Transmissor da Rádio Serviluz FM
E ele finalmente chegou! Lindo né? Transmissor pra Rádio Serviluz FM. Reforma agrária do ar “on”!

E ele finalmente chegou! Lindo né? Transmissor pra Rádio Serviluz FM. Reforma agrária do ar “on”!

Um problema. Solução: várias reuniões com parceiros, proponentes, bolsistas e demais sujeitos. Horas e horas em busca do melhor para o projeto.
Outro problema. Solução: chamar os pais das crianças e jovens da comunidade, um por um, para conversar. A mesma história repetida várias vezes. Resolver coletivamente. E como diria Cazuza: todo dia é dia e tudo em nome do amor, essa é a vida que eu quis…
Nos dias 24 e 25 de fevereiro estivemos (Terramar) facilitando, na comunidade de Curral Velho (Acaraú/CE), a oficina de comunicação em rede. Abordamos a pesquisa e busca de informações na web, filtramos tais infos e trabalhamos com a Wikipédia - num trabalho colaborativo a partir do diálogo dos interesses e necessidades que a comunidade tem com relação à comunicação e o conhecimento. Depois mostramos a possibilidade de interagir com listas de discussão, criamos o e-mail da associação de marisqueiras e pescadores, além de um blog institucional. Ah, foi muito legal apresentar algumas fotos de satélite através do Google Maps e deixei um link para o Google Earth, sem instalar… se eles tiverem interesse em fuçar, vão instalar o programinha
e pra quem gosta de bons modos virtuais, deixei um papel com a tal da netiqueta, hehe…
Algumas gotas da oficina:
Paula Martini:
Geramos um programa de rádio muito interessante chamado Rádio Overmundo (…) [que] possibilita a difusão gratuita para rádios comunitárias e educativas. Oferecemos 6 meses de programação, com 4 programas mensais de 15′ cada. Temos disponibilidade de material, com folga de segurança, para inÃcio da difusão logo após o carnaval. (…) Destacamos tratar-se de um material de 60′, sendo que os programas definitivos, do número 1 em diante, têm duração de 15′ cada. (…) O programa-piloto:
http://www.overmundo.com.br/banco/programa-de-radio-overmundo
djahjah:
+ CC é ainda baseado numa idéia liberal iluminista meio americana de que o individuo é mais importante que a comunidade e ele tenta esvaziar todo um questionamento muito mais amplo da propriedade intelectual, e da propriedade em si que já vinham ocorrendo na rede há muito tempo.
+ Apesar de achar a idéia do OverMundo boa, temo por suas relações institucionais, o patrocÃnio da Petrobras, e por seu idealizador ser roteirista da Rede Globo. Nada pessoal.
O trecho acima era desnecessário pra te responder, mas queria deixar isso claro. (…) Não conheço rádiolivre que aceite programações externas dessa maneira (…) mas pessoas podem passar conteúdos que lhe interessem (…) Vocês também podem participar indo e fazendo o programa de vocês nessas rádios. participando, ajudando e fazendo parte. como a programação é aberta e são poucas restrições (proselitismo, propaganda e discriminações) não vejo problema algum.
Juba:
Cara Paula Martini, eu particularmente jamais me ligaria a um site “.com” com proposta de fazer uma programação não comercial, auhauahuahuahuhaahuha. eh pegadinha? se liga, naum somos doadores nem queremos nosso sangue sugado! creative commons sucks [.] use a gpl versão 3 [.] ;P
Chico:
Pra começar a conversa, acho que poderÃamos dizer que o overmundo e sua ‘comunidade’ não são nossos amigos… essa ‘parceria’ é tipo a da globo e a viva favela, onde as radios ‘comunitarias’ receberam programas da globo do naipe do casseta e planeta para transmitir no rádio… é preciso lembrar que por trás dessa merda de overmundo tá o hermano vianna, cidadão keine gasoso, o rei dos contatos e conchavos da produção cultural brasileira… figura gasosa, pois de livre transito e muito requisita pelo MinC, Globo, Conselho Cultural da Petrobrás… pau no ** desses perversos…. salve!


