao redor do mundo.

Dentro deste contexto, nasceu a idéia de um/a intercâmbio/troca entre Genderchangers e Descentro: uma pessoa do grupo Genderchanger foi convidada para visitar o Brasil, estimular a apendizagem e compartilhamento de metodologias, contextos, ferramentas e experiências sobre a relação mulheres/tecnologia, especificamente observando o contexto Holandês e Brasileiro. A residência também visa fortalecer espaços e projetos independentes que trabalham com mídia, tecnologia e software livre na região sudeste do Brasil: Estilingue em Belo Horizonte, IP:// in Rio De Janeiro e SampaLab em São Paulo. A convidada irá passar de 4 a 7 dias em cada um destes lugares, além de outros, sempre sendo recepcionada por uma articulação local de mulheres, apresentando suas experiências com a organização de /ETCs passados e trabalhando em oficinas e na organização do /ETC no Brasil. A idéia é trabalhar junto com as mulheres destes espaços, mapeando suas necessidades, demandas e recursos que poderão ser usados posteriormente no /etc-br.

Quando: Sexta 1 Junho até terça 26 de Junho de 2007.

1-4 Sampa
4-6 BH
7-10 Brasília
11-16 Pipa
17-22 Rio

…………

1 de junho - chegada em sp
encontra maria lu e marcita

de 2-4 oficinas locais @ Sampa Lab

…………

4 de junho - chegada em bh
encontra drica e vanessa

de 5-7 oficinas locais @ estilingue

…………

de 7 a 11 participa em brasília do Corpus Crisis
encontra fabi borges

…………

11 de junho - chegada em pipa - rio grande do norte
encontra tati e célia

de 11-16 oficinas locais @ casa maluca

…………

17 de junho - chegada no rio de janeiro
encontra maga, mah e tori

de 17-22 oficinas locais @ ip://

Genderchangers residency in Brazil

roda teiasaí de porto ferreira á caminho de arraial d’Ájuda, na bahia. contatos metarecicleiros. conhecer o baiLux. conheci….lugar especial_espacial. mas nesse meio tempo, nesse vácuo, um tanto de coisas rolaram…. mais ou menos como isso: “Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Não há nada mais simples. Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus.” Fernando Pessoa/Alberto Caeiro; Poemas Inconjuntos; Escrito entre 1913-15; Publicado em Atena nº 5, Fevereiro de 1925 claro, sem nenhuma pretensão, só a sensação de que todos os dias são meus…

entre pessoas_ações_antenas_labs e afins….articulações estão nascendo. o regis [bailux] tem o dom da documentação…esse diário de bordo tá lá.

aqui, vou compartilhando as impressões diárias tb… dando forma pra minha vida_pensar nômades com ações locais, nos quintais alheios…aliás, da minha janela eu convivo com um pé de cacau centenário e um tanto de pássaros incríveis…nossos jardins de volts. quintais são por essência universais, cabem mesmo todos os universos ali.

claro q isso não é um mar de pétalas de rosas vermelhas… há espinhos venenosos à procura de carne para se enfiar. mas o trem é assim, mesmo… estou de volta, voltando a me encontrar com meu diário de bordo, pra ler e sentir esses trechos de vida nesses fragmentos andarilhos q sou….[hoje, tô puro clichê] téjá, téia

 

 

finalizando + um ciclo aqui. recarregando as baterias para outras atividades, em outros lugares, com outras gentes…fazendo a roda rodar.

retornando às ações cênicas, Fernando Pessoa - por Odilon Camargo - entrando na pauta do dia. Fase de Produção, mão à massa, de novo:) daqui a pouco, seguem as fotos por onde passou o espetáculo perambulante.

agora, é só pra registrar o inicio de um outro ciclo peripatético… ciclo teia

* neste ciclo teremos ações parceiras com a ULIBRE - criando e produzindo juntos.

** acompanhamento do bailux -> regis já tá chegando com o equipamento pra fazer a rede dar à luz aos peixes, sereias, botos e afins….Salve a praça do arraial!

*** fernando pessoa [no teatro], na terra do padre cícero, desbravando nossos sertões com o bando Lampiônico ….ceará! )

enfim….daqui a pouco estou chegando na capital paulista para o Lamime {que que é isso?}aproveita e dá uma olhada -> no que você costuma chamar de MetaReciclagem….. descubra qual é sua()

téjá

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