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TV na Internet

A pluralidade da hipermídia em lidar com diferentes conteúdos faz do seu PC também uma TV: o monitor se transforma na tela do eletrodoméstico enquanto o conteúdo é recebido não pela antena, mas pelo cabo Ethernet (ou o sinal sem fio).

Fora serviços como o Joost ou o Miro, que já descobriram e vêm explorando esta faceta do micro, há uma outra possibilidade de assistir TV no seu computador: a sintonização de canais abertos via streaming, por meio da internet.

Aproveitando os Jogos Olímpicos de Pequim, com uma diferença de horário que permitirá que alguns jogos sejam assistidos no começo da manhã, o IDG Now! foi investigar: a reprodução de canais abertos no micro é crime no Brasil?

Pela falta de regulamentação específica no país e entre acusações de órgãos oficiais, a resposta é simples: esta espécie de “gato digital” não é crime.

Sites como Live-Online-TV, FreeTube, Streamick, TVTuga e wwiTV agregam centenas de canais (internacionais, em sua maioria) que podem ser assistidos livremente por qualquer usuário com banda suficiente para agüentar a transmissão ao vivo.

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A Brigitte Bardot está ficando…

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Brigitte Bardot atuou em mais de quarenta filmes, tendo sido reverenciada como umas das atrizes mais sensuais dos anos 50 a 70. Mesmo imortalizada nas telonas, mereceu letra e música de Tom Zé para falar da velhice, do tempo implacável que passa e nos deixa na solidão. Ela mantém uma Fundação de Proteção aos Animais e virou nome de praia em Búzios/RJ, onde passou temporadas, com direito a estátua de bronze, nem sempre resistente a ação humana.

Brigitte e a Harley Tudo sobre Mme Bardot Biographie Le fun-club de Brigitte Bardot

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Steal This Film II

Folha de S. Paulo - SP
15/01/2008 - 07:58

Cinema
Roube este filme

Grupo britânico pró-downloads ilegais lança segunda parte de documentário que deve ser “roubado” pela internet e declara guerra contra indústria

“Nós reconhecemos e sabemos que nunca vamos parar a pirataria, nunca. Temos que tentar fazê-la o mais difícil possível.” Vinda de quem vem -do presidente da Motion Picture Association of America (MPAA), que reúne os estúdios de cinema dos EUA-, a frase é uma rara admissão de derrota.

Ela está em “Steal This Film 2″, documentário britânico pró-downloads e antidireitos autorais lançado no fim do mês passado na internet, para ser baixado gratuitamente -ou “roubado” diretamente do site (www.stealthisfilm.com), como sugere seu título (roube este filme, em inglês).

Produzido por um grupo que se denomina Liga dos Nobres Pares (League of Noble Peers, em referência ao sistema “peer-to-peer”, ou P2P, de troca de arquivos on-line entre usuários), o filme é um panfleto a favor da atividade mais polêmica a derivar da internet: o download de filmes, músicas, livros e outras propriedades intelectuais sem pagamento de direitos autorais -aquilo que a MPAA define como “pirataria”.

Ele é dirigido pelo britânico Jamie King, 33, Ph.D em filosofia e cineasta amador, que também dirigiu a primeira parte.

“Muita gente acredita que essa mudança na comunicação é temporária, pode ser parada pela indústria do entretenimento, que pode nos impedir de trocar arquivos, de pensar dessa nova maneira. Queríamos fazer um filme que encerrasse essa discussão, que mostrasse que essa revolução não vai ser revertida”, disse King à Folha, por telefone.

“Uma vez que isso for entendido pelas pessoas, elas podem começar a pensar criativamente sobre o que virá a seguir. Só quando você acredita que a velha ordem vai acabar é que começa a pensar o que fará a seguir, porque acredita que o futuro não está escrito.”

A revolução será baixada

King registrou seus filmes formalmente (com copyright) justamente para praticar o que prega: com direitos registrados, o download da obra sem consentimento se torna ilegal.

“É um paradoxo deliberado. O filme tem copyright em nosso nome, então quem baixa está efetivamente roubando, mas é uma piada, porque isso é exatamente o que queremos.”

