Em 1996, sobre a luta
Sub-comandante Insurgente Marcos, certa vez, numa declaração:
O Velho Antonio dizia que a luta é como um cÃrculo. Pode começar em qualquer ponto, mas nunca termina.
Sub-comandante Insurgente Marcos, certa vez, numa declaração:
O Velho Antonio dizia que a luta é como um cÃrculo. Pode começar em qualquer ponto, mas nunca termina.
Deixo livre todas as coisas que amo
Se voltarem, foi porque as cativei
Senão, porque nunca as tive.
Antoine de Saint Exupéry

Do radiolivre.org:
“Nesta sexta, 26 de janeiro, a Rádio Livre Filha da Muda, localizada na Universidade Federal do Acre (UFAC), teve seus equipamentos apreendidos pela polÃcia federal. Os policiais chegaram à paisana e sem carros oficiais, tentando não chamar a atenção dos acadêmicos. Encontraram a rádio fechada, e abordaram programadores que chegavam sem se identificar, para conseguir acesso ao estúdio. Cerca de 30 estudantes, professores e membros da administração foram ao local para tentar evitar a apreensão, ou que fosse levado apenas o transmissor. A PF, que chegou a reunir 9 homens e inclusive o delegado, acabou resolvendo levar todos os equipamentos: transmissor, mesa de som, compressor e computador. Ação ilegal, pois a atual legislação não permite apreensão de equipamentos. A polÃcia apresentou um mandado do juiz federal Alysson Maia Fontenele, alegando que foi registrada a denúncia de interferência em rádios patrulha e ambulâncias num raio de 8 km. O argumento causou estranheza em todos, já que o transmissor possui apenas 25 watts e é homologado pela Anatel, ou seja, possui qualidade técnica garantida pela agência, não podendo causar interferências.”
Veja o vÃdeo: http://www.youtube.com/watch?v=u7NiHGM5oLQ

Minha querida companheira de luta, Luciana, foi entrevistada por Danilo Augusto, da Agência Noticias do Planalto. A entrevista foi replicada no Ecodebate. Ouça aqui o áudio da entrevista.

Hora de tomar juÃzo. Hoje nasceu meu primeiro sobrinho, o Cabeção Júnior - minha homenagem ao pai do rebento. Uns chamam de Bentinho, referindo-se ao papa Bento XVI, já que os pais são religiosos. A vó materna chama de Janjão, uma idéia do nome do pai, Jonathans. A mãe, sempre as mães, chama pelo nome mesmo: João Afonso. Confesso que gostaria de chamar pelo nome, mas não consigo. Que tal uma contração: Fonfas.
Enfim, seja bem vindo Cabeção Júnior, mais um comedor de rapadura na taba alencarina.
PS: Os pais esperam que ele seja religioso, da igreja e tal, penso que será um “desobediente” na linha de Thoreau. Ah, vou correr numa loja que me disseram que vende artigos do linux e comprarei uma camisa com um pinguim bem grande! Depois eu faço um silk do MetaReciclagem!
VÃdeos de hoje, primeiro dia de vida… sabe como é que é… tio nerd vai ver sobrinho com filmadora, hehehe…
http://www.youtube.com/watch?v=TJADnhwlyYU
http://www.youtube.com/watch?v=XKCujXD6YYo
http://www.youtube.com/watch?v=8vBzpS4fY8k
Após 8 meses de viagem, desde Fortaleza, o Projeto Ciclovida chega no seu destino. A longa viagem da famÃlia de trabalhadores rurais do Ceará pedalou por várias cidades do nordeste, indo até BrasÃlia. De lá, o Ciclovida desbravou as regiões sudeste e sul, pelos assentamentos rurais, até chegar no Paraguai e, por fim, na Argentina. O projeto tem por objetivo discutir uma nova relação com a terra e uma campanha de resgate das sementes crioulas (naturais, de comunidade), cada vez mais raras e confinadas em laboratórios da Embrapa ou de empresas de manipulação de sementes (transgênicas).
Durante toda a viagem, o Ciclovida passou por dezenas de assentamentos e ocupações, discutindo com os/as trabalhadores/as brasileiros/as, paraguaios/as e, por fim, argentinos/as, a necessidade do fortalecimento da luta contra o agronegócio e os transgênicos.
Por e-mail, o companheiro Inácio conta como foi a chegada na capital argentina: “Chegamos hoje em Buenos Aires, já encontramos os companheiros Piqueteiros de la Matanza, jantamos juntos, trocamos idéias até agora e amanhã a festa continua. Fomos esperados com uma caravana de crianças em bicicletas, foi muito lindo!“. Nas próximas semanas, o Ciclovida discutirá a conjuntura da América Latina com os/as companheiros/as Piqueteros e demais articulações que lutam por um mundo onde caibam várias realidades.

