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	<title>Comments for MetaReciclagem Manaus</title>
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	<description>This site is CC Copyleft in Brasil, and anybody caught usinâ€™ it without our permission, will be mighty good friends of ours, cause we donâ€™t give a damn. Publish it. Write it. Sing it. Swing to it. Yodel it. We wrote it, thatâ€™s all we wanted to do</description>
	<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 07:01:34 +0000</pubDate>
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		<title>Comment on Ficha cadastral de politicos by Leo Sampaio</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/08/31/ficha-cadastral-de-politicos/#comment-42</link>
		<dc:creator>Leo Sampaio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 22:32:17 +0000</pubDate>
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		<description>â–º Ajudem Carlos Eduardo a divulgar a sua histÃ³ria de tortura psicolÃ³gica e perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica por mais de 10 anos,  pelos partidos polÃ­ticos PCB (leia-se PPS) e PSDB (leia-se AÃ§Ã£o Popular), reproduzindo disquetes e CDs e enviando-os para o Congresso, Senado Federal, deputados federais, deputados estaduais, vereadores, MinistÃ©rio PÃºblico, JuÃ­zes de Direito, policiais federais e estaduais, empresÃ¡rios, imprensa nacional e internacional e anistia internacional via correios e Internet.

PRIMEIRA PARTE

Em "LegÃ­tima defesa"
(A verdadeira histÃ³ria da Inveja e do Mal Secreto)

Carlos Eduardo da Silva, RG nÂº 3361693/RJ, atualmente funcionÃ¡rio efetivo do Tribunal de JustiÃ§a do Estado de SÃ£o Paulo com mat. NÂº 353.570-1, trabalhou no Jornal do Brasil por 13 anos, sendo 11 anos com carteira assinada. Foi diretor do SJPMRJ - Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do Rio de Janeiro e tambÃ©m o responsÃ¡vel pelo pedido de investigaÃ§Ã£o da forma pela qual algumas das aposentadorias especiais para os perseguidos polÃ­ticos estavam sendo encaminhadas por esta entidade no perÃ­odo 1994/1995, inÃ­cio do governo FHC. Sua atitude foi de "legÃ­tima defesa" por estar sendo pressionado pelo seu chefe de Sr. FÃ¡bio Dupin, na empresa em que trabalhava, JORNAL DO BRASIL, que era tambÃ©m o chefe do presidente do sindicato, Sr. Paulo CÃ©sar Santos Rodrigues, e que junto com ele e seus parentes estavam na fila das referidas aposentadorias. 
Maquiavelicamente, Sr. FÃ¡bio baixava horÃ¡rios e os cobrava com ameaÃ§as
 de demissÃ£o por justa causa de forma insistente, o que levou Carlos perceber que seu verdadeiro intuito era o de afastÃ¡-lo do sindicato para que a benesse corresse solta. Carlos procurou o Sr. Paulo CÃ©sar e tentou  por vÃ¡rias vezes dissuadi-lo daquela trama, que tinha chegado ao nÃ­vel da chantagem. Uma petulÃ¢ncia para quem estava levando para aposentadoria toda a famÃ­lia e os amigos por um esquema viciado. 
Por fim o Sr. FÃ¡bio Dupin, deu-lhe uma carta de advertÃªncia, o que foi para ele a gota d'Ã¡gua. Esta atitude fez com que ele perdesse a paciÃªncia com aquele esquema e formalizasse um pedido de investigaÃ§Ã£o daquelas aposentadorias, e muita gente foi preciso para abafar aquele escÃ¢ndalo, que, fruto do "denuncismo" do PT, teve como conseqÃ¼Ãªncia mais grave, um horrÃ­vel acidente (ou incidente) com um dos filhos do Sr. Paulo CÃ©sar, o qual ele muito lastimou. 
Mas qual foi a chantagem?
A chantagem foi de cunho sexual. Aos vinte e trÃªs anos Carlos teve relaÃ§Ãµes sexuais  com um travesti. E, como Paulo CÃ©sar sabia disto passou a estocÃ¡-lo com esta informaÃ§Ã£o para constrange-lo e afastÃ¡-lo do sindicato. Certo dia, o Presidente do Sindicato, encontrou Carlos na xerox do jornal em horÃ¡rio de trabalho e fuzilou: "...o JoÃ£o Caputo (Tenente da AeronÃ¡utica e ligado ao PC do B, um amigo comum entre Paulo Cesar e Carlos) esteve, esta tarde toda, no sindicato e ficamos relembrando aquele seu affair  com aquele traveco, a Samantha."
Aquela frase, foi um soco no fÃ­gado de Carlos, que casado hÃ¡ dois anos, pensou em sua famÃ­lia e ficou envergonhado em ver sua vida pregressa ser explorada daquela forma por uma pessoa que ele havia se empenhado em sua campanha sindical, freqÃ¼entava a sua casa e vice-versa. Carlos fechou-se em copas. Ele sabia que Paulo CÃ©sar, do PCB, estava maracutando aposentadorias de pessoas e parentes que sequer pertenciam a categoria dos jornalistas, resolveu encarar aquela chantagem a qualquer custo. Obteve  informaÃ§Ãµes sobre o esquema das aposentadorias, que corriam fora do horÃ¡rio normal de trabalho e se prolongavam atÃ© as duas horas da manhÃ£ em um sindicato que era pÃ©ssimo em seu atendimento aos associados. Resolveu entÃ£o pedir uma investigaÃ§Ã£o sobre as aposentadorias.

â–ºTexto da Carta que Carlos entregou a Diretoria do Sindicato
Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1994.
Ã€ DIRETORIA DO SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO MUNICÃPIO DO RIO DE JANEIRO.
 	Eu, Carlos Eduardo da Silva, membro desta diretoria, venho por esta, formalizar o meu protesto junto a este colegiado, a fim de que obtenhamos das pessoas (diretores, funcionÃ¡rios e delegados) ligados ao encaminhamento das aposentadorias Excepcionais (aposentadorias por Anistia) maior transparÃªncia deste processo.
	A forma sigilosa, para nÃ£o dizer escondida, pela qual vi algumas pessoas montando esses processos no sindicato me fez levantar suspeitas sobre tais documentos.
	O acesso que tive Ã  duas pastas de documentos do sindicato no dia 5 de setembro Ãºltimo me revelou que estÃ£o sendo encaminhados os pedidos de aposentadorias por anistia do diretor-presidente Paulo CÃ©sar Santos Rodrigues, da sua irmÃ£ SÃ´nia Rodrigues e de seu cunhado ("Bira") bem como do diretor AntÃ´nio Carlos Baptista dos Santos entre outros.
	Pelos documentos, que li, pessoas estranhas ao movimento sindical estariam "maquiando" seus processos com um veio sindical que, soube-se, seria um dos critÃ©rios considerados fortes para as aposentadorias serem aprovadas na comissÃ£o formada pelo ministro do trabalho Marcelo Pimentel.
	Por isso tudo acima descrito, Ã© urgÃªncia deste colegiado a formaÃ§Ã£o de uma comissÃ£o (que contenha a comissÃ£o de Ã©tica deste sindicato) para investigar a fundo esses processos, sob pena de sermos coniventes, no mÃ­nimo por omissÃ£o, com este "tipo de fraude" contra a previdÃªncia. 
	Sem mais para o momento, subscrevo-me, 
	                                              Carlos Eduardo da Silva

 O pedido foi feito em uma reuniÃ£o ordinÃ¡ria da diretoria do sindicato e foi arquivado por ter o presidente o apoio da maioria. Em fevereiro de 1995, trabalhando em pleno feriado de carnaval, Carlos recebeu do Sr. FÃ¡bio Dupin um boletim de advertÃªncia e foi aÃ­, que ele resolveu entÃ£o, dar uma cÃ³pia do pedido de investigaÃ§Ã£o das aposentadorias a Sra. Bethe Costa, jornalista da Central Globo de Jornalismo, que tinha sido presidente da diretoria que os antecedera no sindicato e agora fazia oposiÃ§Ã£o a atual diretoria, um dos inimigos figadais que Sr. Paulo CÃ©sar fez durante as eleiÃ§Ãµes e pessoa ligada ao PT, para que a mesma questionasse nas assemblÃ©ias o Sr. Paulo CÃ©sar sobre as tais aposentadorias. Carlos licenciou-se do sindicato e continuou a trabalhar na empresa atÃ© o tÃ©rmino de seu mandato, sendo logo depois demitido do jornal pelo Sr. FÃ¡bio Dupin. Toda esta maracutÃ¡ia das aposentadorias foram noticiadas em 38 manchetes de "O Globo" e outras tantas no "Jornal Nacional". No Jornal Nacional foi dada uma manchete que fez FÃ¡bio Dupin sumir da redaÃ§Ã£o por uma semana.
Carlos ficou sabendo, atravÃ©s da mÃ­dia, que houvera um telefonema anÃ´nimo para a PolÃ­cia Federal, em que apontava, embaixo de uma banca de jornal da PraÃ§a 15, aquela cÃ³pia do pedido de investigaÃ§Ã£o, cedida, por Carlos a jornalista Bethe Costa, "...como sendo a prova das fraudes nas aposentadorias encaminhadas pelo sindicato". Apesar de a carta ser assinada por Carlos, ele nÃ£o teve participaÃ§Ã£o naquele plano, embora tenha ligeira desconfianÃ§a de quem o tenha feito. 
Os "prejudicados" pelo escÃ¢ndalo nÃ£o foram poucos. Era um derrame de 89 aposentandos dos quais 38 pertenciam Ã  mesma empresa em que ele trabalhava, com a particularidade de carregar para a benesse boa parte do departamento de arte do Jornal do Brasil.
Na Ã©poca,  Carlos nÃ£o tinha a menor idÃ©ia do vespeiro em que ele tinha metido a mÃ£o e de quÃ£o grande era o esquema, e somente com o surgimento gradual das informaÃ§Ãµes atravÃ©s da imprensa ao longo do tempo tornou mais claro para ele compreender que aquelas aposentadorias eram benefÃ­cios do governo Fernando  Henrique Cardoso dirigidos aos anistiados polÃ­ticos ligados aos partidos de esquerda PPS (o partido de fachada do PCB â€“ Partido Comunista Brasileiro) e PSDB (o partido de fachada da AP/JUC), ambos de ideologia Marxista-Leninista e que passava por dentro do Jornal do Brasil, que estava sendo usado pelo PartidÃ£o e pelo PSDB como leasing polÃ­tico - haja vista seu expediente -, e pelo sindicato. Em horÃ¡rio nobre, pode-se ver quando uma repÃ³rter no Jornal Nacional indaga ao presidente FHC sobre o escÃ¢ndalo, e ele rebate com a mesma pergunta para ela, algo mais ou menos assim: "...eu Ã© quem pergunto sobre o escÃ¢ndalo. Foi no sindicato de vocÃªs nÃ£o foi?" 
Mas, o denuncismo do PT, que na pessoa da Sra. Bethe Costa, mirou os seus "canhÃµes de Navarone" da mÃ­dia televisiva para massacrar a gestÃ£o do seu arquiinimigo pessoal e polÃ­tico no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do RJ, Sr. Paulo CÃ©sar, acertou toda uma militÃ¢ncia de esquerda do PartidÃ£o e da AP (leia PSDB), que queria surfar naquela benesse.
Ela transformou em manchetes bombÃ¡sticas a maracutÃ¡ia daqueles que acostumados a cobrar Ã©tica aos outros se viram no olho-do-furaÃ§Ã£o de um escÃ¢ndalo sobre a sua falta. Era um esquema para correr em surdina mas, os escÃ¢ndalo desferido pelas manchetes de jornais, acabou por forÃ§ar seus idealizadores a escancarar as portas daquela benesse a todos, muito antes do tempo. O escancaramento foi uma tÃ¡tica. No frisson desencadeado pela corrida do ouro, raros seriam os que titubeariam entre o legal e o moral, conforme o ex-editor do Jornal Movimento, Raimundo Pereira, que preferiu ver naquilo uma imoralidade. Com o escancaramento quem padeceu foi o erÃ¡rio pÃºblico.
Percebendo que os coleguinhas de militÃ¢ncias estavam sendo atingidos pelo fogo amigo, ou seja, era uma trombada de militantes (da mÃ­dia ligada ao PT) contra militantes (da mÃ­dia ligado ao PCB e AP), se recompuseram. 

Folha de SÃ£o Paulo - Maio~junho/2004                                                                  

Dividido, PPS formaliza apoio a Serra

O PPS formalizou ontem de manhÃ£ seu apoio ao candidato do PSDB Ã  Prefeitura de 
SÃ£o Paulo, JosÃ© Serra. Com ataques ao governo Lula e ao PT, o presidente do partido, senador Roberto Freire, disse que Ã© necessÃ¡rio formar uma "nova frente democrÃ¡tica" e afirmou que nÃ£o aceitarÃ¡ "patrulhamento" do PT.
	"O PPS nÃ£o Ã© atrelado, alinhado ou subalterno ao PT. NÃ£o estou perguntando como PT estÃ¡ se posicionando em vÃ¡rios municÃ­pios. O PT Ã© livre para decidir seu caminho, como nÃ³s tambÃ©m somos livres", disse Freire, em entrevista apÃ³s o ato.
	.....
	"Ele [Ciro] tem dificuldade de entender a cultura do velho PartidÃ£o [PCB, substituÃ­do pelo PPS]. HÃ¡ decisÃµes tomadas pelo partido Brasil afora de que eu discordo, mas, como presidente, eu as respeito", disse Freire.
	O ato de ontem contou com a presenÃ§a de Serra, de Alckmin e de lideranÃ§as do PFL, que indicou o vice do tucano, alÃ©m de Freire.
	Em seu discurso, o senador disse que a alianÃ§a Ã© "um reencontro histÃ³rico", porque, segundo ele, PSDB e PPS sÃ£o herdeiros da AP (AÃ§Ã£o Popular) e do PCB, que estiveram juntos desde os anos 60 e no regime militar. Em 63, Serra, da AP, foi eleito presidente da UNE (UniÃ£o Nacional  dos Estudantes), com o apoio do PCB.