“Steal This Film 2″ reúne diversos entrevistados para defender a tese de que o modelo de entretenimento que envolve direitos autorais está falido e será totalmente derrubado em breve, pela mistura de desenvolvimento tecnológico e de usuários que já crescem acostumados a não pagar por músicas e filmes, por exemplo.

O diretor é bastante inflamado na defesa desse ponto de vista. “A história não se move porque advogados negociam contratos com outros advogados, ela se move porque as pessoas a empurram à frente com ações ousadas e, gradualmente, o discurso a alcança.”

A posição radical deriva do estado de guerra declarado pela indústria do entretenimento, que reagiu com ferocidade sem precedentes aos downloads, criminalizando a atividade e processando usuários aos milhares, mandando vários para a cadeia, inclusive.

“Eles estão tentando extrair todo o dinheiro que puderem de seus produtos antes de esse modelo de negócio desmoronar. Eles sabem que o tempo é curto, então tentam aterrorizar as pessoas para retardar a mudança o máximo possível.”

Pague se quiser

Entre os novos modelos de negócio que já vêm sendo testados, King é partidário do “pague o quanto quiser”, que ganhou notoriedade depois que a banda Radiohead lançou seu último álbum desse modo.

O primeiro “Steal This Film”, lançado em agosto de 2006, que foi autofinanciado e custou cerca de 3.000 libras (ou R$ 10 mil), já pedia doações (opcionais) de US$ 1 a cada usuário, mas teve arrecadação irrisória.

O segundo custou 23 mil libras (cerca de R$ 79 mil), sendo que 87% do orçamento foram financiados pelo Britdoc (fundação britânica de documentários), e já arrecadou o equivalente a R$ 17 mil -foram 150 mil downloads apenas nos quatro primeiros dias.

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Sweet Movie

E conversando com fabiborges, metasubcibertrans, que postou hoje sobre imersões e singularidades, ocorreu-me outro filme proibido, de 1974, do diretor sérvio Dusan Makavejev, “Sweet Movie”, que trabalha justamente na relação entre o corpo, a sexualidade e a política.

10m.jpg cenasweetmovie.jpg sweet-movie.jpg dusan-makavejev.jpg

Explorando a linguagem cinematográfica de maneira a caracterizar teatro, documentário e ficção em cenas e tomadas nada convencionais, essa obra causou furor quando lançada e tem assegurada sua importância no cinema de arte. Em 2000 o filme foi relançado no Brasil, tendo ficado poucas semanas em cartaz, pode ser encontrado em locadoras e na internet.
Entrevista em ingles com o diretor, dez/2000 e duas críticas: aqui e aqui

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Say Goodbye to Privacy

http://apnews.myway.com/article/20071111/D8SRJ1DO0.html

A discussão é em si bastante velha: quanto da própria privacidade se está disposto a ceder em nome da segurança? E quanto desta segurança é real, quanto o jogo vale a pena? Fazer com que o Grande Irmão conheça qualquer dos meus movimentos permite-nos viver tranquilos?

Quando falamos de privacidade, comumente entendemos que posso comunicar o que quero e a quem eu quero sem que ninguém mais tenha o direito de me ouvir ou ler-me, a menos que um juiz decida que isso seja um perigo. Privacidade significa também anonimato, e a Rede se parece muito com a terra prometida: aquele que finge ser quem talvez não seja, protegido pela distância criada do monitor, exprime-se livremente.

Certamente, a Internet pode ser empregada mesmo para objetivos nada nobres: o anonimato em rede pode ser um problema para identificar eventuais malfeitores. A Rede pode fornecer os meios aos malvados para agirem na sombra. Deve-se, por isso, renunciar à uma parte de nossa intimidade? E quão grande deve ser esta parte, para que se torne eficaz?

Para Donald Kerr, Deputado e Diretor da Inteligência Nacional dos Estados Unidos, a pergunta é simples. A privacidade assim como a entendemos deve ser reconsiderada: é necessário termos privacidade desde que não se confunda com o anonimato. Uma afirmação do tipo parece facilmente um contra senso, mas Kerr explica: no novo conceito de privacidade, as comunicações pessoais ou de negócios são garantidas, sendo salvaguardadas pelo governo e as empresas às quais o governo confia o suporte técnico. As pessoas cedem seus dados espontaneamente assim como fariam para subscrever um serviço, como num compartilhamento electrónico ou preenchendo um perfil no MySpace.