HD com defeito e um pedaço do gabinete (local onde coloca o HD para parafusar). E ainda tem espelhinho, hehehe…
Casa Brasil - Vila União
Fortaleza - CE.
— MetaReciclagem: Augusto
— Fotografia: Philipe

Interessante reflexão do ff sobre o MetaReciclagem e o que vem acontecendo desde o Projeto Metáfora: http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=3609
Ouvi muitas vezes, no rádio, o Alceu Valença cantando essa música:
Uma musa matriz de tantas músicas
Melindrosa mulher e linda e única
Como o lado da lua que se oculta
Escondia o mistério e a sedução
Comovida com a revolução
De Guevara, Camilo e Sandino
Escutou me Espelho Cristalino
Viajou nosso sonho libertário
Bela Inês, com seu peito de operário
A burguesa que amava o Capitão
Sempre gostei da melodia e nunca sabia o nome da tal canção. Hoje, voltando do Pecém, o cara da rádio disse que era Romance da Bela Inês. Agora vou fazer a correria de pegar num p2p da vida…

Olha o Ciclovida aà gente! Eles saÃram de bicicleta de Fortaleza até a Argentina. Hoje estão no Paraguai.
NotÃcias da estrada :
“Estamos atravessando o Paraguay. Aqui o agronegócio impera como no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e como o latifundio expulsou os agricutores dos campos brasileiros para as cidades, os expulsou tambem para este PaÃs.
Muitos brasileros vieram para estas terras atraÃdos pelas falsas propagandas das terras paradisÃacas para a agricultura. Os brasileiros vieram servir de mão-de-obra barata e necessária para o agronegócio devastar estas terras, e quando as terras foram desbravadas, estão hoje sendo também sendo expulsos, tanto ´para as cidades do próprio Paraguay, quanto para o Brasil.
Muitas famÃlias que estão voltando, ou querendo voltar para o Brasil, não têm perspectivas seguras, nem aqui e nem no Brasil, não tem como se incluir no mercado de trabalho cada vez mais excludente e nem nas terras que não necessita mais de seu trabalho, porque o agro negócio só trabalha com máquinas e venenos. Não há mais trabalhadores no campo e, nem do Brasil e nem do Paraguai.
Para se livrar das ervas daninhas, no campo hoje se usa o veneno da Monsanto e para plantar passar veneno e colher, se usa as máquinas. Hoje, a Opção de muitos está sendo voltar para o Brasil direto para os ocupações da MST. Está ocorrendo uma fuga em massa os acamentos, muitos deles nas beiras de estradas e BRs.
Passamos por muitos acampamentos onde encontramos até 80% dos ocupantes era recém chegados do Paraguai, e pessoas que moravam neste PaÃs ( Paraguai) bá mais de trita anos. Agora não tem como se encaixar na realidade brasileira que nã seja pelas ocupações, aventurando ganhar um pedacinho de terra”.
CICLOVIDA
Fotos direto do Paraguai:
http://projetociclovida.blogspot.com/2007/01/fotos-de-paran-e-paraguai.html
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