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	<title>wan selva</title>
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	<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 09:26:40 +0000</pubDate>
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		<title>das guerrilheiras</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 09:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses tempos de quase libertaÃ§Ã£o de Ingrid Betancourt, precisamos ver o outro lado. Quando conheci Isabel, logo me apaixonei. Mas a decisÃ£o cabe a vocÃª que assiste:

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Esse Ã© o primeiro capÃ­tulo de 7 ao total. O resto Ã© aqui.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses tempos de quase libertaÃ§Ã£o de <a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/12/24/327750927.asp" target="_blank">Ingrid Betancourt</a>, precisamos ver o outro lado. Quando conheci <a href="http://www.45-rpm.net/guerilla-girl.htm" target="_blank">Isabel</a>, logo me apaixonei. Mas a decisÃ£o cabe a vocÃª que assiste:</p>
<p><code>
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<p>Esse Ã© o primeiro capÃ­tulo de 7 ao total. O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ew8QRRZttfE&amp;feature=related" target="_blank">resto Ã© aqui</a>.</p>
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		<title>de consensos</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 12:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[meninada,
submarcos e os zapatistas seguem essa linha que a eiabel falou. eu acho.
(e continuo preocupada com betancourt&#8230;)
felipe: pensei que nÃ£o da pra explicar o modelo de reputacao do jeito offline sem ser por metaforas&#8230; tentar explicar como Ã© na realidade serÃ¡ dificil porque tem muitos numeros e calculos e ai que entra a vantagem dasmaquinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>meninada,</p>
<p>submarcos e os zapatistas seguem essa linha que a eiabel falou. eu acho.<br />
(e continuo preocupada com betancourt&#8230;)</p>
<p>felipe: pensei que nÃ£o da pra explicar o modelo de reputacao do jeito offline sem ser por metaforas&#8230; tentar explicar como Ã© na realidade serÃ¡ dificil porque tem muitos numeros e calculos e ai que entra a vantagem dasmaquinas de letras e numeros. o google Ã© o que Ã© porque os cadas sao bosn de matematica e usam isso em favor do usuario.</p>
<p>eu sugiro que voce mude o modelo. desiste de textos e plaquinhas com numeros. que tal assim:<br />
- pede pra cada um no grupo escrever uma palavra que possa representar o grupo inteiro (sairao coisas como uniao, diferenca, equipe, forÃ§a&#8230;) aÃ­ pede pras pessoas falarem pros outros colocaremÂ  as plaquinhas na sua frente,no chao com suas palavras e que cada um repense novamente qual das palavras que cada um escreveu e decida de novo qual das palavras do grupo deve ser representativa.peÃ§a que eles se movam atÃ© a palavra que mais gostaram e quem se move deixa sua plaquinha no chao. com isso vai acontecer provavelmente coisas como: o cara que escreveu equipe gostou mais agora de uniao, entao vai atÃ© uniao. no final, vai ter uns 5 caras em volta de uniao, 2 em volta de equipe, etc&#8230;todas as palavrassao &#8220;verdades do grupo&#8221;, algumas sao mais verdades coletivas e a reputacao de quem escreveu nao se destaca pelo cara mas sim pela palavra. aÃ­ voce escreve na lousa aspalavras em ordem de preferencia, maqs destaca que todas sao verdades. e explica que as maquinas deletras enumeros fazem calculos como esse deum jeitoautomatico, inclusive calculando progressivamente as reputacoes dos caras que escolhem palavrasmais coletivas. que tal?</p>
<p>eu me inspirei nos consensos que dazemos nas reunioes dos caracÃ³is:<br />
<a href="http://www.jornada.unam.mx/2003/09/26/per-texto.html" target="_blank">http://www.jornada.unam.mx/2003/09/26/per-texto.html</a></p>
<p>alias, aproveito pra explicar meu sumiÃ§o esse ano todo, com uma pontinha de incomodo: voces foram minha abertura ao mundo naquele sub de olinda.voces me ensinaram que as maquinas de letras podem ajudar a gente a ser ainda mais humanos. de lÃ¡ eu fui conhecer o que submarcos dizia. e conheci gentes fantasticas que nem conhecem as teconologias. confesso que gostei tanto dessas gentes que passei a usar as tecnologias mais pra pesquisar do que pra me comunicar. mas eu ainda acredito nessas meninadas que escrevem tecnologias pras pessoas se juntarem.</p>
<p>eu achei estranho que nao tenham comentado nada sobre betancourt&#8230; mas tudo bem.<br />
eu acho estranho muita coisa mesmo.<br />
eu acho estranho por exemplo que nao se fale de amor.<br />
mas eu falo.<br />
e sugerir e trocar ideias Ã©um ato de amor.<br />
bom&#8230; daqui uma semana estou no mexico de novo. passarei o ano novo na periferia do mundo.<br />
mas mando a tod@s meu abraÃ§o:<br />
<font size="-1"><b>&#8220;Abajo y a la izquierda</b>  estÃ¡ el <b>corazÃ³n&#8221;</b></font></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>de subs</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 12:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[sub3, subcero, sub2008
saltemos, levemos os homens, que eles nos sigam!
(irmÃ£ glenda que nÃ£o nos ouÃ§a, porque homem pra ela Ã© coisa ruim, tirando jesus cristinho)
e falando em montanhas, como disse a vocÃªs em lenÃ§Ã³is, a situaÃ§Ã£o com betancourt estÃ¡ cada vez pior.
querid@s todos, e digo isso doÃ­da, eu acho que ela estÃ¡ pra morrer. e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>sub3, subcero, sub2008</p>
<p>saltemos, levemos os homens, que eles nos sigam!<br />
(irmÃ£ glenda que nÃ£o nos ouÃ§a, porque homem pra ela Ã© coisa ruim, tirando jesus cristinho)</p>
<p>e falando em montanhas, como disse a vocÃªs em lenÃ§Ã³is, a situaÃ§Ã£o com betancourt estÃ¡ cada vez pior.<br />
querid@s todos, e digo isso doÃ­da, eu acho que ela estÃ¡ pra morrer. e com ela morrerÃ£o pÃ¡ssaros e flores.<br />
as farc estÃ£o assustadas. se ela morre, morre junto uma resistÃªncia.<br />
<a href="http://brasil.indymedia.org/es/green/2007/11/404395.shtml" target="_blank">  http://brasil.indymedia.org/es/green/2007/11/404395.shtml</a><br />
querem liberÃ¡-la logo pra que nÃ£o morra com eles.</p>
<p>subzero nem comenta, acho estranho.<br />
devo perguntar a ele, se conseguir falar com ele em la garrucha. meu Ãºltimo encontro latino. estou um pouco cansada dessas viagens pelas selvas del sur. espero que a Everilda e as demais zapatistas me aconcheguem. alguem de vocÃªs vai ao encontro?<br />
<a href="http://www.cimacnoticias.com/site/07111505-Realizaran-Encuentr.31079.0.html" target="_blank">http://www.cimacnoticias.com/site/07111505-Realizaran-Encuentr.31079.0.html </a></p>
<p>subzero estÃ¡ calladito, escreveu um monte de textos mais ainda nÃ£o li. ele me parece triste. li sÃ³ o primeiro:<br />
<a href="http://enlacezapatista.ezln.org.mx/comision-sexta/851/" target="_blank">http://enlacezapatista.ezln.org.mx/comision-sexta/851/</a> e como Ã© enorme, nÃ£o sei se consigo ler os outros ainda este ano.<br />
mas ele nÃ£o comenta nada de ingrid. estranho.</p>