Assim, o governo ou quem tiver conhecimento dos aspectos da vida de uma pessoa, conhecendo seus hábitos, os seus amigos, seus sucessos, os seus problemas, agora poderia então intervir para garantir a segurança dos seus cidadãos, num mundo onde o risco e o terrorismo ameaçam estes mesmos cidadãos em toda parte.

Confiem-nos vossas vidas, disse Donal Kerr: somente para nós, nenhum outro poderá ver - assim salvaguardaremos vossa privacidade - e limitar-nos-emos a manter a vista de longe para evitar que se torne uma ameaça. Para a vossa mesma segurança.

As declarações Kerr levantaram sua previsível “bomba” (polverone) quando o Congresso está justamente discutindo uma proposta de lei que permita evitar a necessidade processo tribunal para efetuar atividade de vigilância sobre o solo dos EUA: o Foreign Inteligência Vigilância Act.

O problema que o Congresso vem enfrentando deriva do fato que nos canais dos Estados Unidos passam comunicações estrangeiras, mesmo as potencialmente perigosas, e que não podem ser interceptadas por uma lei de 1978, que precisamente prevê a autorização de um juiz para poder agir dentro do território nacional. Alterar esta lei - dizem na Casa Branca - retiraria as atuais obstruções às atividades de inteligência.

O cenário que prevê o espião governamental, de qualquer modo, não pertence mais somente ao futuro: já agora o AT&T enfrenta uma ação promovida pela Electronic.frontier.foundation. Um técnico aposentado da AT&T revelou ter instalado, em 2003, um dispositivo para coletar e copiar chamadas em um supercomputador governamental, bem como correio electrónico e acessos aos sítios Internet produzidos sobre linhas AT&T. De acordo com o EFF, existem nos Estados Unidos pelo menos 20 dispositivos do mesmo tipo.

A questão para Kerr não é o recolhimento de informações, mas a criação de um sistema de leis e de regulamentações que evite o uso ilícito destas informações: esta é a nova privacidade. “um sistema de leis, regras, hábitos, de acordo com uma infra-estrutura garantida por comissões de vigilância e de privacy board, um sistema sobre o qual sejam avaliados e medidos os atos colaborativos das inteligências”.

Tanto que, na Rede, os dados sensíveis expostos ao publico já são numerosos: “as gerações mais jovens” - Kerr tem 68 anos - “têm uma idéia muito diferente sobre o que seja a privacidade, aquilo que querem proteger sobre suas vidas e seus negócios.” Proteger o anonimato é uma batalha que não pode ser vencida. Qualquer um que datilografou o seu nome no Google compreende isso”.

“A referência está no serviço de social networking, MySpace e Facebook, e no comércio na Internet, onde milhões de pessoas já têm confiado seus dados pessoais. Como declarou: as informações estão já disponíveis, coletadas, tornemos a prática comum e regulamentemos tudo. Fá-lo-á o governo, e, por conseguinte, há de se ter confiança. No máximo, algumas companhias privadas, às quais confiaremos a parte técnica, poderão ter acesso aos vossos dados, mas é um pequeno sacrifício em nome da segurança.

Kerr adiciona ainda que quer separar privacidade, anonimato e segurança, como se não fossem quase interdependentes: qual privacidade se pode ter quando o meu nome continua manifestamente ligado ao que escrevo, digo e comunico?

Além disso, esta visão “privacidade” seria oposta a de “segurança”: se o que eu faço, se o que é coletado e arquivado fica à disposição de quem tenha as autorizações ou as capacidades para acessar, posso realmente ficar tranquilo?

Quem vigiará os vigias? Porque não pode ser suficiente “Somos o governo, tenham vocês confiança em nós”.

http://www.zeusnews.it/index.php3?ar=stampa&cod=6443
[ZEUS News -18-11-2007]

ver tb

http://www.eff.org/cases/att

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Amsterdam - set/out/07 ‘ (chovendo…)

Encontros: Felipe Fonseca, eu e Jose Murilo Jr
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SIMONDON, Gilbert

Faz um tempo que meus camaradas me apresentaram simondon.