Como "...em polÃ­tica tem que haver um culpado", o responsÃ¡vel por aquele bombardeio e massacre da imprensa tanto quanto por aquela trombada, que flagrou vÃ¡rios figurÃµes da polÃ­tica e vÃ¡rios militantes histÃ³ricos e de reputaÃ§Ã£o ilibada, da esquerda com as mÃ£os naquela botija e arrasou com a famÃ­lia do Sr. Paulo CÃ©sar que resultou em um incidente com um dos seus filhos, passou a ser a difamaÃ§Ã£o e a inveja, mal secreto de Carlos. E, em nome dele emitiram uma tremenda fatura.  
Como o denuncismo sÃ³ pode ser o da patota ou de qualquer membro da patota, Carlos nÃ£o foi perdoado por ser um desempatotado e pedir uma investigaÃ§Ã£o naquele derrame de aposentadorias, que corria de forma muito suspeita dentro de um sindicato do qual era diretor. 
Como os "...grandes mistÃ©rios costumam ser desfeitos nÃ£o tanto pela competÃªncia da polÃ­cia ou dos repÃ³rteres, mas porque vazam, ou seja, porque Ã© difÃ­cil guardar segredo"(1 = retirado do livro "Inveja, mal secreto"), sejam eles segredos de divÃ£, sejam eles segredos de grupos, o certo Ã© que, no meio daquela confusÃ£o, quando alguns virtuoses da Ã©tica e de reputaÃ§Ã£o ilibada, envolvidos tentavam a todo custo provar a sua inocÃªncia e a legalidade - e nÃ£o a moralidade - de seu pleito ao mesmo tempo que reclamavam da falta de Ã©tica da cobertura da imprensa, Carlos foi informado, que em petit comitÃ©s - as chamadas igrejinhas do PartidÃ£o (PCB) - reuniam-se para ouvir uma gravaÃ§Ã£o sua em que ficava provado que o fator de motivaÃ§Ã£o para ele pedir aquela investigaÃ§Ã£o era o mal secreto de Carlos, a inveja, que praticamente naquela gravaÃ§Ã£o confessava "...querer e ter direitos sobre a tal aposentadoria" e nÃ£o a sua revolta por ele ter recebido, do aposentando Sr. FÃ¡bio Dupin, ameaÃ§as de demissÃ£o e uma carta de advertÃªncia depois de 11 anos de trabalho na empresa, alÃ©m de ser chantagiado para se afastar do sindicato pelo Sr. Paulo CÃ©sar, portanto um primeiro passo para tornarem mais realista as ameaÃ§as de demissÃ£o por justa-causa trabalhista a um diretor de sindicato. 
Podemos fazer um paralelo entre a verdade, em sua plenitude, e um iceberg, que para ser conhecido em sua totalidade, deve ser sondado em todos os seus aspectos, tanto suas partes imersas quanto as emersas e nessas, todas as suas angulaÃ§Ãµes. Carlos conhecia o Sr. Paulo CÃ©sar e uma de suas irmÃ£s, SÃ´nia Rodrigues Mota, desde a muito, tanto quanto a prÃ¡tica e o temperamento de ambos e somente ele pode saber todos os motivos que o impeliram a pedir uma investigaÃ§Ã£o naquelas aposentadorias. NÃ£o foi um, foram muitos.
Mas viram naquilo um gancho.  E nele se penduraram.
E, acostumadas a enxergarem somente aquilo que lhes convÃ©m, as igrejinhas politicaMenti-corretas, supÃµe-se, depois de passarem pelo crivo de suas comissÃµes de Ã©tica, leia-se juÃ­zo ou tribunais de exceÃ§Ã£o, e seu conchavos polÃ­ticos, construÃ­ram sua estÃ³ria oficial, "...uma mentira que repetida muitas vezes tornou-se uma verdade" (prÃ¡tica da mÃ¡xima da propaganda nazista) para eles e que nÃ£o fora publicada na imprensa, mas passaram a difundir a tal versÃ£o entre os do metie e os da patota enquanto apontavam para Carlos. Formaram o seu dossiÃª e foram em frente na difusÃ£o da versÃ£o propulsora de sua vinganÃ§a. 
A outra versÃ£o dos fatos, que circulava via mÃ­dia impressa e televisiva, valeu por parte do Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, atualmente colunista de "O Globo", um dos aposentandos prejudicados  - amigo de trabalho de FÃ¡bio Dupin por mais de 10 anos e amigo de Paulo CÃ©sar e de seu pai, o teatrÃ³logo NÃ©lson Rodrigues - indignados discursos sobre as "...perdas e danos" de quem cochilara e "...acordara no meio de um escÃ¢ndalo" (artigo Perdas e Danos publicado em 27 maio de 1995 no JB). E, numa genuÃ­na demonstraÃ§Ã£o da sua revolta, aparentemente, abandonou seus amigos de militÃ¢ncia no barco que afundava, e partiu para auto-defesa â€“ apadrinhado pelo senador Artur da TÃ¡vola em artigo "NotÃ­cia, hiper-realismo e Ã©tica" publicado em 12/06/1995 no JB -  diante da "...falta de Ã©tica" dos refletores da mÃ­dia que colocava "...um dos melhores escritores de sua geraÃ§Ã£o" junto a um "...rol de passageiros, em que se misturava um grupo que alÃ§ava vÃ´o em situaÃ§Ã£o irregular" ao mesmo tempo em que ele, como articulador do PCB para a imprensa do Rio e sua militÃ¢ncia, comandava nos bastidores das redaÃ§Ãµes a elucidaÃ§Ã£o e desvelamento â€“ via gravaÃ§Ãµes de divÃ£ do Carlos - do verdadeiro e Ãºnico motivo que fizera eclodir o escÃ¢ndalo das aposentadorias, a "...inveja, mal secreto"  de Carlos, para quem o mais "...importante nÃ£o era o que ele ganhava, mas o que o outro perdia"(1). 
Ã“i que lindo !

Pronto!  Aquela gravaÃ§Ã£o, cedida pela psicÃ³loga do Carlos, que circulou entre os confrades, por si sÃ³ bastou para que ele fosse julgado e condenado Ã  sua revelia e sua histÃ³ria aparentemente passou a ser contada por outrens e sua pena encaminhada â€“ via centralismo democrÃ¡tico -  intra e interpartidos sem direito de defesa. A sagacidade de seus olhares vira total falta de Ã©tica na gravaÃ§Ã£o do desempatotado, mas nada vira na cessÃ£o da gravaÃ§Ã£o pela terapeuta-engajada. Seria essa miopia explicÃ¡vel pelo mal, secreto para os leigos e nada secreto para os iniciados desses grupos, de se usurparem os segredos de divÃ£?
Carlos nÃ£o teve o mesmo direito de defesa que os envolvidos naquele processo tiveram diante da justiÃ§a. Sim, pois a querela transformou-se em dois processos, um do Sr. Paulo CÃ©sar e seu grupo contra Carlos e outros e um outro processo que era da Arfoc, uma associaÃ§Ã£o de fotÃ³grafos e seu grupo, contra o Sr. Paulo CÃ©sar, no qual Carlos figurava como testemunha. O M.P. resolveu investigar as irregularidades, cometidas por militantes histÃ³ricos, entre eles o Ãºltimo secretÃ¡rio geral do PCB, SalomÃ£o Malina, que nÃ£o era jornalista e estava se aposentando pelo sindicato dos jornalistas,  e seu filho LÃ©o Malina, juntamente com outros militantes do PCB e funcionÃ¡rios do mesmo jornal, encontradas nas investigaÃ§Ãµes daquelas aposentadorias. Carlos nÃ£o acompanhou nenhum dos dois processos citados, mesmo aquele em que ele era testemunha e muito menos os outros, pois estava mais interessado em ganhar o necessÃ¡rio para prover a ele e aos seus e nÃ£o tinha tempo para rebater futricas. 

â–º COMISSÃƒO PODE CASSAR MAIS OITO REGISTROS ILEGAIS
Jornalistas fraudaram documentos para obter aposentadoria especial

SalomÃ£o Malina, ex-combatente da Segunda Guerra e ex-secretÃ¡rio-geral do PCB, poderÃ¡ perder o registro de jornalista com o qual obteve aposentadoria de R$ 8 mil, com base na Lei da Anistia. Malina, seu filho LÃ©o e mais seis beneficiados com aposentadoria desse tipo terÃ£o o registro julgado pela comissÃ£o .....
                                                                                 _________________________
(04/12/1997)- Jornal "O Globo"- Editoria: O PaÃ­s â€“ EdiÃ§Ã£o: 1Âª - Autor: Vannildo Mendes â€“ Tamanho: 444 palavras â€“ Caderno: Primeiro Caderno

"A MÃ¡fia do DivÃ£" ou "Fala, divÃ£" (como tÃ­tulo de capÃ­tulo - do livro Inveja, mal secreto -  seria um ato falho do autor? Um vocativo, para um divÃ£ que fala?)

Mas, e a gravaÃ§Ã£o da psicanÃ¡lise de Carlos? 
Realmente, na Ã©poca, Carlos procurou ajuda de uma psicÃ³loga por estar deprimido e por estar sendo pressionado no sindicato e na empresa em que trabalhava. ComeÃ§ou a fazer anÃ¡lise com a esperta profissional MÃ¡rcia Erlich, que pertence a famosa e polemica "Sociedade PsicanalÃ­tica do Rio de Janeiro", que foi indicada por seu cunhado o Dr. JÃºlio SÃ©rgio Waisseman, tambÃ©m psicanalista e psiquiatra ligado ao PartidÃ£o e que era casado, na  Ã©poca com a irmÃ£ de sua mulher, a DrÂª. Marina Baptista de Azevedo, mÃ©dica do MunicÃ­pio do Rio de Janeiro, de cuja participaÃ§Ã£o neste relato mereceria quase um capÃ­tulo aparte.

A famosa "Sociedade"  tinha um programa com a finalidade de propiciar atendimento psicanalÃ­tico a pessoas que nÃ£o tinham condiÃ§Ãµes econÃ´micas para arcar com o custo habitual daquele tratamento. Para isto o Departamento mantinha, na sede da Sociedade, um serviÃ§o de avaliaÃ§Ã£o e encaminhamento das pessoas interessadas aos profissionais da sociedade comprometidos com aquele atendimento. Carlos foi entrevistado por ela, que depois lhe deu seu endereÃ§o, Rua Visconde de PirajÃ¡, 407/506, Ipanema, comeÃ§ando assim, a sua anÃ¡lise. Ela lhe disse que tinha o costume de gravar as sessÃµes de seus pacientes e perguntou ao Carlos se poderia gravar suas sessÃµes para otimizar o tratamento. Por miopia, o barato lhe foi caro. NÃ£o enxergou nada de mau naquilo e infelizmente concordou com a gravaÃ§Ã£o, embalado "...na relaÃ§Ã£o transferencial analisando-analista"(1), na certa "...invejando o equilÃ­brio mental de sua analista, ou o que ele supunha que ela tivesse." (1).  A gravaÃ§Ã£o da Sra. MÃ¡rcia Erlich foi lÃ­cita. NinguÃ©m duvidaria. A ilicitude foi cedÃª-la para outros fins que nÃ£o o psicoterÃ¡pico conforme ela havia se comprometido. Talvez, isso explique a forma estranha como ela agia, com interferÃªncia no processo psicanalÃ­tico, pois quando Carlos dizia estar sendo pressionado pelo Sr. FÃ¡bio Dupin na empresa por causa daquele esquema no sindicato, ela interferia dizendo: "...isso Ã© coisa sua Carlos!" 
Carlos se lembra do dia em que chegou em sua sessÃ£o psicanalÃ­tica morrendo de raiva por estar sendo ameaÃ§ado por  FÃ¡bio Dupin e chantagiado e protelado por Paulo CÃ©sar â€“ por quem ele lutou para ser presidente do sindicato - e no final, ao tentar se explicar o porquÃª de sua revolta extremada, externou seu pensamento a sua psicanalista: "...se vocÃª me perguntar se eu queria aquela aposentadoria, eu vou lhe dizer que sim....mas,...." E, antes que ele completasse o seu pensamento foi interrompido em seu, ....digamos......momento significativo psicanalÃ­tico, pela esperta psicoterapeuta que gravava as suas sessÃµes e que nÃ£o o deixou terminar.
Depois de conseguir aquela "confissÃ£o", (que queria?), entrou de fÃ©rias e ao retornar, aumentou o valor das sessÃµes por duas vezes, em pleno Plano Real, e contra-argumentava aos reclamos de Carlos se justificando com uma "...inflaÃ§Ã£o do perÃ­odo", induzindo Carlos a desistir do tratamento, pois aqueles aumentos se contrapunham Ã  intenÃ§Ã£o com que ele a procurara no departamento de assistÃªncia psicolÃ³gica da associaÃ§Ã£o a que ela servia.   
NÃ£o fosse o intercÃ¢mbio de informaÃ§Ãµes entre a profissional do divÃ£ engajado, a psicÃ³loga MÃ¡rcia Erlich, e sua patota do jornal em que Carlos trabalhava, que outro lugar seria o mais propÃ­cio para ele se questionar â€“ fazendo uma indagaÃ§Ã£o de foro Ã­ntimo e secreto - sobre o motivo mais forte que o impelia a pedir uma investigaÃ§Ã£o naquelas aposentadorias: se por estar se sentindo protelado ou se por estar sendo protelado, ameaÃ§ado e chantagiado? 
Carlos ao procurar ser sincero com ele mesmo e com seus atos, caiu naquela arapuca aparelhada com divÃ£ e acabou por ser mais uma vÃ­tima d'A psicanÃ¡lise da tortura'. 
A informaÃ§Ã£o sobre a difusÃ£o da gravaÃ§Ã£o nÃ£o o surpreendera, pois a "praxis" dos "divÃ£s engajados" â€“ "...esses enxeridos que arrancam confissÃµes, que vasculham a alma das pessoas, que satisfazem todo o seu voyeurismo e ainda cobram por isso "(1) - de servirem a dois senhores faz com que ao longo do tempo e sem que o cÃ³digo penal consiga alcanÃ§Ã¡-los, por nÃ£o se poder provar este tipo de prÃ¡tica, padeÃ§a de um cacoete que Ã© o de falarem de quem eles tratam sem que, ao menos, lhes perguntemos. 
Foi essa, pelo menos a impressÃ£o com que ele ficou, pois em conversa com o mesmo cunhado JÃºlio SÃ©rgio Waisseman, psicanalista-psiquiatra-engajado, - cuja mÃ£e Lily  Waisseman, segundo ela mesma, trabalhava (e atendia no ramal 3303) na mesma viva ONG do Rio com o Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, a quem elogiava na frente de Carlos, externando que o "...achava uma gracinha de pessoa" â€“ lhe disse que tratava de uma colega sua da redaÃ§Ã£o e que "...ela estava mal quando foi procurÃ¡-lo" e pediu para ele "..nÃ£o falar nada para ninguÃ©m". 
Esta atitude de seu cunhado deixou Carlos indignado, mas nÃ£o falou nada a respeito por nÃ£o querer criar um clima e por perceber, que seu cunhado apesar de tambÃ©m cuidar da cabeÃ§a alheia, nÃ£o tinha maturidade suficiente na sua para preservar a intimidade de seus pacientes. Atualmente, Carlos ao refletir sobre este caso chega a seguinte conclusÃ£o: se ele, levianamente, fazia isto com pacientes comuns, o quÃª nÃ£o faria com um paciente que fosse uma persona non grata ao partido em que ele  militava? 
 Isto, sem falar que corria a boca miÃºda dentro da redaÃ§Ã£o do jornal em que Carlos trabalhava, que â€œ...era para se afastar dos psicanalistas e psiquiatras que estavam em evidÃªncia na mÃ­dia.â€. 
Pergunta-se: por quÃª? Seriam chamarizes de algum objetivo polÃ­tico que a patota tinha? Vejamos, se o objeto-vÃ­tima de seu interesse fosse vigiado por uma escuta permanente e precisasse de um mÃ©dico dessa Ã¡rea, nÃ£o seria fÃ¡cil atravÃ©s de qualquer mÃ­dia vendÃª-lo como um sÃ©rio profissional, em cima de reportagens prÃ³prias, que se encaixariam como uma luva para a necessidade daquele objeto-vÃ­tima? 
Esta possibilidade Ã© uma fantasia? Responda vocÃª meu caro leitor!
Mas, primeiro leia este relato, em tom de desabafo, atÃ© o fim. 
Mas, Carlos sabia demais sobre o aquele jornal.
Aquela mesma impressÃ£o sobre esta vil â€œprÃ¡xisâ€ se confirmou, na empresa em que trabalhava, quando nÃ£o muito tempo antes do imbrÃ³glio sindical, testemunhou o colega engajado Alexandre Medeiros (filho de um mÃ©dico da USP), que sob a batuta do Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, que emprestava o favor de editor-tampÃ£o do Caderno Cidade, chegar com "...informaÃ§Ãµes de divÃ£", ao regressar da apuraÃ§Ã£o de uma matÃ©ria sobre o "Caso Bateaux Mouche". Ele narrava displicentemente que "...um dos espanhÃ³is", que respondia pela empresa a cujo citado barco pertencia, se "...encontrava muito mal e pensando atÃ© em fugir" e que as informaÃ§Ãµes eram "...quentes" eram "...segredos de divÃ£". Carlos estranhando o comentÃ¡rio de bate-pronto lhe perguntou: "...como assim?..., segredos de divÃ£?"  O colega tergiversou e sorrindo disse: "...Ah! o resto eu nÃ£o posso falar." 
E tambÃ©m nÃ£o precisava. Carlos, ex-militante, tinha entendido tudo.
O Editor da pÃ¡gina, o respeitÃ¡vel e Ã©tico Mestre Zu, deixou  passar um tempo, e discretamente mais reservadamente deu um puxÃ£o-de-orelha em seu boquirroto pupilo. Tudo observado discretamente por Carlos, que depois notou tambÃ©m que a matÃ©ria, espertamente, nÃ£o levava o crÃ©dito do grande repÃ³rter que apurava matÃ©ria com divÃ£s de psicoterapeutas.
Fica a pergunta: a quem pertencia o divÃ£ que divulgava seus segredos para repÃ³rter? Como o espanhol chegou atÃ© ele? Ou, ele atÃ© o espanhol? 
Observe que eles sabiam com antecedÃªncia que o espanhol iria fugir. Estaria o espanhol sendo induzido a fazer aquilo que eles queriam que ele fizesse?
"...Fala, divÃ£!".... 