<p>eu to achando que aos poucos vamos ficando mais locais. isso que me estÃ¡ dando vontade de voltar pra cÃ¡. mas tenho um problema: onde Ã© meu cÃ¡? com os erÃªs? ou na selva do parÃ¡? no sul onde estÃ¡ minha vÃ³ ligia que morre de medo de mim? eu comeÃ§o a querer meu canto. e decidi que 2008 Ã© brasil. depois vejo onde. <!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;um beijo para todas as mulheres que saltam no infinito!\u003cbr\&amp;gt;e pra todos os homens que nos admiram!\u003cbr\&amp;gt;em 2008 nos veremos mais a menudo em brasil.\u003cbr\&amp;gt;(ai, meu portunhol tÃ¡ horrivel!)\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;wan selva\u003cbr\&amp;gt;\u003ca href\u003d\"http://blogs.metareciclagem.org/selva/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;\n\nhttp://blogs.metareciclagem\u003cWBR\&amp;gt;.org/selva/\u003c/a\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;ps; estava relendo o primeiro texto que escrevi pra vocÃªs na web, faz mais de um ano nÃ©?\u003cbr\&amp;gt;\u003ca href\u003d\"http://www.metaong.info/node.php?id\u003d885\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;\nhttp://www.metaong.info/node\u003cWBR\&amp;gt;.php?id\u003d885\n\u003c/a\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;esse 2007 foi latino. quero em 2008 mais brasilidade e maravilhamento.\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;\u003cdiv\&amp;gt;\u003cspan class\u003d\"gmail_quote\"\&amp;gt;Em 19/12/07, \u003cb class\u003d\"gmail_sendername\"\&amp;gt;eiabel lelex\u003c/b\&amp;gt; &amp;lt;\u003ca href\u003d\"mailto:eiabel.lelex@gmail.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;\n\neiabel.lelex@gmail.com\u003c/a\&amp;gt;&amp;gt; escreveu:\u003c/span\&amp;gt;\u003cblockquote class\u003d\"gmail_quote\" style\u003d\"border-left:1px solid rgb(204, 204, 204);margin:0pt 0pt 0pt 0.8ex;padding-left:1ex\"\&amp;gt;\u003cdiv\&amp;gt;\u003cspan\&amp;gt;\n&quot;para uma moÃ§a o infinito Ã© tÃ£o natural quanto a idÃ©ia de que todo amor deve ser feliz. para qualquer lado que se vire,a moÃ§a encontra o infinito ao seu redor, e em um salto passa para lÃ¡, mas em um salto feminino e nÃ£o masculino. Como os homens sÃ£o frequentemente desastrados! para saltar, tomam fÃ´lego, precisam de grandes preparativos, calculam a distÃ¢ncia com o olhar, tentam vÃ¡rias vezes, se amedrontam e recomeÃ§am. Fianlamente saltam e caem. Uma moÃ§a salta de modo diferente... Seu salto Ã© um vÃ´o de planador. E, chegando do outro lado, nÃ£o fica euxarida pelo esforÃ§o, mas outra vez, mais bela do que nunca e ainda mais cheia de Ã¢nimo, envia-nos um beijo a nÃ³s, que ficamos do outro lado. jovem como a flor brotada das raÃ­zes da montanha, recÃ©m-nascida, balanÃ§a-se sobre o abismo, a ponto de nos provocar vertigem.&quot;\n\u003cbr\&amp;gt;\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cdiv\&amp;gt;\u003cspan class\u003d\"gmail_quote\"\&amp;gt;Em 19/12/07, \u003cb class\u003d\"gmail_sendername\"\&amp;gt;ricardo ruiz",1] );  //--></p>
<p>um beijo para todas as mulheres que saltam no infinito!<br />
e pra todos os homens que nos admiram!<br />
em 2008 nos veremos mais a menudo em brasil.<br />
(ai, meu portunhol tÃ¡ horrivel!)</p>
<p>wan selva<br />
<a href="http://blogs.metareciclagem.org/selva//" target="_blank">  http://blogs.metareciclagem.org/selva/</a></p>
<p>ps; estava relendo o primeiro texto que escrevi pra vocÃªs na web, faz mais de um ano nÃ©?<br />
<a href="http://www.metaong.info/node.php?id=885" target="_blank"> http://www.metaong.info/node.php?id=885 </a><br />
esse 2007 foi latino. quero em 2008 mais brasilidade e maravilhamento.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>de lenÃ§Ã³is</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2007/12/20/de-lencois/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2007/12/20/de-lencois/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 02:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[carta social sobre o sub3 (email enviado ao metarec e ao submidialogia)
ufa! finalmente cheguei em casa&#8230; como o encontro submidiÃ¡tico foi
muito bom, resolvi fazer um caminho mais longo, para refletir, e sÃ³
nessa manhÃ£ cheguei por aqui. Instigada para escrever. Depois de
tantos dias entre Ã´nibus e barcos, a reflexÃ£o na minha cabeÃ§a se
confunde com os fatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>carta social sobre o sub3 (email enviado ao metarec e ao submidialogia)</p>
<p>ufa! finalmente cheguei em casa&#8230; como o encontro submidiÃ¡tico foi<br />
muito bom, resolvi fazer um caminho mais longo, para refletir, e sÃ³<br />
nessa manhÃ£ cheguei por aqui. Instigada para escrever. Depois de<br />
tantos dias entre Ã´nibus e barcos, a reflexÃ£o na minha cabeÃ§a se<br />
confunde com os fatos acontecidos. EntÃ£o, me perdoem se a emoÃ§Ã£o<br />
entrelaÃ§ar os fatos, mas Ã© que estava precisando hÃ¡ muito tempo de um<br />
encontro como que foi o submidialogia #3.</p>
<p>vou dizer para vocÃªs que logo que peguei o primeiro barco aqui, ruma Ã <br />
chapada diamantina, nÃ£o sabia na minha cabeÃ§a o que esperar do sub&gt;3.<br />
Entre os seios, carregava uma expectativa mista de  festejar, de fazer<br />
turismo, de festejar com nov@s velh@s amig@s. Mesmo escrevendo pouco,<br />
acompanhei a lista com fervor, rabo de olho em cada detalhe de cada<br />
email. Primeiro, pessoas buscando alternativas comuns para chegar ao<br />
local do encontro. Que lindo! Pela primeira vez, tod@s se mobilizavam<br />
para criar alternativas em grupo ou individuais para conseguirem<br />
chegar ao encontro. (a gente quer se encontrar?). Ai, um abraÃ§o todo<br />
especial para nÃ³s do g2g, que conseguimos ganhar algum dinheiro via<br />
edital de passagens do ministÃ©rio da cultura (que possibilitou<br />
inclusive minha ida), assim como ricardo brazileiro e marcelo<br />
terÃ§a-nada (no canto do meu pensamento eu sabia que se mais pessoas<br />
tivessem concorrido ao edital, mais pessoas ganhavam, mas enfim).<br />
Senti tambem uma falta tremenda de mais participaÃ§Ã£o na construÃ§Ã£o dos<br />
debates via lista. Mas como estava sem tempo de opinar tambÃ©m, resolvi<br />
ver no que iria dar.</p>
<p>depois do fabuloso encontro do g2g em salvador (sobre esse eu escrevo<br />
depois), tod@s se preparavam para a partida Ã  lenÃ§Ã³is. Cedo de manhÃ£,<br />
Leitinho de PÃªra (que nome lindo!), AlÃª, Balbino e Ruiz partiram de<br />
kombi lotada para deixar tudo prontinho para quando a maioria de nÃ³s<br />
chegÃ¡ssemos, Ã s 5 da manha do outro dia (aliÃ¡s, queria dar um parabÃ©ns<br />