Procurei uns mails antigos, com partes traduzidas, e me empolguei em tentar relacionar a filosofia técnica adversária da tecnofobia com metarec e mimoSa. Do bricolage selvagem aos gamb+i da vida, segue um texto introdutório com links de videos pra curtir e debater nos papos fora da caixinha (ou a caixinha preta explodiu!).
SIMONDON, Gilbert

Nascido em Saint-Etienne em 1924, faleceu em 1989. Professor nas universidades de Poitiers e depois em Paris, filósofo do século XX, considerado importante muito antes por Gilles Deleuze, permaneceu por muito tempo desconhecido. Adquire hoje uma importância crescente. Os conceitos principais que expõe em sua tese de doutorado são individuação e transdução. Digno herdeiro de Jacques Lafitte que preconizava em 1932 o desenvolvimento de uma ciência das máquinas, a mecanologia.
http://fr.wikipedia.org/wiki/Gilbert_Simondon

A atualidade de Simondon reside nas novas problemáticas que apontam sua filosofia hoje para novas direções, além de rearticular a relação entre humanos e técnica, entre seres viventes e não viventes.
http://pascalnouvel.net/actualite-de-gilbert-simondon

Simondon escreveu artigos em cadernos de pedagogia e psicologia, e junto a sua obra Do Modo de Existência dos Objetos Técnicos, contribui para o estudo da técnica e de novos processos sociais de ensino e aprendizagem de cultura técnica.

No Brasil, experiências como metareciclagem* e mimoSa** sugerem a compreensão de processos pedagógicos de ensino técnico-estético, reaproximando a técnica da cultura, exemplos singulares de uma nova cultura técnica.

“Podemos comparar a invenção do objeto técnico qualificado
eventualmente de engenhosa, astuciosa, chamado corriqueiramente de “descoberta” com aquele objeto estético que será qualificado de criação. A obra artística será criação posto que ela admite culturalmente que o gênio criador transcenda a realidade onde não descobre uma realidade potencialmente existente, ela necessita de um criador particular “o artista”, insubstituível por natureza; de outro lado a obra técnica não será sena descoberta qualificada eventualmente de engenhosa, astuciosa, mas será uma descoberta, quer dizer, poderia aparecer mais dia menos dia. O problema aqui colocado, trata-se de um desequilíbrio injusto contra a técnica e a estética que não encontra nenhum fundamento rigoroso, a cultura está na causa pois é ela que está inscrita a apresentar todos os objetos do nosso meio.”

[fr] http://web.media.mit.edu/~cati/papers/Vaucelle_OnSimondon99.pdf

[es] multitudes e princípio de individuação, Paolo Virno
http://multitudes.samizdat.net/Multitud-y-principio-de.html

[uk] apresentação de simondon
http://www.answers.com/topic/gilbert-simondon

[uk] comentários de blog sobre individuação em simondon
http://larval-subjects.blogspot.com/2006/07/simondon-and-individuation.html

[fr] introdução de meot
http://philia.online.fr/txt/simd_001.php

[fr] biografia - introdução ao meot e à individuação
http://www.admiroutes.asso.fr/larevue/2000/2/simondon.htm

[fr] artigo sobre a contribuição de simondon ao estudo da técnica
http://commposite.uqam.ca/2000.1/articles/gladu.htm

[fr] politicas de individuação, pensar com simondon
http://multitudes.samizdat.net/-Majeure-Politiques-de-l-.html

[pt] intersecções entre ambiente e realidade técnica
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-753X2001000800006&script=sci_arttext

vídeos de referência:

*metareciclagem no encontro de conhecimentos livres do piuaih
http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=1312