NÃ£o Ã© de se admirar que o espanhol se encontrasse "...muito mal, e pensando atÃ© em fugir". 
E, conforme as palavras cheias de ato falho de nosso Ã©tico, respeitÃ¡vel e venturoso jornalista escritor Zuenir Ventura, em sua literatura de mentira, muito menos Ã© de se admirar que "... no Rio de Janeiro dos anos 90, a classe mÃ©dia recorresse aos terreiros como nos anos 70 recorria aos psicanalistas. Parecendo estar preferindo se proteger, em vez de se curar" (1).  E, que na Ã©poca somente Carlos parecia nÃ£o ser atento para essa precavida preferÃªncia. 
Que azarÃ£o este Carlos heim !?

	Portanto, empresÃ¡rios, polÃ­ticos, profissionais liberais e qualquer um que preze por sua privacidade, prefiram "...se proteger em vez de se curar"(1)! Fujam dos divÃ£s engajados, se for possÃ­vel identificÃ¡-los!
E, nÃ£o fora somente aquela meia frase que o nosso boquirroto repÃ³rter Alexandre Medeiros, deixara transparecer todo um "...segredo" das informaÃ§Ãµes de divÃ£. Em outra ocasiÃ£o na presenÃ§a de Carlos, em papo distraÃ­do e de embevecido "affair" com outra repÃ³rter chamada ClÃ¡udia Benchimol da editoria de economia ele disparou, como se fosse um advinho: "...vocÃª tem uma parente que Ã© psicÃ³loga!". Ele disse isto, como se estivesse estado com a parente dela anteriormente, sem ter sido apresentado por ela. 
Ela retrucou: "... sim, como vocÃª sabe?" 
Ele respondeu: "...ah porque eu sei". ClÃ¡udia, pessoa ligada ao PT, logo deve ter percebido que o complicaria se insistisse em fazer mais perguntas a respeito daquele assunto e passou a falar sobre outra coisa.

O responsÃ¡vel pelo processo do "Caso Bateaux Mouche", na Ã©poca, era o Juiz Valmir de Oliveira Silva da 23Âª Vara Criminal. Os responsÃ¡veis por aquela tragÃ©dia deveriam e devem pagar por seus crimes. Isto seria o certo, no entendimento de Carlos. Mas, como a qualquer um que intui, o episÃ³dio da fuga daqueles espanhÃ³is do Brasil, merecia uma profunda investigaÃ§Ã£o, pois o que se pode fazer com um divÃ£ engajado, uma escuta ambiente - escuta com aparelhos de longo alcance - e uma mÃ­dia aparelhada Ã© inimaginÃ¡vel. Carlos sabe disso por experiÃªncia prÃ³pria desses Ãºltimos 10 anos de sua vida. 
Induz,  manipula e "psicotiza". 
Tor-tu-ra psicologicamente.

Teatro-realidade ou conto-do-vigÃ¡rio, a forÃ§a motriz desses grupos
Pode-se tambÃ©m questionar a forma como aquele divÃ£ (psicÃ³logo, psicanalista ou psiquiatra?) atravessou na frente do espanhol, jÃ¡ que Ã© prÃ¡tica da militÃ¢ncia o uso do "teatro-realidade". Uma espÃ©cie de conto-do-vigÃ¡rio â€“ muito usado pela antiga malandragem do Rio de Janeiro -,  que somente depois que a vÃ­tima cai, Ã© que passa a entender como lhe deram a pernada. Isto quando ela descobre. 
Carlos, um curioso, Ã s vezes se pergunta: serÃ¡ que o espanhol jÃ¡ se deu conta da pernada que levou?
Nossa saudosa e querida atriz, Yara Amaral, que perdeu sua vida naquela tragÃ©dia, segundo seus prÃ³prios confrades â€“ na voz de nossa querida dama do teatro (realidade?...Ãªpa...calma, perguntar nÃ£o ofende) Fernanda Montenegro - em especial de televisÃ£o gravado no "Linha Direta" sobre o acidente em setembro de 2004, que subtilmente corrige informaÃ§Ã£o omitida nos outros especiais sobre o caso, "...era pessoa politicamente ativa". Ela quis dizer militante do PartidÃ£o, militante de PCB ou PCBÃ£o. Tanto quanto outros passageiros daquele barco, com quem Carlos trabalhou. 
Esta ediÃ§Ã£o de jornalismo sÃ©rio de Linha Direta (setembro/2004) tinha dois sentidos: Primeiro, o de fazer a correÃ§Ã£o subliminar daquela informaÃ§Ã£o que haviam sonegado por anos e que sabiam que Carlos sabia. Segundo, a de conseguir saber se conseguiam arrancar mais informaÃ§Ãµes de Carlos, que eles sabiam, ou para ser mais preciso, tinham a certeza de estar vendo o programa lÃ¡ na cidadezinha de RedenÃ§Ã£o da Serra, no interior do Vale do ParaÃ­ba, lugar para onde o partido o enxotara afim de desferir-lhe uma curra psicolÃ³gica de grande monta.  
Explico, com a escuta de sua casa, e sabendo que ele fazia comentÃ¡rios raivosos sobre a mÃ¡fia que o vinha perseguindo, procuravam saber o quÃª mais ele sabia sobre o caso "Bateaux Mouche" alÃ©m do que eles sabiam que ele sabia. O leitor vai entender melhor, a medida que ler este relato.
Partido Ã© instrumento para exercer a democracia. NÃ£o deveria ser usado como instrumento para promover revanchismo ou fazer justiÃ§a fora da esfera judicial, pois daÃ­ passaria a figurar como crime organizado, no mesmo nÃ­vel do PCC, que oportunamente devemos lebrar aqui, se organizou graÃ§as ao knowhow passado aos criminosos comuns pela mesma militÃ¢ncia de esquerda do PCB (que vem perseguindo Carlos), que hoje no poder, bebem do prÃ³prio veneno e ninguÃ©m parece se lembrar disso. NÃ£o querem que "...a massa atrasada" entenda que a seguranÃ§a dela, foi menos importante que a luta dessas gangs pelo poder. Pelo visto nÃ£o foi somente o PCC que assimilou knowhow, foi uma troca de knowhows.
Ã‰ certo que na esfera judicial, muitas vezes e as vezes muito do que deveria haver, serÃ£o divergentes o direito e a justiÃ§a, sem falarmos em coisas piores. Mas, Ã© aÃ­ nessa esfera que os partidos realmente preocupados com a democracia deveriam atuar, no sentido de fazer convergir o direito e a justiÃ§a para todo cidaÃ§Ã£o comum e , nÃ£o somente para aqueles que pertencem ao partido.
Com esmero e afinco, Carlos procurou um termo mais apropriado para designar tais grupamentos, nÃ£o deixando transparecer todo o seu rancor, mas depois de 10 anos (em 2005) de tormento diÃ¡rio e perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica, nÃ£o encontrou nenhum outro que os definisse mais corretamente que: gangs, mÃ¡fia ou patota.

"Todos os homens do presidente", a vida imita a arte que imitou a vida
Seria por acaso, que o mesmo colega do jornal, responsÃ¡vel pela matÃ©ria do "Bateaux", a quem Carlos nunca vira no sindicato antes, durante a retomada do sindicato pela tropa de choque da patota, lhe tivesse aparecido por lÃ¡? Acredito que nÃ£o. Podemos chamÃ¡-lo de  um dos aparelhos incrustados na mÃ­dia, um setor estratÃ©gico na difusÃ£o das versÃµes unÃ¢nimes e definitivas, atravÃ©s de um jornalismo sÃ©rio e responsÃ¡vel.
Devemos destacar alguns nomes no expediente do Jornal do Brasil, na Ã©poca em que vazava informaÃ§Ãµes de divÃ£ para aquela redaÃ§Ã£o, para que se faÃ§a as devidas ligaÃ§Ãµes ao longo deste relato: o primeiro, Jorge HilÃ¡rio de GouvÃªia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED â€“ um subproduto da VIVA RIO - , que atua na Rocinha) por sua ligaÃ§Ã£o com o movimento ViVa-RIO, um nicho do PartidÃ£o. E, o segundo, o do Diretor SÃ©rgio do RÃªgo Monteiro por curiosidade em saber qual o grau de parentesco entre ele e JosÃ© Carlos do RÃªgo Monteiro, ex-presidente do SJPMRJ â€“ Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do RJ - e militante do PartidÃ£o e Gina Torres Rego Monteiro , uma das colegas de trabalho da  Dr. Marina Baptista de Azevedo, a cunhada de Carlos. 
Um outro que constava daquele expediente era JoÃ£o Geraldo Piquet Carneiro.

â–º JORNAL DO BRASIL
JB Expediente
Conselho Editorial
M.F. do Nascimento Brito


Conselho Corporativo
Francisco de SÃ¡ JÃºnior.
Franscisco GrÃ³s
JoÃ£o Geraldo Piquet Carneiro
Jorge HilÃ¡rio de GouvÃªia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED, 
que atua na Rocinha)
Luis OtÃ¡vio de Motta Veiga

Editor 
DÃ¡cio Malta 

Editor executivo
Manoel F. Brito

Sec. De Red. Orivaldo Perim
Diretor: NÃ©lson Baptista Neto.
Diretor: Rosenthal Calmon Alves.
Diretor : SÃ©rgio RÃªgo Monteiro

ExplicÃ¡vel ou inexplicavelmente, o sindicato da categoria, que nÃ£o tinha verba suficiente para cobrir a folha de pagamento de seus funcionÃ¡rios e que por anos se arrastara com fisionomia decadente, recebeu uma reforma geral em suas instalaÃ§Ãµes, o que foi espertamente justificado em um de seus boletins (ver APÃŠNDICE), logo na primeira gestÃ£o-tampÃ£o de diretoria pÃ³s-escÃ¢ndalo, quando foi retomado por outros empatotados da mesma patota, o que acabou por ficar, com eles mesmos, o controle dos processos contra seus prÃ³prios correligionÃ¡rios que se aventuravam naquelas aposentadorias. 
As testemunhas que foram avocadas pelo Sr. Paulo CÃ©sar no processo que ele moveu contra Carlos, eram todas do PartidÃ£o (leia rol de testemunhas: Barbosa Lima Sobrinho; Alfredo Vianna; JosÃ© Chamilete; Arthur Parayba e Paulo Dettman). E, a defesa de Carlos neste processo, no qual ele era rÃ©u, estava a cargo do escritÃ³rio DCE â€“ Dumans, Cerqueira e Advogados, de Alexandre Dumans, professor  da UERJ e amigo de Jorge HilÃ¡rio GouvÃªa Vieira, aquele ligado ao ViVa Rio do Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura, todas tambÃ©m do PartidÃ£o. EscritÃ³rio este que assessorava o Jornal do Brasil na Ã©poca. 
DÃ¡ para se ter uma idÃ©ia no que se sucedeu, nÃ£o?  A acusaÃ§Ã£o (querelantes) era do PartidÃ£o e a defesa  dos querelados estava a cargo de um escritÃ³rio que serve ao PartidÃ£o. Fizeram um acordÃ£o. 
E o Ãºnico que ficou de fora foi o CarlÃ£o. Para levar safanÃ£o. 
Enquanto no JudiciÃ¡rio tem-se a instituiÃ§Ã£o do impedimento, em polÃ­tica isso nÃ£o existe. Ã‰ difÃ­cil de provar que fulanos de tal Ã© militante e pertence a tal partido e estÃ¡ sendo testemunha de ciclano de tal que tambÃ©m Ã© militante do mesmo partido.  Ou, que fulano de tal que trabalha no jornal e Ã© militante do partido, tem um parente, que tambÃ©m militante do partido Ã© um psicÃ³logo. Portanto a questÃ£o da Ã©tica fica ao critÃ©rio polÃ­tico dos interesses do partido e de cada um de seus camaradas. A Ã©tica acaba por chafurdar no terreno arenoso da polÃ­tica, onde impera a Ã©tica da polÃ­tica, que suplanta todas as outras Ã©tica de seus camaradas.
Resumo da Ã³pera:  Querelante e querelados na querela do sindicato passaram a ser os mesmos! Exceto Carlos.
FÃ¡cil nÃ£o?!

Uma informaÃ§Ã£o passada a Carlos por Jacozinho da Arfoc â€“ AssociaÃ§Ã£o dos RepÃ³rteres FotogrÃ¡ficos e Cinegrafistas â€“ e que Ã© importante para a correta compreensÃ£o dos fatos Ã© a de que a Sra. Bethe Costa, que havia se aproveitado da cÃ³pia da carta que Carlos lhe cedera detonando seu inimigo figadal Sr. Paulo CÃ©sar, havia sido levada pelo Ã©tico Zuenir para trabalhar na sua viva ONG do Rio, um nicho do PartidÃ£o. 
Queriam desde de entÃ£o, dar informaÃ§Ãµes a Carlos da forma como o estavam isolando e se vingando. 
Assim o Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura - o grande pesquisador de divÃ£s dos psicanalistas (1 â€“ pÃ¡g.27) -, com sua fita gravada com segredos de divÃ£ do Carlos convenceu a Sra. Bethe Costa da injustiÃ§a que se cometera pela intriga de um invejoso, que queria aquela aposentadoria. Ela que foi a responsÃ¡vel pelo "...linchamento moral contra o Sr. Paulo CÃ©sar e sua famÃ­lia", e pelo  acidente com o filho deste, promovido pela atuaÃ§Ã£o de seus confrades de partido na mÃ­dia televisiva fez o seu mea-culpa. 
A arrependida repÃ³rter de TV se recompÃ´s politicamente com o PartidÃ£o. O Ã©tico Zuenir publica um livro sobre um herÃ³i nacional do PT, Chico Mendes, e no coroamento da recuperaÃ§Ã£o de sua imagem, anos mais tarde ocupa lugar na comitiva presidencial de InÃ¡cio Lula, que foi a Portugal. Imputam a culpa pelo episÃ³dio das aposentadorias a inveja, mal secreto de Carlos e reforÃ§am e ampliam as forÃ§as do revanchismo polÃ­tico contra ele onde formam um verdadeiro pool de partidos â€“ PPS (PCB), PSDB (AP), PT e outros que seus conchavos permitissem - a "...botar fogo no rabo do invejoso"(1). Uma verdadeira covardia com o intuito de vinganÃ§a e psicotizaÃ§Ã£o de Carlos.
Defenestrado das redaÃ§Ãµes, isolado e sozinho, Carlos teve seu registro de jornalista - obtido da mesma forma que muitos integrantes da patota que atuavam no jornal â€“ praticamente cassado. 
Ele nÃ£o se importou(?) em ter ficado com a pecha de "...alcagÃ¼ete da polÃ­cia", na certa mais um pecado dele, "...invejoso" e "...viado", entre outros adjetivos que lhe imputaram, e tocou o seu barco, foi Ã  luta sem ficar choramingando o leite derramado, perda de amigos, emprego, profissÃ£o e foi tentar ganhar o seu pÃ£o-de-cada-dia como taxista na praÃ§a de NiterÃ³i, jÃ¡ que para sobreviver ele nunca dependeu da imagem de empatotado-politika-Menti-corrrretu. 
Mas, a patota nÃ£o ficou contente em escapulir livre e solta daquela maracutÃ¡ia e com a versÃ£o dos fatos a seu favor e, como o real crime de Carlos era saber demais,  passou a persegui-lo e atormentÃ¡-lo obsessivamente ao longo desses longos 10 (dez) anos, portanto muito mais que 10% da vida de qualquer brasileiro, nos quais ele veio se esquivando a medida do possÃ­vel desde 1995, o "...ano que nÃ£o terminou"  para ele.
Parecia ser de amplo conhecimento entre os militantes, as "...sacanagens" que vinha acontecendo com Carlos, pois num rÃ¡pido encontro, na Alameda de NiterÃ³i, entre ele e sua ex-colega de redaÃ§Ã£o do JB, Janice Caetano militante do PartidÃ£o, entÃ£o presidente do mesmo sindicato do qual ele fora diretor, apÃ³s uma conversa rÃ¡pida sobre devoluÃ§Ã£o dos proventos oriundos da correÃ§Ã£o dos Planos Collor e Bresser e apÃ³s o deslocamento de seus respectivos carros, ele ouviu nitidamente daquela que antes fora EDITORA-DE-PÃGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR-DE-OGLOBO deixar no ar, em comentÃ¡rio com seu marido Alaor, fotÃ³grafo e tambÃ©m ex-colega de redaÃ§Ã£o de Carlos, a seguinte frase: "...ele tem cara de safado e tem mais Ã© que ser sacaniado mesmo!". Ela falou aquilo para que ele pudesse escutar. Fazia parte da tortura da qual Carlos estava sendo vÃ­tima, ele saber que estavam atormentando-o e torturando-o e nÃ£o poder provar ou mesmo se defender. Pois contra a covardia nÃ£o tem como se defender. 
Ã“i que lÃ­ndio! (expressÃ£o do narrador)