especial para essa turminha e mais algun que ficaram na prÃ©-produÃ§Ã£o<!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\ndo encontro: forÃ§aram o mÃ¡ximo possÃ­vel o cumprimento dos horÃ¡rios e\u003cbr\&amp;gt;\nsempre tiveram a estrutura pronta em tempo. SÃ³ achei que outrxs\u003cbr\&amp;gt;\npessoas poderiam ter se tocado e tambÃ©m ajudado na produÃ§Ã£o das\u003cbr\&amp;gt;\ncoisas. eu mesma sÃ³ reparei nisso no terceiro dia, mas logo que\u003cbr\&amp;gt;\npercebi que tambÃ©m poderia ajudar, carreguei caixas, saÃ­ cedo pra\u003cbr\&amp;gt;\norganizar as coisas e, pasmem, atÃ© dirigÃ­ a kombi uma vez, com aquela\u003cbr\&amp;gt;\nlamÃºria de sÃ³ possuir a terceira e a quarta marcha desde a ParaÃ­ba!).\u003cbr\&amp;gt;\nA primeira manhÃ£ foi tranquila. Enquanto nem todos os mantimentos\u003cbr\&amp;gt;\nchegavam, alguÃ©m fritou ovos na Ã¡gua e aos poucos tudo foi se\u003cbr\&amp;gt;\nacertando para um cafÃ© da manhÃ£ tranquilo e feliz.\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nÃ€s 15h00, uma hora depois do horÃ¡rio marcado para a mesa de abertura,\u003cbr\&amp;gt;\ncompareci Ã  Avante! para entender melhor o que tod@s queriam, conhecer\u003cbr\&amp;gt;\n@s outr@s e acompanhar a breve conversa sobre a-prÃ³pria-aÃ§Ã£o dos\u003cbr\&amp;gt;\nconceitos (magistralmente guiada pela Tai). Mas a abertura foi\u003cbr\&amp;gt;\nsurpreendente! depois de um bom tempo de atraso e muita gente falando\u003cbr\&amp;gt;\nao microfone sem saber direito o que falavam (e transmitiam FM), uma\u003cbr\&amp;gt;\nboa conversa se deu sobre o que tod@s estavam fazendo lÃ¡. Enquanto\u003cbr\&amp;gt;\nalguns acreditavam que foram se encontrar com amig@s para se divertir,\u003cbr\&amp;gt;\noutr@s tinham certeza de uma hipocrisia e apatia geral, o que resultou\u003cbr\&amp;gt;\nem um debate caloroso sobre o papel de cada um. A certa altura, a\u003cbr\&amp;gt;\nquestÃ£o racial foi levantada sobre qual o ponto de vista daquela turma\u003cbr\&amp;gt;\nbranca de classe mÃ©dia sobre a interaÃ§Ã£o com a populaÃ§Ã£o negra e por\u003cbr\&amp;gt;\nquÃª aquele festival era formado por tantos branquinhos e branquinhas e\u003cbr\&amp;gt;\ntÃ£o poucos negros. Tenho que confessar que adorei Robson (sabe como Ã©,\u003cbr\&amp;gt;\ntenho pais negros e indÃ­genas, acabei tomando partido... hehehe): &quot;Eu\u003cbr\&amp;gt;\nnÃ£o sou a favor de cotas. Porque cotas Ã© para minorias. E eu nÃ£o sou\u003cbr\&amp;gt;\nminoria, eu sou maioria. Estou aqui para tomar o que Ã© meu!&quot;. PÃ´xa,\u003cbr\&amp;gt;\nRobson, vocÃª Ã© lindo! Um grande beijo para vocÃª! (Sem ciÃºmes LÃº! que\u003cbr\&amp;gt;\nvocÃª Ã© muito mais linda que ele!) Senti depois o pessoal reclamando a",1] );  //--><br />
do encontro: forÃ§aram o mÃ¡ximo possÃ­vel o cumprimento dos horÃ¡rios e<br />
sempre tiveram a estrutura pronta em tempo. SÃ³ achei que outrxs<br />
pessoas poderiam ter se tocado e tambÃ©m ajudado na produÃ§Ã£o das<br />
coisas. eu mesma sÃ³ reparei nisso no terceiro dia, mas logo que<br />
percebi que tambÃ©m poderia ajudar, carreguei caixas, saÃ­ cedo pra<br />
organizar as coisas e, pasmem, atÃ© dirigÃ­ a kombi uma vez, com aquela<br />
lamÃºria de sÃ³ possuir a terceira e a quarta marcha desde a ParaÃ­ba!).<br />
A primeira manhÃ£ foi tranquila. Enquanto nem todos os mantimentos<br />
chegavam, alguÃ©m fritou ovos na Ã¡gua e aos poucos tudo foi se<br />
acertando para um cafÃ© da manhÃ£ tranquilo e feliz.</p>
<p>Ã€s 15h00, uma hora depois do horÃ¡rio marcado para a mesa de abertura,<br />
compareci Ã  Avante! para entender melhor o que tod@s queriam, conhecer<br />
@s outr@s e acompanhar a breve conversa sobre a-prÃ³pria-aÃ§Ã£o dos<br />
conceitos (magistralmente guiada pela Tai). Mas a abertura foi<br />
surpreendente! depois de um bom tempo de atraso e muita gente falando<br />
ao microfone sem saber direito o que falavam (e transmitiam FM), uma<br />
boa conversa se deu sobre o que tod@s estavam fazendo lÃ¡. Enquanto<br />
alguns acreditavam que foram se encontrar com amig@s para se divertir,<br />
outr@s tinham certeza de uma hipocrisia e apatia geral, o que resultou<br />
em um debate caloroso sobre o papel de cada um. A certa altura, a<br />
questÃ£o racial foi levantada sobre qual o ponto de vista daquela turma<br />
branca de classe mÃ©dia sobre a interaÃ§Ã£o com a populaÃ§Ã£o negra e por<br />
quÃª aquele festival era formado por tantos branquinhos e branquinhas e<br />
tÃ£o poucos negros. Tenho que confessar que adorei Robson (sabe como Ã©,<br />
tenho pais negros e indÃ­genas, acabei tomando partido&#8230; hehehe): &#8220;Eu<br />
nÃ£o sou a favor de cotas. Porque cotas Ã© para minorias. E eu nÃ£o sou<br />
minoria, eu sou maioria. Estou aqui para tomar o que Ã© meu!&#8221;. PÃ´xa,<br />
Robson, vocÃª Ã© lindo! Um grande beijo para vocÃª! (Sem ciÃºmes LÃº! que<br />
vocÃª Ã© muito mais linda que ele!) Senti depois o pessoal reclamando a<!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\nausÃªncia de Ruiz e Balbino e Jean na abertura. Mas jean e ruiz foram\u003cbr\&amp;gt;\nconsertar um pedaÃ§o da embreagem da kombi e Balbino foi tirar Akim\u003cbr\&amp;gt;\ndaquela maresia, precisava mesmo. Ah, enquanto isso o Asa dormia na\u003cbr\&amp;gt;\npoÃ§a d&#39;Ã¡gua, no meio do maior temporal! Durante a noite, na casa,\u003cbr\&amp;gt;\nvÃ¡rias conversas paralelas e conjuntas foram acertando ponteiros e\u003cbr\&amp;gt;\nidÃ©ias. Quem discutiu antes, reviu seus conceitos, conversou mais um\u003cbr\&amp;gt;\npouco com seus opositores em argumentos e durante a noite um sono\u003cbr\&amp;gt;\nprofundo e relaxante preparou todo mundo para os dias que viriam.\u003cbr\&amp;gt;\n(tenho que admitir que, apesar da falta de intimidade dos 4\u003cbr\&amp;gt;\nquartos-alojamento com beliches de trÃªs andares, eu dormi muito bem\u003cbr\&amp;gt;\ntodos os dias. Foi uma Ã³tima experiÃªncia de convÃ­vio. Eu me lembrava\u003cbr\&amp;gt;\nde quando era crianÃ§a e com meus tios dormia na maloca com tod@s\u003cbr\&amp;gt;\naquel@s parentes...)\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nPela manhÃ£ do dia subsequente, tod@s nos encontramos no mercado\u003cbr\&amp;gt;\ncentral, para a discussÃ£o sobre produÃ§Ã£o musical. Puxa, eu fiquei\u003cbr\&amp;gt;\nmuito feliz com que vÃ­! como disse a Lelex, pela primeira vez vejo\u003cbr\&amp;gt;\nmÃºsicos conversando sobre suas obras e formas de licenciamento. O\u003cbr\&amp;gt;\nFernando Catatau apresentou seus argumentos e opinios sobre liberar\u003cbr\&amp;gt;\nmÃºsicas, sobre seu amor Ã s suas composiÃ§Ãµes (&quot;por esse motivo nÃ£o\u003cbr\&amp;gt;\npoderia liberar as faixas de minha mÃºsica separadamente: pois o\u003cbr\&amp;gt;\nharmÃ´nico que se forma a partir de duas trilhas tambÃ©m faz parte da\u003cbr\&amp;gt;\nminha composiÃ§Ã£o&quot;). AlÃ©m disso TiÃ£o e outro componente da banda Entre\u003cbr\&amp;gt;\num Gole e Outro (meu deus, eles param o show no palco para tomar\u003cbr\&amp;gt;\numinha! e tem um garÃ§om na banda!) mostram que nÃ£o sÃ³ de sonho com\u003cbr\&amp;gt;\ngravadoras vivem os mÃºsicos. Vivem, sim, muito mais de sonhos.\u003cbr\&amp;gt;\nPossÃ­veis! E eles nÃ£o vendem nem trocam: eles dÃ£o! AlguÃ©m que\u003cbr\&amp;gt;\nparticipou melhor pode contar mais, a certa altura apareceu uma\u003cbr\&amp;gt;\ngarrafa de uÃ­sque com 1/3 de lÃ­quido (parece que foi a sobra do que o\u003cbr\&amp;gt;\nVolker trouxe para o brasil para passar as semanas) e uma garrafa de\u003cbr\&amp;gt;\ncachaÃ§a vinda de algum lugar entre caetitÃ© e lenÃ§Ã³is: viva TiÃ£o!",1] );  //--><br />
ausÃªncia de Ruiz e Balbino e Jean na abertura. Mas jean e ruiz foram<br />
consertar um pedaÃ§o da embreagem da kombi e Balbino foi tirar Akim<br />
daquela maresia, precisava mesmo. Ah, enquanto isso o Asa dormia na<br />
poÃ§a d&#8217;Ã¡gua, no meio do maior temporal! Durante a noite, na casa,<br />
vÃ¡rias conversas paralelas e conjuntas foram acertando ponteiros e<br />
idÃ©ias. Quem discutiu antes, reviu seus conceitos, conversou mais um<br />
pouco com seus opositores em argumentos e durante a noite um sono<br />
profundo e relaxante preparou todo mundo para os dias que viriam.<br />
(tenho que admitir que, apesar da falta de intimidade dos 4<br />
quartos-alojamento com beliches de trÃªs andares, eu dormi muito bem<br />