**mimoSa around the world
http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=2846

seo paraíba
http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=2412

manual do gato 2
http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=3239

vídeo de ataque: xiado
http://darksnow.radiolivre.org/ataque_comunicacao.ogg

ocupação anatel sp
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/05/254255.shtml

para assistir use vlc:
http://www.videolan.org/vlc

SIMONDON, Gilbert

Nacque a Saint-Etienne nel 1924, ed è morto nel 1989. Fu professore alle Università di Poitiers e Parigi, un filosofo del secolo XX, ritenuto importante molto prima di Gilles Deleuze, rimase sconosciuto per molto tempo. Tuttavia ha acquisito un’importanza crescente negli ultimi anni. I principali concetti che espone nella sua tesi di dottorato sono l’individuazione e transduzione.
Degno erede di Jacques Laffite che precognizzava nel 1932 lo sviluppo di una scienza delle macchine.
http://it.wikipedia.org/wiki/Gilbert_simondon

L’attualità di Simondon si versa sulle nuove problematiche che ai tempi d’oggi indirizzano la sua filosofia a nuove direzioni, oltre a riarticolare la relazione fra umani e tecnica, fra esseri viventi e non viventi.
http://pascalnouvel.net/actualite-de-gilbert-simondon

Simondon scrisse articoli su vari periodici di pedagogia e psicologia, e insieme alla sua opera ” Du mode d’existence des objets techniques”, contribuì allo studio della tecnica e dei nuovi processi sociali di insegnamento e apprendimento della cultura tecnica.

Nel Brasile, esperienze come metareciclagem* e mimoSa** suggeriscono la comprensione dei processi pedagogici di insegnamento tecnico-estetico, avvicinano la tecnica della cultura e rappresentano esempli singolari di una nuova cultura tecnica.

“Possiamo confrontare l’invenzione dell’oggetto tecnico qualificato
in generale come una “scoperta” con quell’ oggetto estetico che sarà qualificato come una “creazione”. L’opera artistica sarà creazione giacchè essa permette culturalmente che il genio creatore non scopre una realtà potenzialmente esistente, essa ha bisogno di un criatore particolare, l’artista, naturalmente insostituible; da un’altra parte l’opera tecnica sarà scoperta
eventualmente ingegnosa e astuta, ma sarà una scoperta, cioè, potrebbe apparire a qualsiasi momento. Il problema esposto qui, rappresenta uno sbilancio ingiusto contro la tecnica e l’estetica che non trova nessun fondamento rigoroso, la cultura è parte della causa giacchè s’incarica di presentare tutti gli oggetti della vita
sociale.”

[fr] http://web.media.mit.edu/~cati/papers/Vaucelle_OnSimondon99.pdf

Transindividualità, attività tecnica e reificazione, par Paolo Virno
[it] http://multitudes.samizdat.net/article1563.html

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April, friday 13 2007

Democratization and the Networked Public Sphere
* Panel Discussion with dana boyd, Trebor Scholz, and Ethan Zuckerman

Friday, April 13, 2007, 6:30 – 8:30 p.m.
The New School, Theresa Lang Community and Student Center
55 West 13th Street, 2nd floor
New York City
Admission: $8, free for all students, New School faculty, staff, and alumni with valid ID

This evening at the Vera List Center for Art & Politics will discuss the potential of sociable media such as weblogs and social networking sites to democratize society through emerging cultures of broad participation.

danah boyd will argue four points.
1) Networked publics are changing the way public life is organized. 2) Our understandings of public/private are being radically altered 3) Participation in public life is critical to the functioning of democracy. 4) We have destroyed youths’ access to unmediated public life. Why are we now destroying their access to mediated public life? What consequences does this have for democracy?

Trebor Scholz will present the paradox of affective immaterial labor. Content generated by networked publics was the main reason for the fact that the top ten sites on the World Wide Web accounted for most Internet traffic last year. Community is the commodity, worth billions. The very few get even richer building on the backs of the immaterial labor of very very many. Net publics comment, tag, rank, forward, read, subscribe, re-post, link, moderate, remix, share, collaborate, favorite, write. They flirt, work, play, chat, gossip, discuss, learn and by doing so they gain much: the pleasure of creation, knowledge, micro-fame, a “home,” friendships, and dates. They share their life
experiences and archive their memories while context-providing
businesses get value from their attention, time, and uploaded content. Scholz will argue against this naturalized “factory without walls” and will demand for net publics to control their own contributions.