Pois Ã©, para os da militÃ¢ncia, como aquela EDITORA-DE-PÃGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR, divulgar e escutar gravaÃ§Ãµes de divÃ£ nÃ£o tem nada haver com defesa de consumidor.
	Se vocÃª, como consumidor, fosse desreipeitado nos seus direitos e tivesse que fazer uma escolha, qual a escolha que vocÃª faria? Preferiria ser ludibriado por um eletrodomÃ©stico que nÃ£o funcionasse ou por um psicÃ³logo, psiquiatra, psicanalista ou qualquer profissional da Ã¡rea mÃ©dica, que vocÃª pagou honestamente e que saiu distribuindo a fita da gravaÃ§Ã£o de sua psicanÃ¡lise por aÃ­ ou o psiquiatra que lhe receitou um remÃ©dio inapropriado para a sua anciedade, por conta de uma perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica em funÃ§Ã£o de uma tÃ©cnica de psicotizaÃ§Ã£o?
	A jornalista picareta Janice Caetano nÃ£o acha isso. Podemos acreditar nessa editora de pÃ¡gina de Defesa do Consumidor?
Carlos foi desrespeitado em seus direitos, mesmo guardando o segredo da patota por mais de 10 anos, atÃ© por que ele nÃ£o queria mais nenhuma confusÃ£o e por nÃ£o saber a tamanha importÃ¢ncia que tinha aquela informaÃ§Ã£o. Por respeito as vÃ­timas daquela tragÃ©dia, Carlos nÃ£o esboÃ§ou um sÃ³ movimento de revide durante todo esse tempo em que sofreu com as torturas impostas por eles. 
Mas tudo tem um limite.
Somente agora, a partir junho de 2004, por insistÃªncia dos perseguidores de Carlos, que foram alÃ©m dos limites do suportÃ¡vel para ele, ao tentar psicotizÃ¡-lo dentro da casa de seu sogro e conseguir deixÃ¡-lo tÃ£o mal psicologicamente em dois anos e meio de convÃ­vio com eles quanto os oito anos anteriores em que se debateu sozinho no municÃ­pio de NiterÃ³i. Destruiram a paz de sua famÃ­lia, mulher e filhos, e conseguir danificÃ¡-la com novo trauma para seus filhos, decidi contar a sua histÃ³ria sem a mesma elegÃ¢ncia e o mesmo "vÃ©u de alegoria" do competente e Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, portanto em nome de sua legÃ­tima defesa, um direito inalienÃ¡vel de qualquer um que foi injustiÃ§ado, politicamente perseguido e humilhado de forma desleal dentro de um Estado democrÃ¡tico de direito em cuja ConstituiÃ§Ã£o em seu Art. 5Âº, inc. III reza que ninguÃ©m serÃ¡ submetido a tortura nem a tratamento  desumano ou degradante e que mesmo aos condenados, o que nÃ£o Ã© o caso de Carlos, a lei nÃ£o lhes reservarÃ¡ penas degradantes, perpÃ©tuas, cruÃ©is ou de ba-ni-men-to, e comeÃ§ar a dar sua versÃ£o dos fatos a quem interessar possa, sobre o que veio acontecendo na sua vida e sobre os mÃ©todos usados pela patota antes que Carlos faÃ§a bodas de ouro de torturado e perseguido e ainda leve de quebra um atestado de maluco, que Ã©, o que a patota veio tramando com mais afinco nesses Ãºltimos tempos (2002~2005) de "sacanagens" (ou tormento/transtorno fabricado) ao encurralÃ¡-lo numa pequena cidade do interior paulista do Vale do ParaÃ­ba, regiÃ£o sob domÃ­nio daqueles mesmos partidos envolvidos no imbrÃ³glio dos aposentandos e que acabou por deixÃ¡-lo tÃ£o "...mal" quanto aquele "...um dos espanhÃ³is".
A "legÃ­tima defesa" reside no fato de podermos contar a sua histÃ³ria â€“ que Ã© a busca da verdade -, dado o baque emocional que teve nesta Ãºltima investida desses Partidos em atormentÃ¡-lo. Sua histÃ³ria passou a ter para ele mais importÃ¢ncia do que qualquer outra coisa que jÃ¡ almejara em sua vida depois de 10 anos de perseguido e humilhado diante de seus filhos, que acabaram por ter a impressÃ£o errada de seu temperamento em funÃ§Ã£o dessa perseguiÃ§Ã£o. Nesse sentido â€“ o da importÃ¢ncia da histÃ³ria de cada um - passou atÃ© a compreende um pouco a necessidade visceral daqueles empatotados em querer estoriar sua versÃ£o, que nÃ£o fosse o requinte ou vinganÃ§a de, humilhÃ¡-lo em todos os aspectos, o de querer atestÃ¡-lo, por excesso de zelo, como quem "...ouve vozes e sofre de confusÃµes mentais", nÃ£o pondo um ponto final naquele episÃ³dio tÃ£o triste para todos os envolvidos, jÃ¡ estaria mais do que contada e sacramentada, como a versÃ£o verdadeira daqueles distantes fatos. 
Mas, em verdade, nÃ£o era por isto que eles buscavam.
O tormento psicolÃ³gico tinha o propÃ³sito de psicotizÃ¡-lo deste o inÃ­cio. E, nÃ£o era assim interpretado por ele. Carlos pensava que era uma espÃ©cie de vinganÃ§a, sob a forma de "...tortura chinesa" , como assim lhe passaram.
Sim, porque as "sacanagens" dissimuladas â€“ mÃ©todo de aÃ§Ã£o daqueles que, compreensivelmente, sÃ£o contra a venda de armas, o que impede a legÃ­tima defesa de qualquer cidadÃ£o - tiveram vÃ¡rias etapas e que podem ser relatadas: de inÃ­cio com violÃªncia, inclusive contra uma crianÃ§a de seis anos - o filho de Carlos, que por vÃ¡rias vezes foi surrado por outras crianÃ§as numa vila em que moravam, em 1996-1997 e que atÃ© hoje (Jun/2004) nÃ£o sabe o porquÃª de ter acontecido aquilo com ele - por isso, sujeito a legislaÃ§Ã£o especial. Carlos acha que o filho dele foi alvo do tormento, como forma de vingarem o acontecido ao filho de Paulo CÃ©sar, que (sic) tinha colocado fogo no prÃ³prio corpo ao ver a sua casa transformada num verdadeiro inferno por conta de manchetes de jornais e investigaÃ§Ãµes da PolÃ­cia Federal sobre as aposentadorias.
Depois passou a ser mais cirÃºrgica - para usar um apropriado termo mÃ©dico - dirigindo-se especificamente a ele. Podemos classificÃ¡-las tambÃ©m como uma "...tortura psicolÃ³gica", crime previsto na ConstituiÃ§Ã£o e no cÃ³digo penal brasileiro; crime de racismo (como forma de desvirtuar sua atenÃ§Ã£o para a origem da perseguiÃ§Ã£o), tambÃ©m imprescritÃ­vel e inafianÃ§Ã¡vel; ameaÃ§a Ã  testemunha; tentativas de intimidaÃ§Ã£o; invasÃ£o de privacidade em tempo integral nos Ãºltimos 10 anos; abuso de autoridade; impedimento do exercÃ­cio da profissÃ£o (como jornalista e como motorista de tÃ¡xi); obstruÃ§Ã£o da justiÃ§a; perturbaÃ§Ã£o da ordem; perseguiÃ§Ã£o com violÃªncia e humilhaÃ§Ã£o; agressÃ£o fÃ­sica; trotes; brincadeiras com os serviÃ§os de telefonia; brincadeiras com abastecimento de Ã¡gua e energia e etc... E, por fim o de crime de formaÃ§Ã£o de quadrilha em mais de um estado da FederaÃ§Ã£o.
Como poderÃ­amos chamar isto? Crime organizado contra uma sÃ³ pessoa?
 Uma verdadeira covardia!
Atualmente encontra-se no estÃ¡gio da ridicularizaÃ§Ã£o, humilhaÃ§Ã£o e da tortura psicolÃ³gica, para fechar com chave de ouro atravÃ©s de uma tentativa, de tachÃ¡-lo como "...maluco" â€“ que Ã© uma das modalidades de queima de arquivo, muito utilizada nos paÃ­ses da antiga cortina de ferro e forma pacÃ­fica adotada pelas patotas. Lembram-se da histÃ³ria de NilcÃ©ia Pitta? Queriam internÃ¡-la. LÃ³gico que, em seu caso com um toque de sacanagem, que bem ao gosto de nosso povo, esconde o intuito de banalizar o tormento-tortura-perseguiÃ§Ã£o obtendo cumplicidades e adeptos com facilidade. Enquanto o baixo clero polÃ­tico tacha de louco aqueles que traz a tona suas maracutÃ¡ias - vide Severino Cavalcante X Roberto Jerffeson â€“ o alto clero polÃ­tico possui um mÃ©todo de tormento psicotizador e conta com sua militÃ¢ncia, na polÃ­cia, nos jornais e com os profissionais da Ã¡rea de saÃºde para psicotizÃ¡-los e encaminhÃ¡-los a um tratamento psiquiÃ¡trico.
No inÃ­cio, deduz-se, a perseguiÃ§Ã£o foi por vinganÃ§a, apesar de saberem  que ele, como ex-militante, sabia demais. Depois de certo tempo aquilo que ele sabia foi confirmado atravÃ©s da escuta que tinham de sua casa. Com suas escutas em tempo integral e com tantas informaÃ§Ãµes que obtiveram de Carlos, ela passou a ser, atravÃ©s de um tormento/transtorno fabricado a partir das informaÃ§Ãµes que obtiveram de seu divÃ£, um instrumento com intuito de psicotizÃ¡-lo, fazendo com que ele procurasse tratamento, comprovando assim, "...ter problemas psicolÃ³gicos", por saberem ser ele conhecedor da informaÃ§Ã£o sobre o vazamento de seu prÃ³prio divÃ£ e do divÃ£ de "...um dos espanhÃ³is" e de como a aquela militÃ¢ncia age para o caso de ele vir futuramente a falar a sobre suas experiÃªncias no convÃ­vio eles.
Carlos, como vÃ­tima do vazamento de seu divÃ£ nÃ£o representava nenhuma ameaÃ§a, pois eles achavam que ele nÃ£o sabia do vazamento. E, mesmo que soubesse, como provar? Mas nÃ£o era somente uma vÃ­tima do vazamento de seu divÃ£ e da tortura psicolÃ³gica, mas uma testemunha deste crime, que deveria ser considerador hediondo â€“ a tortura psicolÃ³gica dos espanhÃ³is do "Caso Bateaux Mouche", que os levou a figirem do paÃ­s e, que era um fato irreverssÃ­vel.
Uma testemunha do vazamento do divÃ£ de um dos espanhÃ³is que fugiram.
Ou, fizeram-no fugir?

E, com certeza, por estarem aquelas igrejinhas decididas a protegerem, a qualquer custo, do conhecimento da populaÃ§Ã£o os seus mÃ©todos e o seu "Segredo de FÃ¡tima" â€“ ou seu "CÃ³digo Da Vinci" - que consiste em possuÃ­rem, alÃ©m da contradiÃ§Ã£o, uma grande rede de informaÃ§Ãµes nos inescrupulosos divÃ£s engajados. Tais inescrupulosos acabam por lanÃ§ar suspeitas inclusive sobre aqueles que, politicamente participantes, sÃ£o(?) e foram(?) honestos em sua Ã©tica e bons profissionais, Ã  medida que, nossa mentalidade mediana tende a generalizaÃ§Ãµes. 
Os divÃ£s engajados sÃ£o espertalhÃµes, que em se fazendo passar por psicÃ³logos, psicanalistas, psiquiatras e mÃ©dicos atropelam a Ã©tica mÃ©dica - tÃ£o importante para seus pacientes e tÃ£o aclamada no caso AlmÃ­lcar Lobo, que sofreu um linchamento moral, foi e Ã© tese de incontÃ¡veis e Ã©ticos psicoterapeutas-engajados, teve seu  registro cassado pelo CRM-RJ, teve sua puniÃ§Ã£o estendida ao Dr. LeÃ£o Cabernite (seu psicanalista didata) e foi questionado em uma entrevista feita pelo mesmo Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura intitulada "A psicanÃ¡lise da tortura", publicada em 14/09/86 no Jornal do Brasil â€“ para servirem a uma outra "Ã©tica", Ã  da polÃ­tica, cedendo informaÃ§Ãµes de divÃ£ dos seus clientes Ã  sua patota, quando aqueles sÃ£o desafetos desta e ou a informaÃ§Ã£o Ã© relevante e conveniente ao encaminhamento da polÃ­tica de seu PartidÃ£o.


â–º Pequeno trecho da reportagem "A psicanÃ¡lise da tortura" 
Jornal do Brasil, 14/09/86 por Zuenir Ventura / Colaboraram Jorge AntÃ´nio Barros e Susana Schild
A crÃ´nica da tortura no Brasil dos anos 1970, que tem sido escrita apenas pelos torturados â€“ atÃ© porque, por dever de ofÃ­cio, torturador faz falar, nÃ£o fala -, ganha a partir de hoje um narrador especial: AmÃ­lcar Lobo, 47 anos. Como tenente do ExÃ©rcito e mÃ©dico lotado no quartel da PE da BarÃ£o de Mesquita, o Dr. Lobo ou Dr. Carneiro, como era conhecido lÃ¡, conviveu intimamente com a tortura durante mais de trÃªs anos, de l969 a l973. Lobo nega tÃª-la praticado, mas admite ter sido conivente com ela, o que lhe dava uma posiÃ§Ã£o privilegiada: nÃ£o participava das sessÃµes mas, como militar, sabia quem as promovia e, como mÃ©dico, tratava dos que a sofriam. O seu relato tem assim a isenÃ§Ã£o de um testemunho, digamos, neutro. Os torturadores precisavam dele para continuar torturando e os torturados nÃ£o raro necessitavam de seus cuidados pra sobreviver. NÃ£o se pode acusar as suas confissÃµes de revanchistas ou ressentidas como se costuma fazer com as denÃºncias de ex-torturados. Ã‰ um depoimento histÃ³rico diante do qual se fica dividido entre a admiraÃ§Ã£o e a repulsÃ£o. Ã‰ difÃ­cil nÃ£o admirar a sua corajosa atitude hoje, como Ã© impossÃ­vel nÃ£o rejeitar, como repulsiva, a sua criminosa cumplicidade de ontem.