todos os dias. Foi uma Ã³tima experiÃªncia de convÃ­vio. Eu me lembrava<br />
de quando era crianÃ§a e com meus tios dormia na maloca com tod@s<br />
aquel@s parentes&#8230;)</p>
<p>Pela manhÃ£ do dia subsequente, tod@s nos encontramos no mercado<br />
central, para a discussÃ£o sobre produÃ§Ã£o musical. Puxa, eu fiquei<br />
muito feliz com que vÃ­! como disse a Lelex, pela primeira vez vejo<br />
mÃºsicos conversando sobre suas obras e formas de licenciamento. O<br />
Fernando Catatau apresentou seus argumentos e opinios sobre liberar<br />
mÃºsicas, sobre seu amor Ã s suas composiÃ§Ãµes (&#8221;por esse motivo nÃ£o<br />
poderia liberar as faixas de minha mÃºsica separadamente: pois o<br />
harmÃ´nico que se forma a partir de duas trilhas tambÃ©m faz parte da<br />
minha composiÃ§Ã£o&#8221;). AlÃ©m disso TiÃ£o e outro componente da banda Entre<br />
um Gole e Outro (meu deus, eles param o show no palco para tomar<br />
uminha! e tem um garÃ§om na banda!) mostram que nÃ£o sÃ³ de sonho com<br />
gravadoras vivem os mÃºsicos. Vivem, sim, muito mais de sonhos.<br />
PossÃ­veis! E eles nÃ£o vendem nem trocam: eles dÃ£o! AlguÃ©m que<br />
participou melhor pode contar mais, a certa altura apareceu uma<br />
garrafa de uÃ­sque com 1/3 de lÃ­quido (parece que foi a sobra do que o<br />
Volker trouxe para o brasil para passar as semanas) e uma garrafa de<br />
cachaÃ§a vinda de algum lugar entre caetitÃ© e lenÃ§Ã³is: viva TiÃ£o!<!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nPela tarde, sons variados na rÃ¡dio LaÃºza FM, algumas atividades com PD\u003cbr\&amp;gt;\nno mercado central (atividades mesmo aconteceram no sistema digestivo\u003cbr\&amp;gt;\ndo Glerm, lÃ¡ de curitiba. Entre um arduÃ­no e outro, ele comeu um\u003cbr\&amp;gt;\nAcarajÃ© feito por um pastor e nÃ£o deu outra: seus nÃ³s nas tripas o\u003cbr\&amp;gt;\nfizeram viajar duas vezes para salvador e rodar boa parte dos\u003cbr\&amp;gt;\nhospidais desse eixo baiano! Nem a lavagem estomacal valeu! depois, jÃ¡\u003cbr\&amp;gt;\nem curitiba, descobriu que tinha eram pedras de sal nos rins! viva o\u003cbr\&amp;gt;\naraki). Na noite do segundo dia muitos foram Ã  uma pizzaria baratinha\u003cbr\&amp;gt;\ne gostosa, mas eu mesma fui dormir, estava exausta da viagem atÃ© ali e\u003cbr\&amp;gt;\ndos acontecimentos dos dois primeiros dias.\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nNo terceiro dia, confesso que as coisas jÃ¡ se confundiam mais e mais\u003cbr\&amp;gt;\nna minha cabeÃ§a. Um pequeno grupo partiu para diversas cachoeiras,\u003cbr\&amp;gt;\noutro partiu para mesas, outro saiu para preparar as gravaÃ§Ãµes do\u003cbr\&amp;gt;\nsemuSSum (gravaram dois raps e duas capoeiras). Eu mesma participei\u003cbr\&amp;gt;\nmais ou menos de todas as atividades, circulava entre um espaÃ§o e\u003cbr\&amp;gt;\noutro, subia o morro sob o sol escaldante atÃ© a Avante, voltava ao\u003cbr\&amp;gt;\nmercado, dava uma passada na casa para almoÃ§ar (ah, os almoÃ§os foram\u003cbr\&amp;gt;\num caso a parte... enquanto as meninas da cooperativa de rango vegan\u003cbr\&amp;gt;\nfaziam nossos lÃ¡bios deliciarem-se com vatapÃ¡s, beringelas e\u003cbr\&amp;gt;\nfeijoadas, nos dias em que elas nÃ£o mais estavam Holmes, Owen, Mark\u003cbr\&amp;gt;\nentre muit@s outr@s se revesaram na cozinha, alimentando a tod@s com\u003cbr\&amp;gt;\ndelÃ­cias e amores! um abraÃ§o todo especial para todo mundo que ajudou\u003cbr\&amp;gt;\nna cozinha, cortando, fritando ovo, fazendo suco de tamarindo ou\u003cbr\&amp;gt;\ncozinhando para um batalhÃ£o! vocÃªs sÃ£o demais e eu mesma teria tido\u003cbr\&amp;gt;\numa relaÃ§Ã£o diferente com o evento se nÃ£o fosse por vocÃªs! valeu!).\u003cbr\&amp;gt;\nPuxa, no final do dia sÃ³ piscava na minha cabeÃ§a como aquele espaÃ§o,\u003cbr\&amp;gt;\nchamado de Avante!, era agradÃ¡vel, como as pessoas eram amigas, como a\u003cbr\&amp;gt;\nconsciÃªncia e a educaÃ§Ã£o eram trabalhadas... puxa, eu virei fÃ£\u003cbr\&amp;gt;\nincondicional da Avante! Valeu mesmo por tudo Nelma, Valnei, Kojack,",1] );  //--></p>
<p>Pela tarde, sons variados na rÃ¡dio LaÃºza FM, algumas atividades com PD<br />
no mercado central (atividades mesmo aconteceram no sistema digestivo<br />
do Glerm, lÃ¡ de curitiba. Entre um arduÃ­no e outro, ele comeu um<br />
AcarajÃ© feito por um pastor e nÃ£o deu outra: seus nÃ³s nas tripas o<br />
fizeram viajar duas vezes para salvador e rodar boa parte dos<br />
hospidais desse eixo baiano! Nem a lavagem estomacal valeu! depois, jÃ¡<br />
em curitiba, descobriu que tinha eram pedras de sal nos rins! viva o<br />
araki). Na noite do segundo dia muitos foram Ã  uma pizzaria baratinha<br />
e gostosa, mas eu mesma fui dormir, estava exausta da viagem atÃ© ali e<br />
dos acontecimentos dos dois primeiros dias.</p>
<p>No terceiro dia, confesso que as coisas jÃ¡ se confundiam mais e mais<br />
na minha cabeÃ§a. Um pequeno grupo partiu para diversas cachoeiras,<br />
outro partiu para mesas, outro saiu para preparar as gravaÃ§Ãµes do<br />
semuSSum (gravaram dois raps e duas capoeiras). Eu mesma participei<br />
mais ou menos de todas as atividades, circulava entre um espaÃ§o e<br />
outro, subia o morro sob o sol escaldante atÃ© a Avante, voltava ao<br />
mercado, dava uma passada na casa para almoÃ§ar (ah, os almoÃ§os foram<br />
um caso a parte&#8230; enquanto as meninas da cooperativa de rango vegan<br />
faziam nossos lÃ¡bios deliciarem-se com vatapÃ¡s, beringelas e<br />
feijoadas, nos dias em que elas nÃ£o mais estavam Holmes, Owen, Mark<br />
entre muit@s outr@s se revesaram na cozinha, alimentando a tod@s com<br />
delÃ­cias e amores! um abraÃ§o todo especial para todo mundo que ajudou<br />
na cozinha, cortando, fritando ovo, fazendo suco de tamarindo ou<br />
cozinhando para um batalhÃ£o! vocÃªs sÃ£o demais e eu mesma teria tido<br />
uma relaÃ§Ã£o diferente com o evento se nÃ£o fosse por vocÃªs! valeu!).<br />
Puxa, no final do dia sÃ³ piscava na minha cabeÃ§a como aquele espaÃ§o,<br />
chamado de Avante!, era agradÃ¡vel, como as pessoas eram amigas, como a<br />
consciÃªncia e a educaÃ§Ã£o eram trabalhadas&#8230; puxa, eu virei fÃ£<br />
incondicional da Avante! Valeu mesmo por tudo Nelma, Valnei, Kojack,<!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\nTony Black, Carol e mais todo mundo que eu conheci na Avante! esses\u003cbr\&amp;gt;\ndias. Nossa, eu nÃ£o tenho palavras! Se esse relato do festival estÃ¡\u003cbr\&amp;gt;\ntÃ£o grande, se eu pegar para falar bem da Avante! nÃ£o cabe nessa vida!\u003cbr\&amp;gt;\nUm beijo Nelma! Um beijo, Avante!