Ethan Zuckerman will present his work on issues of media and the developing world, especially citizen media, and the technical, legal, speech, and digital divide issues that go alongside it. Starting out with a critique of cyberutopianism, Zuckerman will address citizen media and activism in developing nations, their potential for democratic change, the
ways that governments (and sometimes corporations) are pushing back on their ability to democratize.

About the Panelists:

danah boyd is a doctoral candidate in the School of Information at the University of California-Berkeley and a fellow at the USC Annenberg Center for Communications. Her dissertation focuses on how American youth engage in networked publics like MySpace, YouTube, Facebook, Xanga, etc. In particular, she is interested in how teens formulate a presentation of self and negotiate socialization in mediated contexts amidst invisible audiences. This work is funded by the MacArthur Foundation as part of a broader grant on digital youth and informal learning.
http://www.zephoria.org/

Trebor Scholz is a media theorist, artist, and activist who is
interested in the economics of sociable media and networked social life in relation to politics and education. As founder of the Institute for Distributed Creativity (iDC), he contributed essays to several books, journals, and periodicals and co-edited “The Art of Free Cooperation” (forthcoming). He is currently professor and researcher in the Department of Media Study at the State University of New York at Buffalo and research fellow at the Hochschule fuer Kunst und Gestaltung, Zurich (Switzerland).
http://collectivate.net/journalisms

Ethan Zuckerman is a fellow at the Berkman Center for Internet and Society at Harvard Law School. His research focuses on the distribution of attention in mainstream and new media, and on the use of technology for international development. With Rebecca MacKinnon, he leads a project called “Global Voices” which focuses on using weblogs around the world to close gaps in mainstream media coverage. In 2000, Ethan founded Geekcorps, a technology volunteer corps that sends IT specialists to work on projects in developing nations, with a focus on West Africa.
http://ethanzuckerman.com/

* This event is presented on occasion of the Vera List Center’s
program cycle on “The Public Domain.”

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creative commons sucks

Cara Paula Martini,
eu particularmente jamais me ligaria a um site “.com” com proposta de fazer
uma programação não comercial, auhauahuahuahuhaahuha.
eh pegadinha?

se liga, naum somos doadores nem queremos nosso sangue sugado!

creative commons sucks
use a gpl versão 3

;P

Em Terça 13 Fevereiro 2007 19:24, Paula Martini escreveu:
> Prezados amigos da Rádio Muda,
>
> Vimos apresentar à emissora o programa Rádio Overmundo, projeto realizado
> de forma colaborativa por agentes do Overmundo

“,1] ); D(["mb","

> <http://www.overmundo.com.br>espalhados Brasil afora. Anexado,

",1] ); //–>

> Prezados amigos da Rádio Muda,
>
> Vimos apresentar à emissora o programa Rádio Overmundo, projeto realizado
> de forma colaborativa por agentes do Overmundo

> <http://www.overmundo.com.br>espalhados Brasil afora. Anexado,

> enviamos documento informativo sobre o
> projeto — a legalidade do uso não-comercial da obra (inclusíve músicas,
> devido ao licenciamento em Creative Commons) possibilita a difusão gratuita
> para rádios comunitárias e educativas.
>
> Oferecemos 6 meses de programação, com 4 programas mensais de 15′ cada.
> Temos disponibilidade de material, com folga de segurança, para início da
> difusão logo após o carnaval.
>
> No link a seguir, apresentamos o programa-piloto:
>
http://www.overmundo.com.br/banco/programa-de-radio-overmundo
> (destacamos tratar-se de um material de 60′, sendo que os programas
> definitivos, do número 1 em diante, têm duração de 15′ cada).
>
> Gostaria de solicitar a confirmação do recebimento do projeto, em
> manifestação de possível interesse por parte da Rádio Muda.
> Coloco-me desde já à disposição para quaisquer esclarecimentos.
>
> Atenciosamente,
> Paula.