Excelente entrevista - "A psicanÃ¡lise da tortura", cujo autor, Mestre Zu, em seu lide afirma "...torturador faz falar, nÃ£o fala..." - nÃ£o fosse o fato de esquecer de dizer que Ã s vezes o torturador faz nÃ£o falar ou tortura por se ter falado, por se saber demais, por se ter testemunhado (ou  pedido investigaÃ§Ã£o) ou para psicotizar alguÃ©m que sabe do "segredo dos divÃ£s" do PCB (Partido Comunista Brasileiro = PPS), como forma de censurar, se vingar e enlouquecer sua vÃ­tima. 
Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. NÃ£o se tem saÃ­da, na ditadura torturava-se para falar e agora tortura-se para nÃ£o falar, ou seja, por censura.
Se para os engajados da saÃºde a Ã©tica profissional nÃ£o lhes Ã© tÃ£o importante por se submeter a Ã©tica polÃ­tica, Ã© de interesse pÃºblico e justo que a populaÃ§Ã£o - e portanto seus pacientes - saiba que muitos (ou todos?) profissionais engajados nÃ£o a respeitam, o que nos permitirÃ¡ ter mais cuidado na hora de escolher tais profissionais.
	Acreditamos que ninguÃ©m, incluindo os da patota, gostaria de freqÃ¼entar um divÃ£ engajado, lugar onde tudo que vocÃª falar poderÃ¡ se voltar contra vocÃª, por saber com conhecimento de causa, de outrens, lÃ³gico, o que Ã© ter sua intimidade confidenciada a um profissional â€“ que por forÃ§a do ofÃ­cio, possui coraÃ§Ãµes e mentes de seus pacientes - pago para lhe prestar ajuda e ver essa sua intimidade ser divulgada intra e interpatotas com a finalidade de lhe prejudicar, humilhar e fazÃª-lo doente.
Por coincidÃªncia ou nÃ£o, o certo Ã© que no meio dessas sacanagens que Carlos veio sofrendo, sempre lhe apareceram de forma enfÃ¡tica, inclusive com "encenaÃ§Ãµes"de situaÃ§Ãµes das quais sem dÃºvida nenhuma ele se lembra, de somente lÃ¡, ter falado e dado Ãªnfase quando deitado e "relaxado" naquele "divÃ£ furado" (aquele que vaza. "... Fala, divÃ£") de sua experta psicÃ³loga. 
Por exemplo: Imaginem senhores! Uma psicoterapeuta, que grave sessÃµes, diagnostifique o problema de seu paciente e ciente de que ele tomou uma atitude que "prejudicaria" seus correligionÃ¡rios possa ceder tais gravaÃ§Ãµes a sua patota. Embora difÃ­cil de provar, isto nÃ£o Ã© impossÃ­vel de o paciente, digo a vÃ­tima, descobrir como lhe armaram a trama e muito menos de ratificÃ¡-la, dado o longo tempo de sacanagens armadas pela patota que atÃ© entÃ£o (JUN/2004) nÃ£o sabiam que ele sabia, que a profissional empatotada havia cedido as gravaÃ§Ãµes.
Pasmem senhores!  Essa "profissional" nunca serÃ¡ comparada a um  AmÃ­lcar Lobo, nÃ£o terÃ¡ o seu registro cassado pelo CRM-RJ e nem, como este, serÃ¡ "...varrida da condiÃ§Ã£o de humano", embora no entender de Carlos faÃ§am parte de lados opostos de uma mesma moeda. A atitude da profissional talvez a transforme, entre os seus correligionÃ¡rios, em uma verdadeira heroÃ­na, por ser a responsÃ¡vel por municiar, com idiossincrasias de seu paciente, a vinganÃ§a de sua patota contra o desafeto que sofria de um "...mal secreto, a inveja". 
Ã“i que lindo! (expressÃ£o do narrador)

ÃŠpa! Pausa para balanÃ§o!
Dois divÃ£s distintos tendo os mesmos voyeurs de segunda mÃ£o â€“ aqueles que espiam o que o psicanalista, "..o voyeur"(1) de primeira mÃ£o, espiou.
Para quem estava acostumado a editar jornal com informaÃ§Ãµes do divÃ£s de inscrupulosos psicotorturapeutas de sua gang, produzir um livro sobre a inveja, mal secreto de Carlos, foi pinto para mestre Zu.

Ã‰ grave a situaÃ§Ã£o!
O Ã©tico intelectual Zuenir Ventura, nÃ£o contente em transformar seu voyeurismo em elegante analogia, alegoria e sofisticado mote literÃ¡rio em seu livro Inveja, mal secreto, â€“ uma prova de sua pegada de voyeur de 2Âª mÃ£o - para humilhar Carlos entre seus pares e correligionÃ¡rios, transformando-o em chacota de intelectuais empatotados (veja entrevista de Regina Zappa, com quem Carlos trabalhou, filha do ex-embaixador em Cuba, Ãtalo Zappa, declaradamente ligada ao PCB fez com o ilustre jornalista escritor Zuenir Ã‰tico Ventura, por ocasiÃ£o do lanÃ§amento de sua literatura de araque), covardemente o partido do qual ele era articulador, divulgou-os intra e inter-patotas, para se vingar, angustiando, apavorando, humilhando, sacaniando, desesperando, psicotizando, ameaÃ§ando, enfernizando, enfermizando, enfim    A-TOR-MEN-TAN-DO,  "sinonimizando" uma TOR-TU-RA diÃ¡ria de tempo integral durante mais de 10 anos, uma pessoa, que em legÃ­tima defesa usou de um expediente legÃ­timo para se defender das ameaÃ§as de seu chefe no jornal e do presidente de um sindicato, com mÃ©todos de cuja sofisticaÃ§Ã£o e empenho faria corar atÃ© mesmo o Doutor CARNEIRO (codinome de AmÃ­lcar Lobo).

â–º Pecado inconfessÃ¡vel (entrevista de Zuenir Ventura a Regina Zappa)
 De Regina Zappa. Jornal do Brasil, 16/8/98.
...
- E as analogias?
- Encontrei coisas curiosÃ­ssimas. Lendo a BÃ­blia, encontrei a definiÃ§Ã£o de que a inveja corrÃ³i como o cÃ¢ncer. Outra foi a metÃ¡fora do cÃ¢ncer que Ã© o caranguejo, porque ele corrÃ³i em silÃªncio. E o que corrÃ³i tambÃ©m em silÃªncio? A inveja. As definiÃ§Ãµes comeÃ§avam a bater de tal maneira...Coisa que ninguÃ©m diz o nome...Eram tantas as afinidades que comecei atÃ© a me policiar para nÃ£o parecer que estava forÃ§ando a barra para estabelecer a analogia.
...
- VocÃª anuncia no comeÃ§o que nÃ£o se trata de um livro sobre inveja, mas de alguÃ©m escrevendo sobre a inveja.
- EntÃ£o, decidi botar tudo no livro. Por isso Ã© que se justifica a entrada da doenÃ§a. Se estava disposto a incorporar todo o processo ao livro, seria hipocrisia omitir aquilo que tinha acontecido de mais traumÃ¡tico para mim durante esse tempo.
...
- No livro vocÃª expÃµe seu sentimento em estado bruto...
- VocÃª estÃ¡ dizendo isso e me ocorre uma palavra. Ã‰ um livro visceral, sai das entranhas.
...
- Assim como a inveja.
- A inveja tem essa coisa. Os verbos associados a ela sÃ£o corrosÃ£o, destruiÃ§Ã£o. Ao mesmo tempo, Ã© preciso encarar a inveja como uma reaÃ§Ã£o humana. Quando vemos estados extremos da maldade humana, tendemos a virar as costas, a nos afastar, como se aquilo nÃ£o pertencesse Ã  nossa categoria, Ã  nossa espÃ©cie. Todos os teÃ³ricos da inveja acham que a melhor maneira de lutar contra ela Ã© assumir que todo mundo a tem, em graus diferentes. Alguns sÃ£o graus patolÃ³gicos de escravizaÃ§Ã£o total a esse sentimento. 
...
- Mal secreto sÃ£o trÃªs livros em um. Tem a inveja, a doenÃ§a e a histÃ³ria da KÃ¡tia. Essa personagem que se envolve num suposto crime Ã© verdadeira ou Ã© fictÃ­cia?
- NÃ£o vou revelar. Por vÃ¡rias razÃµes. Adotei a forma de ficÃ§Ã£o quando o livro deveria ser nÃ£o-ficÃ§Ã£o. Uma das razÃµes para isso Ã© que tem ficÃ§Ã£o mesmo no livro. Outra Ã© por questÃµes de seguranÃ§a. Estou trabalhando com material em alguns casos muito explosivo, tem crime etc...

Compreende-se, o homem Ã© fruto de suas circunstÃ¢ncias. E, a sede de vinganÃ§a â€“ "...a cÃ³lera que espuma"(1) do Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura, â€“ que, alÃ©m da covardia de bicar morto (sim, foi o que ele fez com ex-tenente do exÃ©rcito, o mÃ©dico AmÃ­lca Lobo), em outros tempos, gostava de jogar tinta marron na cabeÃ§a de anciÃ£o (sim, foi o que ele fez com o dono da Tribuna da Imprensa, HÃ©lio Fernandes) - fez aflorar no Ã©tico intelectual o seu alter-ego, o Dr. Carneiro , a quem outrora criticava. 
O poder parece corrompe ao ponto de sempre reproduzir os substratos de suas engrenagens, ou seja, tanto os seus AmilcaresLobos quanto os seus SÃ©rgiosMacacos da vida.
O torturado de ontem serÃ¡ o torturador de amanhÃ£?
Seria de bom alvitre que o jornalista escritor seguisse o conselho de uma mÃ£e-de-santo de sua literatura â€“ Inveja, mal secreto -, que lhe disse: misinfio, sunce "...tÃ¡ muito carregado, devia tomar cuidado!" (1), Ã© bom deixar esse negÃ³cio de inveja prÃ¡ lÃ¡. Mas, o Partido do qual o elegante intelectual era articulador, - o PCB - parece ter seguido o conselho de outro personagem de seu livro, o Seu Tranca Rua, cujo remÃ©dio para "...combater o invejoso" (1) Ã© "...o senhor bota fogo no rabo dele" (1).  
Enquanto a relaÃ§Ã£o de Carlos com a psicanÃ¡lise era de alguÃ©m procurando se conhecer, o mesmo nÃ£o se pode afirmar sobre o Ã©tico jornalista e escritor, que pela evidÃªncia histÃ³rica dos fatos de sua relaÃ§Ã£o com tais profissionais, demonstra ser outra: a polÃ­tica. A mesma polÃ­tica que dita a sua "Ã©tica".



â–º Retirado do site "Portalliteral Zuenir Ventura".
...
1968 - Acompanha em Paris a mobilizaÃ§Ã£o dos estudantes. Tido como o articulador da imprensa do Rio para o Partido Comunista, Ã© preso apÃ³s o AI-5 e passa trÃªs meses entre o Sops, o Dops, o quartel da PM Caetano de Faria e o do ExÃ©rcito em Harmonia. Divide cela com HÃ©lio Pellegrino, Ziraldo, Gerardo Mello MourÃ£o e Osvaldo Peralva. No mesmo dia de sua prisÃ£o, sua mulher e seu irmÃ£o sÃ£o levados pela polÃ­cia e permanecem presos durante um mÃªs. Zuenir deixa a prisÃ£o em marÃ§o de 1969 com o aval de Nelson Rodrigues, que conseguira junto aos militares a libertaÃ§Ã£o de HÃ©lio Pellegrino, mas este condicionou sua saÃ­da Ã  do companheiro de cela. 
...
1989 - Por decisÃ£o dos editores Marcos SÃ¡ CorrÃªa e FlÃ¡vio Pinheiro, Ã© feito repÃ³rter especial do â€œJBâ€ e, como tal, vai ao Acre, onde o lÃ­der seringueiro e ecologista Chico Mendes fora assassinado em dezembro de 1988. Fica mais de um mÃªs no estado apurando o crime e produz uma sÃ©rie de reportagens que lhe vale dois prÃªmios: o Esso de Jornalismo, o mais importante do paÃ­s, e o Wladimir Herzog, de direitos humanos.
...
1993 - Como reaÃ§Ã£o Ã s chacinas da CandelÃ¡ria (oito meninos mortos) e de VigÃ¡rio Geral (21 pessoas mortas), ajuda a criar o Viva Rio, organizaÃ§Ã£o nÃ£o governamental voltada para projetos sociais e campanhas contra a violÃªncia.
1994 - Depois de passar nove meses indo Ã  favela de VigÃ¡rio Geral, transforma a experiÃªncia no livro â€œCidade partidaâ€, um retrato das causas da violÃªncia no Rio. O livro ganha o PrÃªmio Jabuti de Reportagem.
1995 - Por decisÃ£o do entÃ£o editor-chefe DÃ¡cio Malta, torna-se colunista semanal do â€œCaderno Bâ€. Numa viagem a Cuba com uma delegaÃ§Ã£o brasileira, encontra-se com Fidel Castro e entrevista ao lado de Rubem Fonseca o escritor cubano Senel Paz.


Existe o artifÃ­cio velhaco do orador ou escritor, que ao abordar tema de conduta moral ou Ã©tica, engana seu pÃºblico, ao levÃ¡-lo acreditar que ele, tÃ£o loquaz no assunto, seria sem sombras de dÃºvida um agraciado dos objetos de seu discurso ou daquilo que cobra em outrem. Como o escritor, que ao discorrer sobre herÃ³is nacional ou exigir Ã©tica na psicanÃ¡lise acaba por camuflar seu Ã­ntimo, seu alter-ego, induzindo subliminarmente seus leitores ao erro de confundi-lo com o herÃ³i ou com o objeto de seu discurso e de sua cobranÃ§a, quando na realidade a sua prÃ¡tica nÃ£o tem nada haver com o seu discursso.

Fala, divÃ£!
Ã‰ de causar calafrios ver o Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura desfilar com medalhÃµes da psicanÃ¡lise e de citar em sua literatura-de-faz-de-conta, vÃ¡rias instituiÃ§Ãµes ligadas a ela  e de saber que "...os psicanalistas â€“ cinqÃ¼enta e sete deles - foram tambÃ©m os que mais colaboraram com(1)" a sua pesquisa sobre a inveja (leia pÃ¡ginas 27 e 149 do livro Inveja, mal secreto). 
Estaria aÃ­ incluÃ­da a Psicotorturapeuta MÃ¡rcia Erlich? 
Isso pode levar pessoas de pensamentos estreitos, medianos e maldosos e de qualquer um que pense, a ilaÃ§Ãµes. Como se diz no funk "...tÃ¡ tudo dominado". Porque o que ele, sem dÃºvida, omiti em sua literatura-de-araque, e ninguÃ©m traz escrito na camiseta o nome do PartidÃ£o a que pertence, Ã© a sua militÃ¢ncia polÃ­tica e a militÃ¢ncia polÃ­tica e a Ã¡rea de influÃªncia de boa parte de suas referÃªncias e conhecidos. Atuam assim como um grande nÃºmero de figurantes nesse grande teatro-realidade para pÃºblico desavisado. 
Todos que leÃªm jornais diariamente ao longo dos anos, nÃ£o se ilude com nenhum polÃ­tico de palanque. Todos sabemos em sua maioria eles possuem seus lados cÃ´ncavos e nÃ£o resistiriam a uma biografia nÃ£o autorizada, mas sÃ£o com os militantes anÃ´nimos, aqueles que nÃ£o se identificam publicamente com partido algum, que devemos ter cuidado. Eles se transvestem de mÃ©dicos, de escriturÃ¡rios, de policiais, de jornalistas, de jornalistas escritores, de psicÃ³logos, de artistas, de apresentadores de TV, de funcionÃ¡rios pÃºblicos, de polÃ­cia, de promotores de justiÃ§a, advogados, policiais federais, fiscais da fazenda, de vizinhos, de amigos, de parentes, de sogros, de cunhados , etc..., etc..., e sÃ£o eles quem faz andar a polÃ­tica do partido e poderÃ£o ser eles os seus torturadores mais Ã­ntimos.
O Ã©tico Zuenir Ventura e sua patota preferiu ver em Carlos um invejoso.  "Assim Ã© se lhes parece...". 
Poderiam vÃª-lo como um moleque iconoclastra, daqueles que, em sua festa de aniversÃ¡rio, deixa o mÃ¡gico contratado para entreter ele e seus amiguinhos, desconsertado ao ver seus truques revelados um-a-um. Ou, como aquele outro moleque que ao ver o rei, inflado por sua claque, grita "...o rei estÃ¡ nu ".