\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nNo outro dia de manhÃ£ Nelma e Valnei conversaram sobre o formato\u003cbr\&amp;gt;\nempÃ­rico da educaÃ§Ã£o na avante, foi lindo! outras pessoas que\u003cbr\&amp;gt;\nparticiparam de projetos governamentais educativos deram suas opiniÃµes\u003cbr\&amp;gt;\ne sanaram suas dÃºvidas nas realidades das palavras de Nelma e Val. Por\u003cbr\&amp;gt;\nalgum tempo, a conversa foi tomando um rumo polÃ­tico, mas Etienne\u003cbr\&amp;gt;\nchamou todo mundo de volta para o Objetivo principal: as metodologias\u003cbr\&amp;gt;\ne seus estudos. Foi lindo! AliÃ¡s, Etienne e Karla mostraram que tÃªm\u003cbr\&amp;gt;\nrazÃ£o: trabalharam com dezenas de crianÃ§as, tanto para o mapeamento da\u003cbr\&amp;gt;\ncidade no projeto da Karla em \u003ca href\u003d\"http://lencois.art.br/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;lencois.art.br\u003c/a\&amp;gt; como na Maquina em cruz\u003cbr\&amp;gt;\ndo Etienne. Bem, as crianÃ§as (principalmente Adalberto) tambÃ©m tomaram\u003cbr\&amp;gt;\no microfone sempre que podiam, tiveram mostra de vÃ­deos e ainda\u003cbr\&amp;gt;\nbatucaram lÃ¡ do lado da Avante com todo o pessoal do circo (nossa,\u003cbr\&amp;gt;\nquase me esquecÃ­ do pessoal do circo! da colÃ´mbia e da argentina,\u003cbr\&amp;gt;\nhaviam chegado em lenÃ§Ã³is de bicicleta, embora estivessem loucos para\u003cbr\&amp;gt;\nvendÃª-las! Se inscreveram na programaÃ§Ã£o e apresentaram um espetÃ¡culo\u003cbr\&amp;gt;\nmuito bom! depois se juntaram a nÃ³s no almoÃ§o e alguns deles atÃ©\u003cbr\&amp;gt;\ndormiram na casa com a gente por alguns dias. El@s eram lind@s! Tinha\u003cbr\&amp;gt;\ntambÃ©m uma outra moÃ§a, Carmelita, que cantou e perguntou como a gente\u003cbr\&amp;gt;\npoderia ajudar ela a trabalhar com tecnologia. sua mÃºsica: &quot;fui numa\u003cbr\&amp;gt;\nreuniao que sÃ³ tinha, melao, mamao, melancia e muito banana!&quot;)\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nAgora, a mesa que eu mais gostei mesmo foi a que discutiu a tal da\u003cbr\&amp;gt;\nArte. Tod@s se encontraram em uma cachoeira maravilhosa, com um grande\u003cbr\&amp;gt;\nPoÃ§o para mergulhos de diferentes alturas e um ToboÃ¡gua natural de dar\u003cbr\&amp;gt;",1] );  //--><br />
Tony Black, Carol e mais todo mundo que eu conheci na Avante! esses<br />
dias. Nossa, eu nÃ£o tenho palavras! Se esse relato do festival estÃ¡<br />
tÃ£o grande, se eu pegar para falar bem da Avante! nÃ£o cabe nessa vida!<br />
Um beijo Nelma! Um beijo, Avante!</p>
<p>No outro dia de manhÃ£ Nelma e Valnei conversaram sobre o formato<br />
empÃ­rico da educaÃ§Ã£o na avante, foi lindo! outras pessoas que<br />
participaram de projetos governamentais educativos deram suas opiniÃµes<br />
e sanaram suas dÃºvidas nas realidades das palavras de Nelma e Val. Por<br />
algum tempo, a conversa foi tomando um rumo polÃ­tico, mas Etienne<br />
chamou todo mundo de volta para o Objetivo principal: as metodologias<br />
e seus estudos. Foi lindo! AliÃ¡s, Etienne e Karla mostraram que tÃªm<br />
razÃ£o: trabalharam com dezenas de crianÃ§as, tanto para o mapeamento da<br />
cidade no projeto da Karla em <a href="http://lencois.art.br/" target="_blank">lencois.art.br</a> como na Maquina em cruz<br />
do Etienne. Bem, as crianÃ§as (principalmente Adalberto) tambÃ©m tomaram<br />
o microfone sempre que podiam, tiveram mostra de vÃ­deos e ainda<br />
batucaram lÃ¡ do lado da Avante com todo o pessoal do circo (nossa,<br />
quase me esquecÃ­ do pessoal do circo! da colÃ´mbia e da argentina,<br />
haviam chegado em lenÃ§Ã³is de bicicleta, embora estivessem loucos para<br />
vendÃª-las! Se inscreveram na programaÃ§Ã£o e apresentaram um espetÃ¡culo<br />
muito bom! depois se juntaram a nÃ³s no almoÃ§o e alguns deles atÃ©<br />
dormiram na casa com a gente por alguns dias. El@s eram lind@s! Tinha<br />
tambÃ©m uma outra moÃ§a, Carmelita, que cantou e perguntou como a gente<br />
poderia ajudar ela a trabalhar com tecnologia. sua mÃºsica: &#8220;fui numa<br />
reuniao que sÃ³ tinha, melao, mamao, melancia e muito banana!&#8221;)</p>
<p>Agora, a mesa que eu mais gostei mesmo foi a que discutiu a tal da<br />
Arte. Tod@s se encontraram em uma cachoeira maravilhosa, com um grande<br />
PoÃ§o para mergulhos de diferentes alturas e um ToboÃ¡gua natural de dar<br />
<!-- D(["mb","\ninveja! Owen, LetÃ­cia e Lixeira mostrarm que sÃ£o mestres na arte dos\u003cbr\&amp;gt;\nmergulhos! Lind@s! A conversa tambÃ©m foi muito boa, aquele monte de\u003cbr\&amp;gt;\nartista se encontrando pra conversar sua plasticidade viva (como diria\u003cbr\&amp;gt;\nDjahjah, &quot;vocÃª Ã© artista plÃ¡stico? eu tambÃ©m, eu trabalho com Sacos\u003cbr\&amp;gt;\nplÃ¡sticos!). Marcelo tERca-Nada e Giseli deram opiniÃµes lindas sobre a\u003cbr\&amp;gt;\nartesania nossa de cada dia, e muitos outros deram opiniÃµes sobre o\u003cbr\&amp;gt;\nsuicÃ­dio coletivo da arte ou seu aproveitamento como tÃ¡tica...\u003cbr\&amp;gt;\nchiquinho, thais e morgana levaram uma conversa paralela no alto de\u003cbr\&amp;gt;\noutra pedra, que incrivelmente chegou Ã s mesmas conclusÃµes que a mesa\u003cbr\&amp;gt;\noficial.... esse sub... No final, todo mundo pro tobogÃ£, batendo o\u003cbr\&amp;gt;\nrecorde mundial de trenzinho de artistas em cachoeiras! Adorei,\u003cbr\&amp;gt;\nadorei!\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nTeve tambÃ©m a mesa que aconteceu sentad@s num bar na frente do\u003cbr\&amp;gt;\nmercado, todo mundo, uma delÃ­cia, essa tem o Ã¡udio gravado, nÃ£o vou\u003cbr\&amp;gt;\nnem relatar (tambÃ©m, depois de tanta cerveja!). Gostei mesmo foi da\u003cbr\&amp;gt;\nintervenÃ§Ã£o do Capi, do Mark e da Andi, cada um em sua lÃ­ngua natal\u003cbr\&amp;gt;\n(portugÃªs, inglÃªs e austrÃ­aco) reclamando sobre o monopÃ³lio do\u003cbr\&amp;gt;\ngravador de Ã¡udio naquela mesa, e que como haviam criado um outro\u003cbr\&amp;gt;\ngrupo de discussÃ£o que nÃ£o teve visibilidade durante a conversa no\u003cbr\&amp;gt;\ngravador, o prÃ³ximo encontro deveria se chamar submidialogias!\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nNa noite de segunda feira tambÃ©m a RÃ¡dio CidadÃ£o Comum tocou\u003cbr\&amp;gt;\nDub-doidera atÃ© meia noite, quando a polÃ­cia veio pedir para parar....\u003cbr\&amp;gt;\nhahaha :) SÃ³ mesmo a oficina de direitos humanos no outro dia no\u003cbr\&amp;gt;\nbatalhÃ£o da PolÃ­cia Militar poderia acalmar os Ã¢nimos... E acalmou,\u003cbr\&amp;gt;\nembora todo mundo tenha descoberto novos humanos dentro de cada um.\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nNo Ãºltimo dia, depois de tanta conversa proveitosa, atividades\u003cbr\&amp;gt;\ndiversas e coletividade festiva, a festa de encerramento nÃ£o poderia\u003cbr\&amp;gt;\nter sido diferente: Muita alegria no Carnaval SatÃ£! MÃºsicas do\u003cbr\&amp;gt;\ncarnaval da dÃ©cada de 70 misturadas com experimentalismo carioca e\u003cbr\&amp;gt;\neltro-alternativo estadunidense botou todo mundo pra sambar! SÃ³",1] );  //--> inveja! Owen, LetÃ­cia e Lixeira mostrarm que sÃ£o mestres na arte dos<br />
mergulhos! Lind@s! A conversa tambÃ©m foi muito boa, aquele monte de<br />
artista se encontrando pra conversar sua plasticidade viva (como diria<br />
Djahjah, &#8220;vocÃª Ã© artista plÃ¡stico? eu tambÃ©m, eu trabalho com Sacos<br />
plÃ¡sticos!). Marcelo tERca-Nada e Giseli deram opiniÃµes lindas sobre a<br />
artesania nossa de cada dia, e muitos outros deram opiniÃµes sobre o<br />
suicÃ­dio coletivo da arte ou seu aproveitamento como tÃ¡tica&#8230;<br />
chiquinho, thais e morgana levaram uma conversa paralela no alto de<br />
outra pedra, que incrivelmente chegou Ã s mesmas conclusÃµes que a mesa<br />
oficial&#8230;. esse sub&#8230; No final, todo mundo pro tobogÃ£, batendo o<br />
recorde mundial de trenzinho de artistas em cachoeiras! Adorei,<br />
adorei!</p>
<p>Teve tambÃ©m a mesa que aconteceu sentad@s num bar na frente do<br />
mercado, todo mundo, uma delÃ­cia, essa tem o Ã¡udio gravado, nÃ£o vou<br />
nem relatar (tambÃ©m, depois de tanta cerveja!). Gostei mesmo foi da<br />
intervenÃ§Ã£o do Capi, do Mark e da Andi, cada um em sua lÃ­ngua natal<br />