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arquitetura esquizofônica

diz que do analógico pro digital tem um período de transição. esse período corresponde ao tempo que a população leva pra ter dinheiro e interesse em comprar decodificadores de tv digital, mas também de rádio digital, o chamado set top box. depois da transição é previsto  o apagão, o switch-off das transmissões analógicas e, ao menos em tese, isso ocorre porque o parque dos receptores e dos transmissores já foi completamente substituído por aparelhos digitais.

o primeiro dado a acrescentar eh que os prazos previsto$ não estão se concretizando: as pessoas não estão substituindo seus receptores na mesma velocidade que o mercado previa, seja por falta de dinheiro, seja por falta de interesse numa mídia unidirecional como o modelo comercial de televisão gratuita.

considerando o aparato jurídico que rege a telecomunicação e a radiodifusão no país, os donos das empresas de transmissão, os produtores de conteúdo para grande massa em todo território e o sistema de dominação instaurado há tantas décadas, é difícil acreditar numa mudança legal que atenda a todas as demandas históricas, pois trata-se de avançar sobre o digital, criando novas possibilidades de produção e circulação de conteúdos, mas também enfrentando outros problemas desconhecidos até então, como infra estrutura livre de compartilhamento, licenciamento de bens culturais, formatos livres de mídias digitais, streamings, software livre e um novo mundo digital.

nesse contexto emergem os bens culturais livres na internet, cujo acesso crescente faz pensar no papel que as velhas mídias como a televisão exercerão dentro de alguns anos. Prevalescerá o habitus do seculo XX, poltrona, família, filme, novela, desenho e futebol ou um outro comportamento se identifica na produção de blogs, fotologs, orkuts, myspace, msn, chat, wiki, e logo passaremos a um gap, das leis, dos acessos, dos que estão dentro e dos que estão fora do mundo virtual.

mas e o rádio? quando começarem as transmissões digitais, se for iboc, o sistema dos eua, todo o espaço do espectro será ocupado com as mesmas emissoras. Porém, se adotarmos um sistema que otimize o espectro, passamos a atender a demanda das radios locais e regionais, podendo pleitear um espaço livre e seguro no espectro para transmitir.

conhecimento, que adianta? caímos na besteira de alugar zuzu angel, mais um filme brasuca sobre a ditadura, e o trailler dessa vez era diferente: pai de famíllia chega em casa com DVD na mão, mostra a mulher e anuncia ao filho - trouxe pra vc um super dvd pirata! o filho não perde tempo e corre pra pegar a super prova nota 10 pirata, entrega ao pai que, atônito, é repreendido pelo olhar da mãe - nota 10 pirata?, - é pai, eu colei a prova toda, 10! … é isso que você está ensinando aos filhos?”. fim do trailler. Se sempre pareceu claro o uso do conhecimento técnico para conter comportamentos, “como rádio derruba avião!”, o apelo moral sobre o consumo, a tentativa de conte-lo em ambiente privado, e sobretudo associado às últimas mídias, o audiovisuauauau! me surpreendeu pela potência ou ingenuidade contida na recepção e repercussão dessa mensagem.

o crescimento pelo interesse em fazer rádio, desde transmissores, reparos, antenas, medidas, estudos, grupos de interesse para arrecadar fundos para um projeto de rádio coletiva e local, o baratemento dos componentes analógicos, dumos equipamentos domésticos como cd e microfone, aponta para o retorno do ferro de solda na comunicação pública. a esses interessa um lugar no eter do switch-off, onde poderiam conviver receptores analógicos e digitais, transmissores analógicos e digitais. Resistir à velocidade imposta ao consumo de tecnologia, associando a isso conhecimento e autonomização de processos comunicacionais, detendo para isso infra tecnica e conhecimento compartilhado em rede, numa velocidade que tampouco respeitará os distintos tempos das sociedades informatizadas, desenhando os platôs do festerê pré carnaval, receita de sobrevivência na net.

resta ainda que muito mais de indeterminação acontece nesses períodos de transição, não só em relação à criação técnica, seu uso e função, mas adoção, comercialização, adequação jurídico-legal. o marco legal que rege a matéria radiodifusão hoje, especialmente a política de radcom, contribuiu para o desenvolvimento de um certo conhecimento e práticas de desobediencia civil que, associadas a essas indeterminações, podem enfrentar mais firmemente os ataques morais contra pirataria, os delírios técnicos da interferência em aeronaves, e se valer nas próximas décadas de espaços de resistência e criação off switch off.

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