A "praxe" de uma macabra histÃ³ria ou "A tirania da malÃ­cia"(1)

O que esta por trÃ¡s da â€Inveja, mal secreto" de Carlos Ã© uma macabra histÃ³ria de um outro pleno pecado pÃ³s-moderno, muito "...mais malÃ©volo de todos os componentes da malÃ­cia"(1) e muito mais dissimulado ainda que a inveja, por esta ser humana e a outra nÃ£o. 
Ã‰ a "praxe" espÃºria da "...politizaÃ§Ã£o da psicanÃ¡lise", a usurpaÃ§Ã£o sistemÃ¡tica de informaÃ§Ãµes de divÃ£s, obtidas nos consultÃ³rios de cruÃ©is e inescrupulosos psicoterapeutas engajados, e a sua posterior utilizaÃ§Ã£o com finalidades polÃ­ticas de apavorar, torturar psicologicamente, psicotizar e fazer doente os seus prÃ³prios pacientes. 
Implantaram aquela prÃ¡xis na luta contra um regime ditatorial e ilegÃ­timo e se acomodaram com os dividendos colhidos por ela e a conservaram, mesmo durante o regime democrÃ¡tico e legÃ­timo com a intenÃ§Ã£o do aprofundamento da democracia e de implantaÃ§Ã£o do socialismo democrÃ¡tico. 
Ã‰ a blitzkrieger da social-democracia. Tudo pelo social. Na luta pela cidadania e na construÃ§Ã£o de uma sociedade mais justa e politika-menti-currreta, tudo se justifica sob o ponto de vista desses grupos, inclusive o desrespeito a pri</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>â–º Ajudem Carlos Eduardo a divulgar a sua histÃ³ria de tortura psicolÃ³gica e perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica por mais de 10 anos,  pelos partidos polÃ­ticos PCB (leia-se PPS) e PSDB (leia-se AÃ§Ã£o Popular), reproduzindo disquetes e CDs e enviando-os para o Congresso, Senado Federal, deputados federais, deputados estaduais, vereadores, MinistÃ©rio PÃºblico, JuÃ­zes de Direito, policiais federais e estaduais, empresÃ¡rios, imprensa nacional e internacional e anistia internacional via correios e Internet.</p>
<p>PRIMEIRA PARTE</p>
<p>Em &#8220;LegÃ­tima defesa&#8221;<br />
(A verdadeira histÃ³ria da Inveja e do Mal Secreto)</p>
<p>Carlos Eduardo da Silva, RG nÂº 3361693/RJ, atualmente funcionÃ¡rio efetivo do Tribunal de JustiÃ§a do Estado de SÃ£o Paulo com mat. NÂº 353.570-1, trabalhou no Jornal do Brasil por 13 anos, sendo 11 anos com carteira assinada. Foi diretor do SJPMRJ - Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do Rio de Janeiro e tambÃ©m o responsÃ¡vel pelo pedido de investigaÃ§Ã£o da forma pela qual algumas das aposentadorias especiais para os perseguidos polÃ­ticos estavam sendo encaminhadas por esta entidade no perÃ­odo 1994/1995, inÃ­cio do governo FHC. Sua atitude foi de &#8220;legÃ­tima defesa&#8221; por estar sendo pressionado pelo seu chefe de Sr. FÃ¡bio Dupin, na empresa em que trabalhava, JORNAL DO BRASIL, que era tambÃ©m o chefe do presidente do sindicato, Sr. Paulo CÃ©sar Santos Rodrigues, e que junto com ele e seus parentes estavam na fila das referidas aposentadorias.<br />
Maquiavelicamente, Sr. FÃ¡bio baixava horÃ¡rios e os cobrava com ameaÃ§as<br />
 de demissÃ£o por justa causa de forma insistente, o que levou Carlos perceber que seu verdadeiro intuito era o de afastÃ¡-lo do sindicato para que a benesse corresse solta. Carlos procurou o Sr. Paulo CÃ©sar e tentou  por vÃ¡rias vezes dissuadi-lo daquela trama, que tinha chegado ao nÃ­vel da chantagem. Uma petulÃ¢ncia para quem estava levando para aposentadoria toda a famÃ­lia e os amigos por um esquema viciado.<br />
Por fim o Sr. FÃ¡bio Dupin, deu-lhe uma carta de advertÃªncia, o que foi para ele a gota d&#8217;Ã¡gua. Esta atitude fez com que ele perdesse a paciÃªncia com aquele esquema e formalizasse um pedido de investigaÃ§Ã£o daquelas aposentadorias, e muita gente foi preciso para abafar aquele escÃ¢ndalo, que, fruto do &#8220;denuncismo&#8221; do PT, teve como conseqÃ¼Ãªncia mais grave, um horrÃ­vel acidente (ou incidente) com um dos filhos do Sr. Paulo CÃ©sar, o qual ele muito lastimou.<br />
Mas qual foi a chantagem?<br />
A chantagem foi de cunho sexual. Aos vinte e trÃªs anos Carlos teve relaÃ§Ãµes sexuais  com um travesti. E, como Paulo CÃ©sar sabia disto passou a estocÃ¡-lo com esta informaÃ§Ã£o para constrange-lo e afastÃ¡-lo do sindicato. Certo dia, o Presidente do Sindicato, encontrou Carlos na xerox do jornal em horÃ¡rio de trabalho e fuzilou: &#8220;&#8230;o JoÃ£o Caputo (Tenente da AeronÃ¡utica e ligado ao PC do B, um amigo comum entre Paulo Cesar e Carlos) esteve, esta tarde toda, no sindicato e ficamos relembrando aquele seu affair  com aquele traveco, a Samantha.&#8221;<br />
Aquela frase, foi um soco no fÃ­gado de Carlos, que casado hÃ¡ dois anos, pensou em sua famÃ­lia e ficou envergonhado em ver sua vida pregressa ser explorada daquela forma por uma pessoa que ele havia se empenhado em sua campanha sindical, freqÃ¼entava a sua casa e vice-versa. Carlos fechou-se em copas. Ele sabia que Paulo CÃ©sar, do PCB, estava maracutando aposentadorias de pessoas e parentes que sequer pertenciam a categoria dos jornalistas, resolveu encarar aquela chantagem a qualquer custo. Obteve  informaÃ§Ãµes sobre o esquema das aposentadorias, que corriam fora do horÃ¡rio normal de trabalho e se prolongavam atÃ© as duas horas da manhÃ£ em um sindicato que era pÃ©ssimo em seu atendimento aos associados. Resolveu entÃ£o pedir uma investigaÃ§Ã£o sobre as aposentadorias.</p>
<p>â–ºTexto da Carta que Carlos entregou a Diretoria do Sindicato<br />
Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1994.<br />
Ã€ DIRETORIA DO SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO MUNICÃPIO DO RIO DE JANEIRO.<br />
 	Eu, Carlos Eduardo da Silva, membro desta diretoria, venho por esta, formalizar o meu protesto junto a este colegiado, a fim de que obtenhamos das pessoas (diretores, funcionÃ¡rios e delegados) ligados ao encaminhamento das aposentadorias Excepcionais (aposentadorias por Anistia) maior transparÃªncia deste processo.<br />
	A forma sigilosa, para nÃ£o dizer escondida, pela qual vi algumas pessoas montando esses processos no sindicato me fez levantar suspeitas sobre tais documentos.<br />
	O acesso que tive Ã  duas pastas de documentos do sindicato no dia 5 de setembro Ãºltimo me revelou que estÃ£o sendo encaminhados os pedidos de aposentadorias por anistia do diretor-presidente Paulo CÃ©sar Santos Rodrigues, da sua irmÃ£ SÃ´nia Rodrigues e de seu cunhado (&#8221;Bira&#8221;) bem como do diretor AntÃ´nio Carlos Baptista dos Santos entre outros.<br />
	Pelos documentos, que li, pessoas estranhas ao movimento sindical estariam &#8220;maquiando&#8221; seus processos com um veio sindical que, soube-se, seria um dos critÃ©rios considerados fortes para as aposentadorias serem aprovadas na comissÃ£o formada pelo ministro do trabalho Marcelo Pimentel.<br />
	Por isso tudo acima descrito, Ã© urgÃªncia deste colegiado a formaÃ§Ã£o de uma comissÃ£o (que contenha a comissÃ£o de Ã©tica deste sindicato) para investigar a fundo esses processos, sob pena de sermos coniventes, no mÃ­nimo por omissÃ£o, com este &#8220;tipo de fraude&#8221; contra a previdÃªncia.<br />
	Sem mais para o momento, subscrevo-me,<br />
	                                              Carlos Eduardo da Silva</p>
<p> O pedido foi feito em uma reuniÃ£o ordinÃ¡ria da diretoria do sindicato e foi arquivado por ter o presidente o apoio da maioria. Em fevereiro de 1995, trabalhando em pleno feriado de carnaval, Carlos recebeu do Sr. FÃ¡bio Dupin um boletim de advertÃªncia e foi aÃ­, que ele resolveu entÃ£o, dar uma cÃ³pia do pedido de investigaÃ§Ã£o das aposentadorias a Sra. Bethe Costa, jornalista da Central Globo de Jornalismo, que tinha sido presidente da diretoria que os antecedera no sindicato e agora fazia oposiÃ§Ã£o a atual diretoria, um dos inimigos figadais que Sr. Paulo CÃ©sar fez durante as eleiÃ§Ãµes e pessoa ligada ao PT, para que a mesma questionasse nas assemblÃ©ias o Sr. Paulo CÃ©sar sobre as tais aposentadorias. Carlos licenciou-se do sindicato e continuou a trabalhar na empresa atÃ© o tÃ©rmino de seu mandato, sendo logo depois demitido do jornal pelo Sr. FÃ¡bio Dupin. Toda esta maracutÃ¡ia das aposentadorias foram noticiadas em 38 manchetes de &#8220;O Globo&#8221; e outras tantas no &#8220;Jornal Nacional&#8221;. No Jornal Nacional foi dada uma manchete que fez FÃ¡bio Dupin sumir da redaÃ§Ã£o por uma semana.<br />
Carlos ficou sabendo, atravÃ©s da mÃ­dia, que houvera um telefonema anÃ´nimo para a PolÃ­cia Federal, em que apontava, embaixo de uma banca de jornal da PraÃ§a 15, aquela cÃ³pia do pedido de investigaÃ§Ã£o, cedida, por Carlos a jornalista Bethe Costa, &#8220;&#8230;como sendo a prova das fraudes nas aposentadorias encaminhadas pelo sindicato&#8221;. Apesar de a carta ser assinada por Carlos, ele nÃ£o teve participaÃ§Ã£o naquele plano, embora tenha ligeira desconfianÃ§a de quem o tenha feito.<br />
Os &#8220;prejudicados&#8221; pelo escÃ¢ndalo nÃ£o foram poucos. Era um derrame de 89 aposentandos dos quais 38 pertenciam Ã  mesma empresa em que ele trabalhava, com a particularidade de carregar para a benesse boa parte do departamento de arte do Jornal do Brasil.<br />
Na Ã©poca,  Carlos nÃ£o tinha a menor idÃ©ia do vespeiro em que ele tinha metido a mÃ£o e de quÃ£o grande era o esquema, e somente com o surgimento gradual das informaÃ§Ãµes atravÃ©s da imprensa ao longo do tempo tornou mais claro para ele compreender que aquelas aposentadorias eram benefÃ­cios do governo Fernando  Henrique Cardoso dirigidos aos anistiados polÃ­ticos ligados aos partidos de esquerda PPS (o partido de fachada do PCB â€“ Partido Comunista Brasileiro) e PSDB (o partido de fachada da AP/JUC), ambos de ideologia Marxista-Leninista e que passava por dentro do Jornal do Brasil, que estava sendo usado pelo PartidÃ£o e pelo PSDB como leasing polÃ­tico - haja vista seu expediente -, e pelo sindicato. Em horÃ¡rio nobre, pode-se ver quando uma repÃ³rter no Jornal Nacional indaga ao presidente FHC sobre o escÃ¢ndalo, e ele rebate com a mesma pergunta para ela, algo mais ou menos assim: &#8220;&#8230;eu Ã© quem pergunto sobre o escÃ¢ndalo. Foi no sindicato de vocÃªs nÃ£o foi?&#8221;<br />
Mas, o denuncismo do PT, que na pessoa da Sra. Bethe Costa, mirou os seus &#8220;canhÃµes de Navarone&#8221; da mÃ­dia televisiva para massacrar a gestÃ£o do seu arquiinimigo pessoal e polÃ­tico no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do RJ, Sr. Paulo CÃ©sar, acertou toda uma militÃ¢ncia de esquerda do PartidÃ£o e da AP (leia PSDB), que queria surfar naquela benesse.<br />
Ela transformou em manchetes bombÃ¡sticas a maracutÃ¡ia daqueles que acostumados a cobrar Ã©tica aos outros se viram no olho-do-furaÃ§Ã£o de um escÃ¢ndalo sobre a sua falta. Era um esquema para correr em surdina mas, os escÃ¢ndalo desferido pelas manchetes de jornais, acabou por forÃ§ar seus idealizadores a escancarar as portas daquela benesse a todos, muito antes do tempo. O escancaramento foi uma tÃ¡tica. No frisson desencadeado pela corrida do ouro, raros seriam os que titubeariam entre o legal e o moral, conforme o ex-editor do Jornal Movimento, Raimundo Pereira, que preferiu ver naquilo uma imoralidade. Com o escancaramento quem padeceu foi o erÃ¡rio pÃºblico.<br />
Percebendo que os coleguinhas de militÃ¢ncias estavam sendo atingidos pelo fogo amigo, ou seja, era uma trombada de militantes (da mÃ­dia ligada ao PT) contra militantes (da mÃ­dia ligado ao PCB e AP), se recompuseram. </p>
<p>Folha de SÃ£o Paulo - Maio~junho/2004                                                                  </p>
<p>Dividido, PPS formaliza apoio a Serra</p>
<p>O PPS formalizou ontem de manhÃ£ seu apoio ao candidato do PSDB Ã  Prefeitura de<br />
SÃ£o Paulo, JosÃ© Serra. Com ataques ao governo Lula e ao PT, o presidente do partido, senador Roberto Freire, disse que Ã© necessÃ¡rio formar uma &#8220;nova frente democrÃ¡tica&#8221; e afirmou que nÃ£o aceitarÃ¡ &#8220;patrulhamento&#8221; do PT.<br />
	&#8220;O PPS nÃ£o Ã© atrelado, alinhado ou subalterno ao PT. NÃ£o estou perguntando como PT estÃ¡ se posicionando em vÃ¡rios municÃ­pios. O PT Ã© livre para decidir seu caminho, como nÃ³s tambÃ©m somos livres&#8221;, disse Freire, em entrevista apÃ³s o ato.<br />
	&#8230;..<br />
	&#8220;Ele [Ciro] tem dificuldade de entender a cultura do velho PartidÃ£o [PCB, substituÃ­do pelo PPS]. HÃ¡ decisÃµes tomadas pelo partido Brasil afora de que eu discordo, mas, como presidente, eu as respeito&#8221;, disse Freire.<br />
	O ato de ontem contou com a presenÃ§a de Serra, de Alckmin e de lideranÃ§as do PFL, que indicou o vice do tucano, alÃ©m de Freire.<br />
	Em seu discurso, o senador disse que a alianÃ§a Ã© &#8220;um reencontro histÃ³rico&#8221;, porque, segundo ele, PSDB e PPS sÃ£o herdeiros da AP (AÃ§Ã£o Popular) e do PCB, que estiveram juntos desde os anos 60 e no regime militar. Em 63, Serra, da AP, foi eleito presidente da UNE (UniÃ£o Nacional  dos Estudantes), com o apoio do PCB.</p>
<p>Como &#8220;&#8230;em polÃ­tica tem que haver um culpado&#8221;, o responsÃ¡vel por aquele bombardeio e massacre da imprensa tanto quanto por aquela trombada, que flagrou vÃ¡rios figurÃµes da polÃ­tica e vÃ¡rios militantes histÃ³ricos e de reputaÃ§Ã£o ilibada, da esquerda com as mÃ£os naquela botija e arrasou com a famÃ­lia do Sr. Paulo CÃ©sar que resultou em um incidente com um dos seus filhos, passou a ser a difamaÃ§Ã£o e a inveja, mal secreto de Carlos. E, em nome dele emitiram uma tremenda fatura.<br />