(portugÃªs, inglÃªs e austrÃ­aco) reclamando sobre o monopÃ³lio do<br />
gravador de Ã¡udio naquela mesa, e que como haviam criado um outro<br />
grupo de discussÃ£o que nÃ£o teve visibilidade durante a conversa no<br />
gravador, o prÃ³ximo encontro deveria se chamar submidialogias!</p>
<p>Na noite de segunda feira tambÃ©m a RÃ¡dio CidadÃ£o Comum tocou<br />
Dub-doidera atÃ© meia noite, quando a polÃ­cia veio pedir para parar&#8230;.<br />
hahaha <img src='http://blogs.metareciclagem.org/selva/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> SÃ³ mesmo a oficina de direitos humanos no outro dia no<br />
batalhÃ£o da PolÃ­cia Militar poderia acalmar os Ã¢nimos&#8230; E acalmou,<br />
embora todo mundo tenha descoberto novos humanos dentro de cada um.</p>
<p>No Ãºltimo dia, depois de tanta conversa proveitosa, atividades<br />
diversas e coletividade festiva, a festa de encerramento nÃ£o poderia<br />
ter sido diferente: Muita alegria no Carnaval SatÃ£! MÃºsicas do<br />
carnaval da dÃ©cada de 70 misturadas com experimentalismo carioca e<br />
eltro-alternativo estadunidense botou todo mundo pra sambar! SÃ³<!-- D(["mb","\u003cbr\&amp;gt;\nfaltaram os confetes e a serpentina. Teve tambÃ©m o menino que\u003cbr\&amp;gt;\nimprovisou Rap sobre Dub e no final a Titi mandou ver num som pra\u003cbr\&amp;gt;\nfechar a noite, baixinho, em uma caixa sÃ³, Novos Baianos, MÃ£e Ã©\u003cbr\&amp;gt;\nMar.... Antes da Ãºltima caixa desligar, os palhaÃ§os do circo\u003cbr\&amp;gt;\nretornaram, dessa vez com tambores e cuspidores de fogo para finalizar\u003cbr\&amp;gt;\na noite em grande estilo! Todo mundo muito feliz, a alegria\u003cbr\&amp;gt;\npreenchendo tantos coraÃ§Ãµes e aquela certeza de que finalmete tod@s\u003cbr\&amp;gt;\nhaviam entendido o espÃ­rito do Submidialogia 3: A gente quer se\u003cbr\&amp;gt;\nencontrar! QuerÃ­amos! E nos encontramos, a nÃ³s mesmos e aos outros,\u003cbr\&amp;gt;\nnuma sintonia de alegria e positividade que foi maravilhada pela paz,\u003cbr\&amp;gt;\nserenidade e injustiÃ§as sociais dos LencÃ³is da Bahia!\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nLÃ³gico que deixei muita coisa de fora dessa missiva, como a\u003cbr\&amp;gt;\nperformance da Fabi, as fotos do Carlos, as 15 mulheres na kombi rumo\u003cbr\&amp;gt;\nÃ  cachoeira do mucujezinho ou as deliciosas caminhadas que sucederam o\u003cbr\&amp;gt;\nencontro. Mas nÃ£o faz mal. Novos relatos e vÃ­deos e fotos virÃ£o.\u003cbr\&amp;gt;\nEstamos reconstruindo a nossa histÃ³ria. E estamos buscando cada vez\u003cbr\&amp;gt;\nmais atores para fazer parte dela. Longa vida aos sub&amp;gt;midiÃ¡ticos! Para\u003cbr\&amp;gt;\no alto, e Avante, LencÃ³is!\u003cbr\&amp;gt;\n\u003cbr\&amp;gt;\nbeijos da wan\n",0] ); D(["ce"]);  //--><br />
faltaram os confetes e a serpentina. Teve tambÃ©m o menino que<br />
improvisou Rap sobre Dub e no final a Titi mandou ver num som pra<br />
fechar a noite, baixinho, em uma caixa sÃ³, Novos Baianos, MÃ£e Ã©<br />
Mar&#8230;. Antes da Ãºltima caixa desligar, os palhaÃ§os do circo<br />
retornaram, dessa vez com tambores e cuspidores de fogo para finalizar<br />
a noite em grande estilo! Todo mundo muito feliz, a alegria<br />
preenchendo tantos coraÃ§Ãµes e aquela certeza de que finalmete tod@s<br />
haviam entendido o espÃ­rito do Submidialogia 3: A gente quer se<br />
encontrar! QuerÃ­amos! E nos encontramos, a nÃ³s mesmos e aos outros,<br />
numa sintonia de alegria e positividade que foi maravilhada pela paz,<br />
serenidade e injustiÃ§as sociais dos LencÃ³is da Bahia!</p>
<p>LÃ³gico que deixei muita coisa de fora dessa missiva, como a<br />
performance da Fabi, as fotos do Carlos, as 15 mulheres na kombi rumo<br />
Ã  cachoeira do mucujezinho ou as deliciosas caminhadas que sucederam o<br />
encontro. Mas nÃ£o faz mal. Novos relatos e vÃ­deos e fotos virÃ£o.<br />
Estamos reconstruindo a nossa histÃ³ria. E estamos buscando cada vez<br />
mais atores para fazer parte dela. Longa vida aos sub&gt;midiÃ¡ticos! Para<br />
o alto, e Avante, LencÃ³is!</p>
<p>beijos da wan</p>
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		<title>da rede</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/11/10/da-rede/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/11/10/da-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2006 22:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[enviado pra lista metarec:
meninada,
Estou lendo muito sobre submarcos e redes. mas tem algo que gostei muito e queria compartilhar com vocÃªs. aqui o trecho que achei principal:
 A expressÃ£o &#8216;nova burocracia associacionista das ONGs&#8217;, aliÃ¡s, nÃ£o Ã© nem  originalmente minha, porquanto se inspira em um escrito de David de Ugarte:  &#8220;11M. Redes para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>enviado pra lista <a href="http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec" title="metarec" target="_blank">metarec</a>:</p>
<p><b>meninada,</b></p>
<p><b>Estou lendo muito sobre submarcos e redes. mas tem algo que gostei muito e queria compartilhar com vocÃªs. aqui o trecho que achei principal:</b></p>
<blockquote><p><b> </b>A expressÃ£o &#8216;nova burocracia associacionista das ONGs&#8217;, aliÃ¡s, nÃ£o Ã© nem  originalmente minha, porquanto se inspira em um escrito de David de Ugarte:  &#8220;<i>11M. Redes para ganar uma guerra</i>&#8221; (Barcelona: Icaria, 2006). No  <i>Post Scriptum</i> dessa excelente publicaÃ§Ã£o, Ugarte observa, citando o  programa de uma iniciativa de ambiente interativo, denominada &#8216;LaMatriz.org&#8217;,  que trata-se de &#8220;un nodo de red impulsado por los <i>ciberpunks</i> espaÃ±oles  cuyo primer objetivo asegura ser &#8220;quitarle la cantera&#8221; ao fanatismo, abriendo  &#8220;ventanas&#8221; al mundo rede em los barrios, los colÃ©gios, los bares&#8230; Impulsando  cibercafÃ©s, redes ciudadanas <i>wifi</i>, comunidades sobre telÃ©fonos mÃ³viles,  internet, tertÃºlias&#8230; <b>Pero no reproduciendo uma estructura  profesionalizada y jerÃ¡rquica como las de las ONG al uso</b>, ya que segÃºn  dicen: &#8216;<i>el camino hacia la vertebraciÃ³n social em el nuevo mundo no pasa por  engordar a la burocracia del &#8220;asociacionismo&#8221;. Su necesidade como  &#8220;representantes&#8221; se basava em carÃªncias de los sistemas de comunicaciÃ³n que la  tecnologÃ­a hÃ¡ superado hace tiempo. Nos hace falta sociedade civil de todo tipo,  no &#8220;liberados&#8221; ni profesionales del asociacionismo. Las redes no sirven para  &#8220;encuadrar&#8221; y si encuadran no son redes vÃ¡lidas para construir uma sociedad  abierta y em rede</i>&#8216;.&#8221;</p></blockquote>
<p>e aqui o texto todo:<br />
<a href="http://www.augustodefranco.com.br/" target="_blank">http://www.augustodefranco.com.br/</a><br />
(Ainda nÃ£o foi publicada a Carta 124. Mas deve ser nas prÃ³ximas horas. Ã‰ que recebi por email)</p>
<p>Em breve conto mais sobre minhas andanÃ§as na web.</p>
<p>beijos da wan</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>da mÃ­dia</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/11/08/da-midia/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/11/08/da-midia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 02:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[email enviado para revista pronews
OlÃ¡ Ricardo! OlÃ¡ a tod@s! OlÃ¡ Anderson Lima!!