Blog temporariamente interditado para atividades sem planejamento, monitoramento, avaliação, sistematização e difusão (PMASD), muito menos compromisso, perspectiva ou resultado. Um festival de jazz e blues, uma serra com cachoeiras, uma barraca num camping e uma companhia mais que agradável. Nos vemos na selva de pedra na quinta-feira, 22/02 ![]()
http://www.linux-sound.org/
http://linuxrockstar.blogspot.com/
http://www.jacklab.org/ - distro multimedia alemã recém-lançada
http://linux-sound.org/jack.html - tudo que existe pra rolar com jack
https://www.musix.org.ar/wiki/index.php/JACK-pt
http://pd-graz.mur.at/label/book01 - Bang! - o livro do PD
Direto da lista do metarec:
Instale essa extensão no firefox para poder baixar os vÃdeos do you tube:
https://addons.mozilla.org/firefox/2390/
Converta o vÃdeo utilizando o ffmpeg
http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=FFMPEG
E grave com o k3b ou com o navegador de arquivos do gnome mesmo.
Outra forma é através do site keepvid.com, você dá o link do youtube e ele te volta o link flv. Já no ffmpeg, na resolução do youtube, o melhor seria
$ ffmpeg -i arquivo.flv -ab 56 -ar 22050 -b 500 -s 320×240 arquivo.mpg
Dica do Ricardo Palmieri, na lista do estúdio livre:
Quando você fotografa algo com sua câmera digital, geralmente você escolhe a resolução por megapixel.
Megapixel nada mais é do que a quantidade de pixels que tem na sua imagem. Uma imagem com 1280 pixels por 840 tem 1075200 pixels, ou seja, 1 megapixel.
Mas porque eu estou falando nisso?
Porque pixel não significa DPI. DPI é “dot per inch” ou ponto por polegada. Isso é uma unidade de medida utilizada para se fazer impressões em papel. Significa 300 pontos de tinta por polegada linear impressa.
Para preparar sua imagem da câmera digital (que sempre terá 72dpi por padrão) você precisará utilizar 2 métodos:
- Redução: para imprimir uma imagem de 10×15cm por exemplo (4″x6″ polegadas) com 300dpi de resolução, você precisará de uma imagem com no mÃnimo 1200×1800pixels (4 polegadas x 300 pontos por polegada = 1200 pixels [anula-se na equação a unidade polegada] e assim por diante). Resumindo: você precisará de uma imagem com no mÃnimo 2,16 megapixels vinda da sua câmera digital para não precisar utilizar o segundo processo.
- Interpolação: pegue uma imagem em qualquer resolução. Redimensione o número de dpi (repare que tem a opção pontos por centÃmetro também lá) para 300. O que acontecerá com sua imagem é que o Gimp criará pontos intermediários entre os já existentes na tua imagem.
E se você for trabalhar com impressão em gráfica, ou quiser pensar a respeito de tratamento de cores para impressão, vale a pena pesquisar os plugins do Gimp pra CMYK, enquanto a versão 2.4 tão esperada não vem.
FF comentou:
Se a imagem tá mesmo com 3008×2000, ela tá em alta resolução, não interessa se 72 ou 300 dpis. A informação que tá lá é a mesma. O dpi é uma medida relativa, pra quando vai imprimir: em impressão off-set, se usa mais ou menos o dobro da lineatura. Se o fotolito vai usar 130 lpi (linhas por polegada), se usa de 260 a 300 dpi. Mas a onda é a relação: uma imagem de 3008×2000 em 72 dpis tem mais ou menos um metro por 70 centÃmetros. Se for usar pra impressão off-set, com 300 dpis, ela vai ficar com 25cm x 17cm. Se for usar pra impressão em jato de tinta, eu costumo usar 150 dpis, ela fica com 50cm x 34cm.
KB e MB são só diferenças de grandeza. Tipo, dizer “dois litros” ou “dois mil mililitros”. Se o teu problema é só mandar uma imagem em alta resolução, pode mandar em 72 ou 300 dpis, tanto faz, desde que ela tenha aà o tamanho em pixels original, 3008×2000.

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