Como o denuncismo sÃ³ pode ser o da patota ou de qualquer membro da patota, Carlos nÃ£o foi perdoado por ser um desempatotado e pedir uma investigaÃ§Ã£o naquele derrame de aposentadorias, que corria de forma muito suspeita dentro de um sindicato do qual era diretor.<br />
Como os &#8220;&#8230;grandes mistÃ©rios costumam ser desfeitos nÃ£o tanto pela competÃªncia da polÃ­cia ou dos repÃ³rteres, mas porque vazam, ou seja, porque Ã© difÃ­cil guardar segredo&#8221;(1 = retirado do livro &#8220;Inveja, mal secreto&#8221;), sejam eles segredos de divÃ£, sejam eles segredos de grupos, o certo Ã© que, no meio daquela confusÃ£o, quando alguns virtuoses da Ã©tica e de reputaÃ§Ã£o ilibada, envolvidos tentavam a todo custo provar a sua inocÃªncia e a legalidade - e nÃ£o a moralidade - de seu pleito ao mesmo tempo que reclamavam da falta de Ã©tica da cobertura da imprensa, Carlos foi informado, que em petit comitÃ©s - as chamadas igrejinhas do PartidÃ£o (PCB) - reuniam-se para ouvir uma gravaÃ§Ã£o sua em que ficava provado que o fator de motivaÃ§Ã£o para ele pedir aquela investigaÃ§Ã£o era o mal secreto de Carlos, a inveja, que praticamente naquela gravaÃ§Ã£o confessava &#8220;&#8230;querer e ter direitos sobre a tal aposentadoria&#8221; e nÃ£o a sua revolta por ele ter recebido, do aposentando Sr. FÃ¡bio Dupin, ameaÃ§as de demissÃ£o e uma carta de advertÃªncia depois de 11 anos de trabalho na empresa, alÃ©m de ser chantagiado para se afastar do sindicato pelo Sr. Paulo CÃ©sar, portanto um primeiro passo para tornarem mais realista as ameaÃ§as de demissÃ£o por justa-causa trabalhista a um diretor de sindicato.<br />
Podemos fazer um paralelo entre a verdade, em sua plenitude, e um iceberg, que para ser conhecido em sua totalidade, deve ser sondado em todos os seus aspectos, tanto suas partes imersas quanto as emersas e nessas, todas as suas angulaÃ§Ãµes. Carlos conhecia o Sr. Paulo CÃ©sar e uma de suas irmÃ£s, SÃ´nia Rodrigues Mota, desde a muito, tanto quanto a prÃ¡tica e o temperamento de ambos e somente ele pode saber todos os motivos que o impeliram a pedir uma investigaÃ§Ã£o naquelas aposentadorias. NÃ£o foi um, foram muitos.<br />
Mas viram naquilo um gancho.  E nele se penduraram.<br />
E, acostumadas a enxergarem somente aquilo que lhes convÃ©m, as igrejinhas politicaMenti-corretas, supÃµe-se, depois de passarem pelo crivo de suas comissÃµes de Ã©tica, leia-se juÃ­zo ou tribunais de exceÃ§Ã£o, e seu conchavos polÃ­ticos, construÃ­ram sua estÃ³ria oficial, &#8220;&#8230;uma mentira que repetida muitas vezes tornou-se uma verdade&#8221; (prÃ¡tica da mÃ¡xima da propaganda nazista) para eles e que nÃ£o fora publicada na imprensa, mas passaram a difundir a tal versÃ£o entre os do metie e os da patota enquanto apontavam para Carlos. Formaram o seu dossiÃª e foram em frente na difusÃ£o da versÃ£o propulsora de sua vinganÃ§a.<br />
A outra versÃ£o dos fatos, que circulava via mÃ­dia impressa e televisiva, valeu por parte do Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, atualmente colunista de &#8220;O Globo&#8221;, um dos aposentandos prejudicados  - amigo de trabalho de FÃ¡bio Dupin por mais de 10 anos e amigo de Paulo CÃ©sar e de seu pai, o teatrÃ³logo NÃ©lson Rodrigues - indignados discursos sobre as &#8220;&#8230;perdas e danos&#8221; de quem cochilara e &#8220;&#8230;acordara no meio de um escÃ¢ndalo&#8221; (artigo Perdas e Danos publicado em 27 maio de 1995 no JB). E, numa genuÃ­na demonstraÃ§Ã£o da sua revolta, aparentemente, abandonou seus amigos de militÃ¢ncia no barco que afundava, e partiu para auto-defesa â€“ apadrinhado pelo senador Artur da TÃ¡vola em artigo &#8220;NotÃ­cia, hiper-realismo e Ã©tica&#8221; publicado em 12/06/1995 no JB -  diante da &#8220;&#8230;falta de Ã©tica&#8221; dos refletores da mÃ­dia que colocava &#8220;&#8230;um dos melhores escritores de sua geraÃ§Ã£o&#8221; junto a um &#8220;&#8230;rol de passageiros, em que se misturava um grupo que alÃ§ava vÃ´o em situaÃ§Ã£o irregular&#8221; ao mesmo tempo em que ele, como articulador do PCB para a imprensa do Rio e sua militÃ¢ncia, comandava nos bastidores das redaÃ§Ãµes a elucidaÃ§Ã£o e desvelamento â€“ via gravaÃ§Ãµes de divÃ£ do Carlos - do verdadeiro e Ãºnico motivo que fizera eclodir o escÃ¢ndalo das aposentadorias, a &#8220;&#8230;inveja, mal secreto&#8221;  de Carlos, para quem o mais &#8220;&#8230;importante nÃ£o era o que ele ganhava, mas o que o outro perdia&#8221;(1).<br />
Ã“i que lindo !</p>
<p>Pronto!  Aquela gravaÃ§Ã£o, cedida pela psicÃ³loga do Carlos, que circulou entre os confrades, por si sÃ³ bastou para que ele fosse julgado e condenado Ã  sua revelia e sua histÃ³ria aparentemente passou a ser contada por outrens e sua pena encaminhada â€“ via centralismo democrÃ¡tico -  intra e interpartidos sem direito de defesa. A sagacidade de seus olhares vira total falta de Ã©tica na gravaÃ§Ã£o do desempatotado, mas nada vira na cessÃ£o da gravaÃ§Ã£o pela terapeuta-engajada. Seria essa miopia explicÃ¡vel pelo mal, secreto para os leigos e nada secreto para os iniciados desses grupos, de se usurparem os segredos de divÃ£?<br />
Carlos nÃ£o teve o mesmo direito de defesa que os envolvidos naquele processo tiveram diante da justiÃ§a. Sim, pois a querela transformou-se em dois processos, um do Sr. Paulo CÃ©sar e seu grupo contra Carlos e outros e um outro processo que era da Arfoc, uma associaÃ§Ã£o de fotÃ³grafos e seu grupo, contra o Sr. Paulo CÃ©sar, no qual Carlos figurava como testemunha. O M.P. resolveu investigar as irregularidades, cometidas por militantes histÃ³ricos, entre eles o Ãºltimo secretÃ¡rio geral do PCB, SalomÃ£o Malina, que nÃ£o era jornalista e estava se aposentando pelo sindicato dos jornalistas,  e seu filho LÃ©o Malina, juntamente com outros militantes do PCB e funcionÃ¡rios do mesmo jornal, encontradas nas investigaÃ§Ãµes daquelas aposentadorias. Carlos nÃ£o acompanhou nenhum dos dois processos citados, mesmo aquele em que ele era testemunha e muito menos os outros, pois estava mais interessado em ganhar o necessÃ¡rio para prover a ele e aos seus e nÃ£o tinha tempo para rebater futricas. </p>
<p>â–º COMISSÃƒO PODE CASSAR MAIS OITO REGISTROS ILEGAIS<br />
Jornalistas fraudaram documentos para obter aposentadoria especial</p>
<p>SalomÃ£o Malina, ex-combatente da Segunda Guerra e ex-secretÃ¡rio-geral do PCB, poderÃ¡ perder o registro de jornalista com o qual obteve aposentadoria de R$ 8 mil, com base na Lei da Anistia. Malina, seu filho LÃ©o e mais seis beneficiados com aposentadoria desse tipo terÃ£o o registro julgado pela comissÃ£o &#8230;..<br />
                                                                                 _________________________<br />
(04/12/1997)- Jornal &#8220;O Globo&#8221;- Editoria: O PaÃ­s â€“ EdiÃ§Ã£o: 1Âª - Autor: Vannildo Mendes â€“ Tamanho: 444 palavras â€“ Caderno: Primeiro Caderno</p>
<p>&#8220;A MÃ¡fia do DivÃ£&#8221; ou &#8220;Fala, divÃ£&#8221; (como tÃ­tulo de capÃ­tulo - do livro Inveja, mal secreto -  seria um ato falho do autor? Um vocativo, para um divÃ£ que fala?)</p>
<p>Mas, e a gravaÃ§Ã£o da psicanÃ¡lise de Carlos?<br />
Realmente, na Ã©poca, Carlos procurou ajuda de uma psicÃ³loga por estar deprimido e por estar sendo pressionado no sindicato e na empresa em que trabalhava. ComeÃ§ou a fazer anÃ¡lise com a esperta profissional MÃ¡rcia Erlich, que pertence a famosa e polemica &#8220;Sociedade PsicanalÃ­tica do Rio de Janeiro&#8221;, que foi indicada por seu cunhado o Dr. JÃºlio SÃ©rgio Waisseman, tambÃ©m psicanalista e psiquiatra ligado ao PartidÃ£o e que era casado, na  Ã©poca com a irmÃ£ de sua mulher, a DrÂª. Marina Baptista de Azevedo, mÃ©dica do MunicÃ­pio do Rio de Janeiro, de cuja participaÃ§Ã£o neste relato mereceria quase um capÃ­tulo aparte.</p>
<p>A famosa &#8220;Sociedade&#8221;  tinha um programa com a finalidade de propiciar atendimento psicanalÃ­tico a pessoas que nÃ£o tinham condiÃ§Ãµes econÃ´micas para arcar com o custo habitual daquele tratamento. Para isto o Departamento mantinha, na sede da Sociedade, um serviÃ§o de avaliaÃ§Ã£o e encaminhamento das pessoas interessadas aos profissionais da sociedade comprometidos com aquele atendimento. Carlos foi entrevistado por ela, que depois lhe deu seu endereÃ§o, Rua Visconde de PirajÃ¡, 407/506, Ipanema, comeÃ§ando assim, a sua anÃ¡lise. Ela lhe disse que tinha o costume de gravar as sessÃµes de seus pacientes e perguntou ao Carlos se poderia gravar suas sessÃµes para otimizar o tratamento. Por miopia, o barato lhe foi caro. NÃ£o enxergou nada de mau naquilo e infelizmente concordou com a gravaÃ§Ã£o, embalado &#8220;&#8230;na relaÃ§Ã£o transferencial analisando-analista&#8221;(1), na certa &#8220;&#8230;invejando o equilÃ­brio mental de sua analista, ou o que ele supunha que ela tivesse.&#8221; (1).  A gravaÃ§Ã£o da Sra. MÃ¡rcia Erlich foi lÃ­cita. NinguÃ©m duvidaria. A ilicitude foi cedÃª-la para outros fins que nÃ£o o psicoterÃ¡pico conforme ela havia se comprometido. Talvez, isso explique a forma estranha como ela agia, com interferÃªncia no processo psicanalÃ­tico, pois quando Carlos dizia estar sendo pressionado pelo Sr. FÃ¡bio Dupin na empresa por causa daquele esquema no sindicato, ela interferia dizendo: &#8220;&#8230;isso Ã© coisa sua Carlos!&#8221;<br />
Carlos se lembra do dia em que chegou em sua sessÃ£o psicanalÃ­tica morrendo de raiva por estar sendo ameaÃ§ado por  FÃ¡bio Dupin e chantagiado e protelado por Paulo CÃ©sar â€“ por quem ele lutou para ser presidente do sindicato - e no final, ao tentar se explicar o porquÃª de sua revolta extremada, externou seu pensamento a sua psicanalista: &#8220;&#8230;se vocÃª me perguntar se eu queria aquela aposentadoria, eu vou lhe dizer que sim&#8230;.mas,&#8230;.&#8221; E, antes que ele completasse o seu pensamento foi interrompido em seu, &#8230;.digamos&#8230;&#8230;momento significativo psicanalÃ­tico, pela esperta psicoterapeuta que gravava as suas sessÃµes e que nÃ£o o deixou terminar.<br />
Depois de conseguir aquela &#8220;confissÃ£o&#8221;, (que queria?), entrou de fÃ©rias e ao retornar, aumentou o valor das sessÃµes por duas vezes, em pleno Plano Real, e contra-argumentava aos reclamos de Carlos se justificando com uma &#8220;&#8230;inflaÃ§Ã£o do perÃ­odo&#8221;, induzindo Carlos a desistir do tratamento, pois aqueles aumentos se contrapunham Ã  intenÃ§Ã£o com que ele a procurara no departamento de assistÃªncia psicolÃ³gica da associaÃ§Ã£o a que ela servia.<br />
NÃ£o fosse o intercÃ¢mbio de informaÃ§Ãµes entre a profissional do divÃ£ engajado, a psicÃ³loga MÃ¡rcia Erlich, e sua patota do jornal em que Carlos trabalhava, que outro lugar seria o mais propÃ­cio para ele se questionar â€“ fazendo uma indagaÃ§Ã£o de foro Ã­ntimo e secreto - sobre o motivo mais forte que o impelia a pedir uma investigaÃ§Ã£o naquelas aposentadorias: se por estar se sentindo protelado ou se por estar sendo protelado, ameaÃ§ado e chantagiado?<br />
Carlos ao procurar ser sincero com ele mesmo e com seus atos, caiu naquela arapuca aparelhada com divÃ£ e acabou por ser mais uma vÃ­tima d&#8217;A psicanÃ¡lise da tortura&#8217;.<br />
A informaÃ§Ã£o sobre a difusÃ£o da gravaÃ§Ã£o nÃ£o o surpreendera, pois a &#8220;praxis&#8221; dos &#8220;divÃ£s engajados&#8221; â€“ &#8220;&#8230;esses enxeridos que arrancam confissÃµes, que vasculham a alma das pessoas, que satisfazem todo o seu voyeurismo e ainda cobram por isso &#8220;(1) - de servirem a dois senhores faz com que ao longo do tempo e sem que o cÃ³digo penal consiga alcanÃ§Ã¡-los, por nÃ£o se poder provar este tipo de prÃ¡tica, padeÃ§a de um cacoete que Ã© o de falarem de quem eles tratam sem que, ao menos, lhes perguntemos.<br />
Foi essa, pelo menos a impressÃ£o com que ele ficou, pois em conversa com o mesmo cunhado JÃºlio SÃ©rgio Waisseman, psicanalista-psiquiatra-engajado, - cuja mÃ£e Lily  Waisseman, segundo ela mesma, trabalhava (e atendia no ramal 3303) na mesma viva ONG do Rio com o Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, a quem elogiava na frente de Carlos, externando que o &#8220;&#8230;achava uma gracinha de pessoa&#8221; â€“ lhe disse que tratava de uma colega sua da redaÃ§Ã£o e que &#8220;&#8230;ela estava mal quando foi procurÃ¡-lo&#8221; e pediu para ele &#8220;..nÃ£o falar nada para ninguÃ©m&#8221;.<br />
Esta atitude de seu cunhado deixou Carlos indignado, mas nÃ£o falou nada a respeito por nÃ£o querer criar um clima e por perceber, que seu cunhado apesar de tambÃ©m cuidar da cabeÃ§a alheia, nÃ£o tinha maturidade suficiente na sua para preservar a intimidade de seus pacientes. Atualmente, Carlos ao refletir sobre este caso chega a seguinte conclusÃ£o: se ele, levianamente, fazia isto com pacientes comuns, o quÃª nÃ£o faria com um paciente que fosse uma persona non grata ao partido em que ele  militava?<br />
 Isto, sem falar que corria a boca miÃºda dentro da redaÃ§Ã£o do jornal em que Carlos trabalhava, que â€œ&#8230;era para se afastar dos psicanalistas e psiquiatras que estavam em evidÃªncia na mÃ­dia.â€.<br />
Pergunta-se: por quÃª? Seriam chamarizes de algum objetivo polÃ­tico que a patota tinha? Vejamos, se o objeto-vÃ­tima de seu interesse fosse vigiado por uma escuta permanente e precisasse de um mÃ©dico dessa Ã¡rea, nÃ£o seria fÃ¡cil atravÃ©s de qualquer mÃ­dia vendÃª-lo como um sÃ©rio profissional, em cima de reportagens prÃ³prias, que se encaixariam como uma luva para a necessidade daquele objeto-vÃ­tima?<br />