Desculpem sÃ³ responder o email agora, mas estive em SantarÃ©m e depois em Porto dos GaÃºchos, em Mato Grosso. E desde que me envolvi com esse povo da submidialogoa, nÃ£o consigo mais ler todos os emails que chegam pra mim! Bem, se ainda der [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>email enviado para <a href="http://www.revistapronews.com.br/" target="_blank">revista pronews</a><br />
OlÃ¡ Ricardo! OlÃ¡ a tod@s! OlÃ¡ Anderson Lima!!</p>
<p>Desculpem sÃ³ responder o email agora, mas estive em SantarÃ©m e depois em Porto dos GaÃºchos, em Mato Grosso. E desde que me envolvi com esse povo da submidialogoa, nÃ£o consigo mais ler todos os emails que chegam pra mim! Bem, se ainda der tempo, vou tentar dar uma contribuiÃ§Ã£o do que foi PRA MIM participar do submidialogia. Se servir pra vocÃª Anderson, Ã³timo. Se nÃ£o, fica como registro para os demais colocarem onde quiserem ok? Eu vou colocar no meu blog, porque ando registrando tudo que envio, como histÃ³ria, como fez o submarcos e como faz o delegado cero. AliÃ¡s, meu blog : <a href="http://blogs.metareciclagem.org/selva/" target="_blank">http://blogs.metareciclagem.org/selva/<br />
</a></p>
<p>
Anderson Lima: Acho que o que publiquei aqui dÃ¡ bem a idÃ©ia do que foi pra mim o submidialogia:<br />
<a href="http://www.metaong.info/node.php?id=885" target="_blank">http://www.metaong.info/node.php?id=885</a></p>
<p>Mas se precisa de mais coisas, vamos lÃ¡:</p>
<p>&#8220;LÃ¡ com os Ã­ndios onde moro, tem dois computadores junto da oca dos mantimentos. Costumava passear pelas mÃ¡quinas cheias de letras pelo menos 2 vezes por semana, depois do futebol dos ErÃªs. Moro com os Ã­ndios desde que me conheÃ§o por gente, desde que meus pais, uma ex-freira e um ex-policial decidiram fugir pro mato. A aldeia que habito tem freiras da mesma Ordem que minha mÃ£e participava e uma delas, minha melhor amiga e madrinha, IrmÃ£ Glenda, sempre se entusiasmou com Internet, onde conseguia pegar receitas de bolos hÃºngaros e tantÃ¡vamos misturar com macaxeira. O resultado disso era as vezes bom, as vezes ruim, mas acho que estou fugindo do tema.</p>
<p>Um dia encontrei um link para um encontro em Olinda, bem nos dias que estaria com outras duas irmÃ£s visitando o convento das carmelitas, que tem um trabalho Ã³timo com os <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Galibi e os Karipuna, no AmapÃ¡. Nossa idÃ©ia era trocar experiÃªncias, depois de mais de 15 anos conhecendo as etnias </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Palikur e                        Waiapi. Mas estou fugindo do tema de novo. Me desculpe.</p>
<p>Enfim, cheguei no Centro Luis Freire e encontrei jÃ¡ na entrada um senhor mexendo em uma espÃ©cie de mÃ¡quina com dois monitores. Esse senhor nÃ£o falava direito minha lingua. Acho que era francÃªs e se chama Etiene. Ele comeÃ§ou a me explicar o que estava fazendo e eu nÃ£o entendi nada. Estava quase desistindo quando apareceram dois rapazes com canecas penduradas como colares. Um deles me deu um sorriso. O outro nÃ£o. Eu dei um sorriso para o que nÃ£o me deu um sorriso. IrmÃ£ Glenda queria ir embora. Etiene continuava falando. Uma moÃ§a gostou do meu colar com o MuiraquitÃ£. E me puxou pelo braÃ§o atÃ© uma sala grande no fundo, onde um monte de gente falava sobre uma invasÃ£o de um prÃ©dio em SÃ£o Paulo.</p>
<p>Depois eu me lembro de pouca coisa. Mas foi assim que entendi tudo. E com isso consigo responder todas as suas perguntas, porque descobri que sou todo mundo e que de lÃ¡ pra cÃ¡ minha vida mudou. EntÃ£o vamos Ã s perguntas:</p>
<p></font> &gt; - O que seria a citada Submidialogia?</p>
<p>Um encontro.</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Ã‰ o segundo ano do evento?</p>
<p>Ã‰ o primeiro que vou. VocÃª irÃ¡ no prÃ³ximo?</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - O que foi possÃ­vel apreender nesses quatro dias de<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  evento? A que conclusÃµes se chegou?</p>
<p>Eu concluÃ­ que todo mundo estÃ¡ conectado. Que a revista Pronews estÃ¡ conectada. Que os erÃªs estÃ£o conectados. VocÃª com certeza entendeu, Anderson.</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - O que foi discutido, e por quem, durante o evento?</p>
<p>NÃ£o havia discussÃ£o e sim consensos fraternos. A programaÃ§Ã£o vocÃª encontra no site do evento, Anderson. Mas me diga uma coisa, vocÃª que esteve lÃ¡, achou o quÃª? Qual a sua opiniÃ£o sobre submidialogia? E se nÃ£o foi, o que acha que deve ser? Porque Ã© isso que importa, nÃ©? <img src='http://blogs.metareciclagem.org/selva/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Como o evento, e as discussÃµes que ele sucinta,<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  contribuem para o melhor entendimento da mÃ­dia digital e<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  sua relaÃ§Ã£o com a vida das pessoas?</p>
<p>Entendimento da midia digital? SÃ£o pessoas Anderson! Pessoas ! Pra que precisamos entender as mÃ¡quinas cheias de letras se temos pessoas entre elas? O legal de encotros como esses Ã© que podemos ver vida. Agora quando escrevo para alguÃ©m, lembro da cara dessa pessoa, do tom de voz, do cabelo bagunÃ§ado. E aprendi tambÃ©m uma coisa: Seja a mÃ­dia. VocÃª Ã© a midia Anderson? </p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - A respeito disso, como a mÃ­dia digital pode se inserir<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  na vida das pessoas?</p>
<p>Assim como estamos fazendo: Conversando.</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Quantas pessoas participaram o encontro?</p>
<p>Umas 200. Faltou vocÃª, Anderson.</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - O que serÃ¡ feito a partir de agora, com o encerramento<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  do evento?</p>
<p>JÃ¡ foi feito. Fizemos uma baita despedida.</p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Para onde caminhamos (tanto paÃ­s quanto Nordeste) quando<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  o assunto Ã© mÃ­dia digital?</p>
<p>Pra periferia, que Ã© o centro. AliÃ¡s, conheci um rapaz em Olinda que me falou sobre isso e fui ler. Gostei muito:<br />
<a href="http://www.novae.inf.br/mundopop/periferiacentro.html" target="_blank"> http://www.novae.inf.br/mundopop/periferiacentro.html</a></p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Em que parÃ¢metro estamos agora?</p>
<p>No ponto 7.</p>
<p>.<br />
.<br />
.<br />
.</p>
<p>(hahaha! Ã© uma piada Anderson! Para uma pergunta assim, uma resposta assado!!) </p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - A respeito do Creative Commons, como vocÃªs vÃªm a<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  iniciativa?</p>
<p>LÃ¡ na aldeia os erÃªs inventam brincadeiras todo dia. E tem outras brincadeiras que jÃ¡ existem faz 3 geraÃ§Ãµes no mÃ­nimo. Nunca parei pra pensar que uma brincadeira teria um dono. Porque arte Ã© brincadeira nÃ©? Pra que ter dono? </p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Que contribuiÃ§Ã£o ele promove para a disseminaÃ§Ã£o da cultura?</p>
<p>Eu acho que a cultura Ã© a coisa mais importante pra disseminaÃ§Ã£o da cultura. E sua maior contribuiiÃ§Ã£o. OU seja, Ã© como aquelas plantas que se enrolam nos galhos, entendeu? Aquilo Ã© a floresta. Toda a floresta Ã© um monte de florestas. Toda a cultura Ã© um monte de culturas. O tal do certificado para provar que Ã© de todos nÃ£o precisa existir. A floresta Ã© de todos, como a cultura e os galhos. Ix, acho que me enrolei. Entendeu Anderson? Me enrolei ! haha! </p>
<p>&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  - Que aÃ§Ãµes estÃ£o sendo realizadas no Estado, e no<br />
&gt;Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  Nordeste, que envolvam o CC?</p>
<p>Tudo!</p>
<p>******</p>
<p>Anderson, espero que possa aproveitar trechos do que disse. Eu sei que vocÃª Ã© um cara ocupado, mas sei tambÃ©m que vocÃª entende que todos somos a mÃ­dia. EntÃ£o eu espero poder continuar conversando com vocÃª. E quando a matÃ©ria sair publicada, vou gostar de ver o Anderson dizendo com as palavras do Anderson o que ele acha sobre tudo.</p>
<p>***</p>
<p>abraÃ§os pra tod@s!!</p>
<p>wan selva</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>da tribo</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/10/23/3/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/10/23/3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2006 00:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

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		<description><![CDATA[segundo email para a lista metarec:
querid@s metarecicleiros, (aprendi a usar arroba pra falar com todo mundo!)
