Lamartine
Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vÃtima.
Vi aqui.
Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vÃtima.
Vi aqui.
Rádios
- 1 Dlink DI-624 router;
- 1 Dlink DWL-2100AP (modo repeater);
Vale uma dica. Nós tÃnhamos 2 DI-624 e descobrimos que não é possivel conectar um ao outro, a saÃda foi adquirir um access point dwl-2100ap que poderia funcionar como repetidor do sinal do router.
- 2 antenas aquarium com 25 dbi de ganho;
- 2 caixas de registro elétricos, dessas que encontramos nas casas com relógio medidor dentro;
- 2 astes para a antena, pode ser utilizada astes próprias para antena ou pára-raios;
- Cabos utp (rede lógica) e pp (rede elétrica) metragem de acordo com a instalação;
No mais é parafusos, buchas, braçadeiras, etc…
::: escrito por FabrÃcio :::
Ponto-org pela manhã e ponto-gov tarde e noite. A cada dia tenho menos tempo de ser ponto-philipe. As contas no fim do mês clamam por ponto-org e ponto-gov; minha consciência exige o ponto-philipe (…)

Um dia pensei que era um carcará. Talvez tenha sido. Talvez fui ou sou. O carcará é temido, faz o que bem entende e anda - muitas vezes - na contramão. As andorinhas são lindas. Todo mundo quer ser, ou é. Tem tanta ave por aÃ. Ter uma andorinha numa floresta é alegria na certa. As andorinhas voam. O carcará também. Ah, mas as andorinhas não deveriam voar. Elas são belas na terra, pra quê voar? Quando uma andorinha voa é tristeza na certa. Uma floresta não é mais a mesma sem andorinhas. Muitas aves são formosas, mas nenhuma tem o charme e o jeito da andorinha. Hoje me sinto como a ave fenix. A fenix renascia das próprias cinzas. Tinha a capacidade de voar levando cargas muito pesadas. Uns dizem que vivia exatamente 500 anos. Outros, 97.200 anos. SÃmbolo da imortalidade. Não viverei 500 anos, tampouco 97 mil. Nem verei andorinhas, muito menos seus vôos. E o carcará? No sertão é seca e sangue: um mundo de penas, carniça!

Bagunça, confusão, bando, corja. A palavra tem origem no nome da bailarina clássica italiana Marietta Baderna. Em 1849, ela emigrou para o Brasil, fugindo de lutas polÃticas na Itália. Quando começou a se apresentar em teatros do Rio fez um grande sucesso, por ser muito talentosa. Marietta não gostava de injustiças. Chegava a brigar com empresários teatrais para defender colegas seus que eram menos famosos. Sempre que podia, ia para o centro do Rio, onde dançava junto com os escravos a dança preferida deles, que era chamada de umbigada. Com essas atitudes, começou a ser perseguida pelos donos de teatros, que não renovavam seu contrato. Os jovens do Rio, apaixonados por ela, iam à s peças e começavam a vaiar e bater os pés no chão para protestar contra as perseguições a Marietta. Chegavam a interromper os espetáculos no meio. Foi por essa razão que seu nome acabou virando sinônimo de bagunça, confusão.
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Quando meu winmodem não funcionar, preciso entrar neste site e baixar o arquivo zipado que é referente ao kernel que estou usando. Depois digitarei “unzip nome_do_arquivo.zip” para descompactar e em seguida “dpkg -i nome_do_arquivo.deb”. Pronto.

Precisa ter instalado na sua máquina um cliente de FTP. Eu uso o gFTP. Daà você vai na outra máquina (aquela que você quer pegar algum arquivo) e digita “ifconfig” no terminal pra pegar o IP dela. Pegue também o login e a senha. Abra o gFTP e digite o IP, o login e a senha. Se não funcionar é porque a outra máquina não tem servidor de ssh instalado. Para instalar, abra um terminal e digite “aptitude install openssh-server”. Pronto, agora você abre o gFTP e seja feliz

Zé Bedeu, o vulgo “guarda roupa†- era um maluco que andava com 5 a 6 roupas de uma só vez (só trocava a ordem) e perambulava pelo bairro Pan Americano. Popular era o Zé Tatá, um homossexual que andava a cavalo pela periferia da Parangaba e tinha fama de valente. Na praça do Ferreira reinava o Burra Preta, desfilando com o balanço exagerado de sua bunda desproporcional. Ainda temos a Vassoura, que era o apelido de uma doida que perambulava pelo centro da cidade e ficava possessa ao gritar seu apelido. Ainda temos Bode Ioiô, claro! Tem gente que fala de outros personagens: Barba Azul, Senadorzão, 90, Zé do Mangue, As Panteras, Nadir Ai-ai, Eliomar Dodói e Maria-sem-fundo, mas não conheci - nem ouvi falar. Talvez porque não cheguei a frequentar o bar “Cabaré da Pirritaâ€, na Praia de Iracema, ou o forró do “Viva Maria”… mas se eu conhecesse os malandros do “jogo da pretinha†(pra pegar otário) nas ruas de acesso a Praça José de Alencar, ah – com certeza – eu saberia de mais gente folclórica. OtacÃlio Colares contribuiu, através do poema “Descante à cidade amadaâ€, quando apresentou mais tipos populares: Chagas dos Carneiros, Jararaca, Zé Levi, Cheira-Dedos, Mimosa, Zé Lapada, Cabeção e a Siri. Batista de Lima acrescentou, certa vez, mais gente: Canoa Doida, Manezinho do Bispo e Roberto Carlos. Aqui só tem figura…

Hoje eu não queria levantar da cama. Cheguei na ONG 9:09, mais de uma hora atrasado. Cansado. De saco cheio das coisas que imobilizam a ONG e o trampo ponto-gov. Preciso de uns dias na praia, sem oficinas nem discussões. Só a praia e meus pés, descalços. Acorda! Tem um concurso pra estudar, tema pro mestrado à definir e fazer vários contatos porque a grana dos trampos está acabando e a tia do aluguel precisa do meu dinheiro pra comprar a metade da farmácia.

O projeto Casa Brasil foi inaugurado no último dia 10. A casa de lançamento das unidades do Ceará foi o Vila União. Trabalho lá. Muita correria. No dia 11 iniciou o primeiro encontro estadual, que estendeu-se até o dia 14. O Cultura Digital estava lá e teve oficina de áudio e vÃdeo - foi bem legal. Avante pinguim! ![]()
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