Ã‰ muita informaÃ§Ã£o nÃ©? Desculpem a demora, fiquei de escrever logo depois, mas aqui na tribo a gente acaba se distraindo nas brincadeiras e quando voltava pra cÃ¡ (uma espÃ©cie de oca onde guardamos mantimentos e tambÃ©m estÃ£o os 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>segundo email para a lista <a href="http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec" target="_blank">metarec</a>:</p>
<blockquote><p><i>querid@s metarecicleiros, (aprendi a usar arroba pra falar com todo mundo!)</i></p>
<p><i>Ã‰ muita informaÃ§Ã£o nÃ©? Desculpem a demora, fiquei de escrever logo depois, mas aqui na tribo a gente acaba se distraindo nas brincadeiras e quando voltava pra cÃ¡ (uma espÃ©cie de oca onde guardamos mantimentos e tambÃ©m estÃ£o os 2 computadores) eu tentava ler tudo (nÃ£o consegui entender tudo) e buscar mais coisas de chiapas.</i></p>
<p><i>Eu vou tentar me apresentar mellhor, mas antes queria agradecer o carinho recebido por vocÃªs e tambÃ©m queria pedir qu me dissessem outros lugares bacanas e listas que acham interssantes. Como eu contei antes, cheguei atÃ© aqui pelo Felipe, que conheci em Olinda, junto com outras pessoas incrÃ­veis. Adorei ver as fotos do submidialogia! Pena que sÃ³ sai de costas ou no fundÃ£o. Mas espero que nas procimas que publiquem eu apareÃ§a.</i></p>
<p><i>Antes de mais nada, algue&#8217;m pode me ajudar a escolher um tipo de blog pra usar? O pessoal do submidialogia me prometeu mas nÃ£o me escreveram mais. Alias Felipe, vocÃª manda esta mensagem pra eles na lista ou eu mesma posso mandar? Como Ã© que faÃ§o?</i></p>
<p><i>Bom, sobre mim, moro na floresta, aqui na amazonia. JÃ¡ morei fora daqui, do outro lado da fronteira, como dizem. Uma fronteira que nunca vi na verdade&#8230; Ã‰ sÃ³ arvores e mais arvores. Elas falam todas a mesma lingua. NÃ³s os humanos Ã© que falamos vÃ¡rias. Falo bastente em espanhol e portugues. Ainda nao aprendi muito as linguas indigenas porque a cada ano Ã© um lugar diferente nÃ©?</i></p>
<p><i>Eu tenho 31 anos, nasci por aqui mesmo mas meus pais sao de sao paulo (e acreditam que sÃ³ fui pra sampa 3 vezes na vida?). Quando nasci meus pais jÃ¡ moravam por aqui mas jÃ¡ tinha viajado por muitos lugares. A historia deles daria um livro, mas nao posso contar muito aqui. Ã‰ uma promessa que fiz pra minha mae, que sÃ³ escreveria algo depois da morte deles. Eu acho uma pena, mas minha mae Ã© muito religiosa e eu respeito nÃ©? Meu pai faleceu faz 2 anos e sinto muita falta dele. Continuo escrevendo cartas pra ele quase todo dia, porque gosto de escrever e porque assim jÃ¡ registro melhor pro livro (ou livros) que escreverei sobre os dois, sobre a ditadura que nao conheci, sobre a linda historia de amor entre uma ex-freira e um ex-policial (mas nem sei se minha mae gostaria que eu contasse isso&#8230; Acho que o unico que posso contar (que me deixam) Ã© que meu nome vem dos meus pais, Wander e Aline. O Ipsilon e os dois enes era sÃ³ pra complicar minha vida&#8230; Por isso podem me chamar de Wan, que Ã© como todo mundo me chama mesmo.</i></p>
<p><i>Falando mais de mim, morei sempre na selva (tirando a faculdade na bolivia), daÃ­ o sobrenome que eu mesma me dei. Os outros eu nem sei direito&#8230; Ã‰ que meus pais tiveram que mudar de nome e entre eles, atÃ© a morte do meu pai, continuavam se chamando pelos nomes falsos, ou melhor, os atuais. Foi sempre tanta confusao que hoje prefiro Selva mesmo. JÃ¡ que eles escolheram os nomes deles, eu escolhi o meu: Wan Selva. Muito prazer!</i></p>
<p><i>Meu trabalho Ã© com os indios, mas nao poderia chamar de trabalho&#8230; sÃ³ brinco com eles! As irmÃ£s religiosas que vivem comigo dizem que deveria educÃ¡-los, mas sao os erÃªs que me educam. IrmÃ£ Glenda Ã© minha madrinha e talvez a unica que sabe que sou atÃ©ia&#8230; Minha mÃ£e, apesar de ex-freira, me falou sempre da religiao como opio do povo (e hoje em dia vai na missa mais do que o padre!) e meu pai me dizia que Jesus era um revolucionÃ¡rio, mas falava disso com desprezo. Eu fui criando minha teoria, que um dia conto. Nem sei se aqui nÃ©, que aqui tÃ¡ cheio de tecnologias e devo estar cansando vocÃªs com meu blablabla.</i></p>
<p><i>beijos a tod@s,</i></p>
<p><i>wan</i></p>
<p><i>ps: quem puder me ajudar com o blog, eu agradeÃ§o! ah, e tambÃ©m como colocar fotos! quero colocar umas fotos da tribo no blog!</i></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>da selva</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/10/23/ola-mundo/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/selva/2006/10/23/ola-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2006 23:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanderlynne</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[emails]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[primeiro email para a lista metarec:
oi, meu nome Ã© wanderlynne selva.
o felipe me passou o endereÃ§o dessa lista mas ainda nÃ£o sei direito como isto funciona. estou atÃ© esta hora maravilhada com tanta tecnologia e gente do bem mas preciso ir dormir pra amanhÃ£ cedo brincar com os erÃªs. eu quero escrever mais, mas faÃ§o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>primeiro email para a lista <a href="http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec" title="lista metarec" target="_blank">metarec</a>:</p>
<blockquote><p><i>oi, meu nome Ã© wanderlynne selva.<br />
o felipe me passou o endereÃ§o dessa lista mas ainda nÃ£o sei direito como isto funciona. estou atÃ© esta hora maravilhada com tanta tecnologia e gente do bem mas preciso ir dormir pra amanhÃ£ cedo brincar com os erÃªs. eu quero escrever mais, mas faÃ§o isso amanhÃ£ depois do almoÃ§o. e pra nÃ£o escrever tudo de novo, coloco aqui o que acabo de escrever no metaong:<br />
<a href="http://www.metaong.info/node.php?id=885" target="_blank">http://www.metaong.info/node.php?id=885</a></i></p>
<p><i>estÃ¡ sendo um prazer conhecer tanta gente bacana!</i></p>
<p><i>wan</i></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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