Esta possibilidade Ã© uma fantasia? Responda vocÃª meu caro leitor!<br />
Mas, primeiro leia este relato, em tom de desabafo, atÃ© o fim.<br />
Mas, Carlos sabia demais sobre o aquele jornal.<br />
Aquela mesma impressÃ£o sobre esta vil â€œprÃ¡xisâ€ se confirmou, na empresa em que trabalhava, quando nÃ£o muito tempo antes do imbrÃ³glio sindical, testemunhou o colega engajado Alexandre Medeiros (filho de um mÃ©dico da USP), que sob a batuta do Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, que emprestava o favor de editor-tampÃ£o do Caderno Cidade, chegar com &#8220;&#8230;informaÃ§Ãµes de divÃ£&#8221;, ao regressar da apuraÃ§Ã£o de uma matÃ©ria sobre o &#8220;Caso Bateaux Mouche&#8221;. Ele narrava displicentemente que &#8220;&#8230;um dos espanhÃ³is&#8221;, que respondia pela empresa a cujo citado barco pertencia, se &#8220;&#8230;encontrava muito mal e pensando atÃ© em fugir&#8221; e que as informaÃ§Ãµes eram &#8220;&#8230;quentes&#8221; eram &#8220;&#8230;segredos de divÃ£&#8221;. Carlos estranhando o comentÃ¡rio de bate-pronto lhe perguntou: &#8220;&#8230;como assim?&#8230;, segredos de divÃ£?&#8221;  O colega tergiversou e sorrindo disse: &#8220;&#8230;Ah! o resto eu nÃ£o posso falar.&#8221;<br />
E tambÃ©m nÃ£o precisava. Carlos, ex-militante, tinha entendido tudo.<br />
O Editor da pÃ¡gina, o respeitÃ¡vel e Ã©tico Mestre Zu, deixou  passar um tempo, e discretamente mais reservadamente deu um puxÃ£o-de-orelha em seu boquirroto pupilo. Tudo observado discretamente por Carlos, que depois notou tambÃ©m que a matÃ©ria, espertamente, nÃ£o levava o crÃ©dito do grande repÃ³rter que apurava matÃ©ria com divÃ£s de psicoterapeutas.<br />
Fica a pergunta: a quem pertencia o divÃ£ que divulgava seus segredos para repÃ³rter? Como o espanhol chegou atÃ© ele? Ou, ele atÃ© o espanhol?<br />
Observe que eles sabiam com antecedÃªncia que o espanhol iria fugir. Estaria o espanhol sendo induzido a fazer aquilo que eles queriam que ele fizesse?<br />
&#8220;&#8230;Fala, divÃ£!&#8221;&#8230;. </p>
<p>NÃ£o Ã© de se admirar que o espanhol se encontrasse &#8220;&#8230;muito mal, e pensando atÃ© em fugir&#8221;.<br />
E, conforme as palavras cheias de ato falho de nosso Ã©tico, respeitÃ¡vel e venturoso jornalista escritor Zuenir Ventura, em sua literatura de mentira, muito menos Ã© de se admirar que &#8220;&#8230; no Rio de Janeiro dos anos 90, a classe mÃ©dia recorresse aos terreiros como nos anos 70 recorria aos psicanalistas. Parecendo estar preferindo se proteger, em vez de se curar&#8221; (1).  E, que na Ã©poca somente Carlos parecia nÃ£o ser atento para essa precavida preferÃªncia.<br />
Que azarÃ£o este Carlos heim !?</p>
<p>	Portanto, empresÃ¡rios, polÃ­ticos, profissionais liberais e qualquer um que preze por sua privacidade, prefiram &#8220;&#8230;se proteger em vez de se curar&#8221;(1)! Fujam dos divÃ£s engajados, se for possÃ­vel identificÃ¡-los!<br />
E, nÃ£o fora somente aquela meia frase que o nosso boquirroto repÃ³rter Alexandre Medeiros, deixara transparecer todo um &#8220;&#8230;segredo&#8221; das informaÃ§Ãµes de divÃ£. Em outra ocasiÃ£o na presenÃ§a de Carlos, em papo distraÃ­do e de embevecido &#8220;affair&#8221; com outra repÃ³rter chamada ClÃ¡udia Benchimol da editoria de economia ele disparou, como se fosse um advinho: &#8220;&#8230;vocÃª tem uma parente que Ã© psicÃ³loga!&#8221;. Ele disse isto, como se estivesse estado com a parente dela anteriormente, sem ter sido apresentado por ela.<br />
Ela retrucou: &#8220;&#8230; sim, como vocÃª sabe?&#8221;<br />
Ele respondeu: &#8220;&#8230;ah porque eu sei&#8221;. ClÃ¡udia, pessoa ligada ao PT, logo deve ter percebido que o complicaria se insistisse em fazer mais perguntas a respeito daquele assunto e passou a falar sobre outra coisa.</p>
<p>O responsÃ¡vel pelo processo do &#8220;Caso Bateaux Mouche&#8221;, na Ã©poca, era o Juiz Valmir de Oliveira Silva da 23Âª Vara Criminal. Os responsÃ¡veis por aquela tragÃ©dia deveriam e devem pagar por seus crimes. Isto seria o certo, no entendimento de Carlos. Mas, como a qualquer um que intui, o episÃ³dio da fuga daqueles espanhÃ³is do Brasil, merecia uma profunda investigaÃ§Ã£o, pois o que se pode fazer com um divÃ£ engajado, uma escuta ambiente - escuta com aparelhos de longo alcance - e uma mÃ­dia aparelhada Ã© inimaginÃ¡vel. Carlos sabe disso por experiÃªncia prÃ³pria desses Ãºltimos 10 anos de sua vida.<br />
Induz,  manipula e &#8220;psicotiza&#8221;.<br />
Tor-tu-ra psicologicamente.</p>
<p>Teatro-realidade ou conto-do-vigÃ¡rio, a forÃ§a motriz desses grupos<br />
Pode-se tambÃ©m questionar a forma como aquele divÃ£ (psicÃ³logo, psicanalista ou psiquiatra?) atravessou na frente do espanhol, jÃ¡ que Ã© prÃ¡tica da militÃ¢ncia o uso do &#8220;teatro-realidade&#8221;. Uma espÃ©cie de conto-do-vigÃ¡rio â€“ muito usado pela antiga malandragem do Rio de Janeiro -,  que somente depois que a vÃ­tima cai, Ã© que passa a entender como lhe deram a pernada. Isto quando ela descobre.<br />
Carlos, um curioso, Ã s vezes se pergunta: serÃ¡ que o espanhol jÃ¡ se deu conta da pernada que levou?<br />
Nossa saudosa e querida atriz, Yara Amaral, que perdeu sua vida naquela tragÃ©dia, segundo seus prÃ³prios confrades â€“ na voz de nossa querida dama do teatro (realidade?&#8230;Ãªpa&#8230;calma, perguntar nÃ£o ofende) Fernanda Montenegro - em especial de televisÃ£o gravado no &#8220;Linha Direta&#8221; sobre o acidente em setembro de 2004, que subtilmente corrige informaÃ§Ã£o omitida nos outros especiais sobre o caso, &#8220;&#8230;era pessoa politicamente ativa&#8221;. Ela quis dizer militante do PartidÃ£o, militante de PCB ou PCBÃ£o. Tanto quanto outros passageiros daquele barco, com quem Carlos trabalhou.<br />
Esta ediÃ§Ã£o de jornalismo sÃ©rio de Linha Direta (setembro/2004) tinha dois sentidos: Primeiro, o de fazer a correÃ§Ã£o subliminar daquela informaÃ§Ã£o que haviam sonegado por anos e que sabiam que Carlos sabia. Segundo, a de conseguir saber se conseguiam arrancar mais informaÃ§Ãµes de Carlos, que eles sabiam, ou para ser mais preciso, tinham a certeza de estar vendo o programa lÃ¡ na cidadezinha de RedenÃ§Ã£o da Serra, no interior do Vale do ParaÃ­ba, lugar para onde o partido o enxotara afim de desferir-lhe uma curra psicolÃ³gica de grande monta.<br />
Explico, com a escuta de sua casa, e sabendo que ele fazia comentÃ¡rios raivosos sobre a mÃ¡fia que o vinha perseguindo, procuravam saber o quÃª mais ele sabia sobre o caso &#8220;Bateaux Mouche&#8221; alÃ©m do que eles sabiam que ele sabia. O leitor vai entender melhor, a medida que ler este relato.<br />
Partido Ã© instrumento para exercer a democracia. NÃ£o deveria ser usado como instrumento para promover revanchismo ou fazer justiÃ§a fora da esfera judicial, pois daÃ­ passaria a figurar como crime organizado, no mesmo nÃ­vel do PCC, que oportunamente devemos lebrar aqui, se organizou graÃ§as ao knowhow passado aos criminosos comuns pela mesma militÃ¢ncia de esquerda do PCB (que vem perseguindo Carlos), que hoje no poder, bebem do prÃ³prio veneno e ninguÃ©m parece se lembrar disso. NÃ£o querem que &#8220;&#8230;a massa atrasada&#8221; entenda que a seguranÃ§a dela, foi menos importante que a luta dessas gangs pelo poder. Pelo visto nÃ£o foi somente o PCC que assimilou knowhow, foi uma troca de knowhows.<br />
Ã‰ certo que na esfera judicial, muitas vezes e as vezes muito do que deveria haver, serÃ£o divergentes o direito e a justiÃ§a, sem falarmos em coisas piores. Mas, Ã© aÃ­ nessa esfera que os partidos realmente preocupados com a democracia deveriam atuar, no sentido de fazer convergir o direito e a justiÃ§a para todo cidaÃ§Ã£o comum e , nÃ£o somente para aqueles que pertencem ao partido.<br />
Com esmero e afinco, Carlos procurou um termo mais apropriado para designar tais grupamentos, nÃ£o deixando transparecer todo o seu rancor, mas depois de 10 anos (em 2005) de tormento diÃ¡rio e perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica, nÃ£o encontrou nenhum outro que os definisse mais corretamente que: gangs, mÃ¡fia ou patota.</p>
<p>&#8220;Todos os homens do presidente&#8221;, a vida imita a arte que imitou a vida<br />
Seria por acaso, que o mesmo colega do jornal, responsÃ¡vel pela matÃ©ria do &#8220;Bateaux&#8221;, a quem Carlos nunca vira no sindicato antes, durante a retomada do sindicato pela tropa de choque da patota, lhe tivesse aparecido por lÃ¡? Acredito que nÃ£o. Podemos chamÃ¡-lo de  um dos aparelhos incrustados na mÃ­dia, um setor estratÃ©gico na difusÃ£o das versÃµes unÃ¢nimes e definitivas, atravÃ©s de um jornalismo sÃ©rio e responsÃ¡vel.<br />
Devemos destacar alguns nomes no expediente do Jornal do Brasil, na Ã©poca em que vazava informaÃ§Ãµes de divÃ£ para aquela redaÃ§Ã£o, para que se faÃ§a as devidas ligaÃ§Ãµes ao longo deste relato: o primeiro, Jorge HilÃ¡rio de GouvÃªia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED â€“ um subproduto da VIVA RIO - , que atua na Rocinha) por sua ligaÃ§Ã£o com o movimento ViVa-RIO, um nicho do PartidÃ£o. E, o segundo, o do Diretor SÃ©rgio do RÃªgo Monteiro por curiosidade em saber qual o grau de parentesco entre ele e JosÃ© Carlos do RÃªgo Monteiro, ex-presidente do SJPMRJ â€“ Sindicato dos Jornalistas Profissionais do MunicÃ­pio do RJ - e militante do PartidÃ£o e Gina Torres Rego Monteiro , uma das colegas de trabalho da  Dr. Marina Baptista de Azevedo, a cunhada de Carlos.<br />
Um outro que constava daquele expediente era JoÃ£o Geraldo Piquet Carneiro.</p>
<p>â–º JORNAL DO BRASIL<br />
JB Expediente<br />
Conselho Editorial<br />
M.F. do Nascimento Brito</p>
<p>Conselho Corporativo<br />
Francisco de SÃ¡ JÃºnior.<br />
Franscisco GrÃ³s<br />
JoÃ£o Geraldo Piquet Carneiro<br />
Jorge HilÃ¡rio de GouvÃªia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED,<br />
que atua na Rocinha)<br />
Luis OtÃ¡vio de Motta Veiga</p>
<p>Editor<br />
DÃ¡cio Malta </p>
<p>Editor executivo<br />
Manoel F. Brito</p>
<p>Sec. De Red. Orivaldo Perim<br />
Diretor: NÃ©lson Baptista Neto.<br />
Diretor: Rosenthal Calmon Alves.<br />
Diretor : SÃ©rgio RÃªgo Monteiro</p>
<p>ExplicÃ¡vel ou inexplicavelmente, o sindicato da categoria, que nÃ£o tinha verba suficiente para cobrir a folha de pagamento de seus funcionÃ¡rios e que por anos se arrastara com fisionomia decadente, recebeu uma reforma geral em suas instalaÃ§Ãµes, o que foi espertamente justificado em um de seus boletins (ver APÃŠNDICE), logo na primeira gestÃ£o-tampÃ£o de diretoria pÃ³s-escÃ¢ndalo, quando foi retomado por outros empatotados da mesma patota, o que acabou por ficar, com eles mesmos, o controle dos processos contra seus prÃ³prios correligionÃ¡rios que se aventuravam naquelas aposentadorias.<br />
As testemunhas que foram avocadas pelo Sr. Paulo CÃ©sar no processo que ele moveu contra Carlos, eram todas do PartidÃ£o (leia rol de testemunhas: Barbosa Lima Sobrinho; Alfredo Vianna; JosÃ© Chamilete; Arthur Parayba e Paulo Dettman). E, a defesa de Carlos neste processo, no qual ele era rÃ©u, estava a cargo do escritÃ³rio DCE â€“ Dumans, Cerqueira e Advogados, de Alexandre Dumans, professor  da UERJ e amigo de Jorge HilÃ¡rio GouvÃªa Vieira, aquele ligado ao ViVa Rio do Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura, todas tambÃ©m do PartidÃ£o. EscritÃ³rio este que assessorava o Jornal do Brasil na Ã©poca.<br />
DÃ¡ para se ter uma idÃ©ia no que se sucedeu, nÃ£o?  A acusaÃ§Ã£o (querelantes) era do PartidÃ£o e a defesa  dos querelados estava a cargo de um escritÃ³rio que serve ao PartidÃ£o. Fizeram um acordÃ£o.<br />
E o Ãºnico que ficou de fora foi o CarlÃ£o. Para levar safanÃ£o.<br />
Enquanto no JudiciÃ¡rio tem-se a instituiÃ§Ã£o do impedimento, em polÃ­tica isso nÃ£o existe. Ã‰ difÃ­cil de provar que fulanos de tal Ã© militante e pertence a tal partido e estÃ¡ sendo testemunha de ciclano de tal que tambÃ©m Ã© militante do mesmo partido.  Ou, que fulano de tal que trabalha no jornal e Ã© militante do partido, tem um parente, que tambÃ©m militante do partido Ã© um psicÃ³logo. Portanto a questÃ£o da Ã©tica fica ao critÃ©rio polÃ­tico dos interesses do partido e de cada um de seus camaradas. A Ã©tica acaba por chafurdar no terreno arenoso da polÃ­tica, onde impera a Ã©tica da polÃ­tica, que suplanta todas as outras Ã©tica de seus camaradas.<br />
Resumo da Ã³pera:  Querelante e querelados na querela do sindicato passaram a ser os mesmos! Exceto Carlos.<br />
FÃ¡cil nÃ£o?!</p>
<p>Uma informaÃ§Ã£o passada a Carlos por Jacozinho da Arfoc â€“ AssociaÃ§Ã£o dos RepÃ³rteres FotogrÃ¡ficos e Cinegrafistas â€“ e que Ã© importante para a correta compreensÃ£o dos fatos Ã© a de que a Sra. Bethe Costa, que havia se aproveitado da cÃ³pia da carta que Carlos lhe cedera detonando seu inimigo figadal Sr. Paulo CÃ©sar, havia sido levada pelo Ã©tico Zuenir para trabalhar na sua viva ONG do Rio, um nicho do PartidÃ£o.<br />
Queriam desde de entÃ£o, dar informaÃ§Ãµes a Carlos da forma como o estavam isolando e se vingando.<br />
Assim o Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura - o grande pesquisador de divÃ£s dos psicanalistas (1 â€“ pÃ¡g.27) -, com sua fita gravada com segredos de divÃ£ do Carlos convenceu a Sra. Bethe Costa da injustiÃ§a que se cometera pela intriga de um invejoso, que queria aquela aposentadoria. Ela que foi a responsÃ¡vel pelo &#8220;&#8230;linchamento moral contra o Sr. Paulo CÃ©sar e sua famÃ­lia&#8221;, e pelo  acidente com o filho deste, promovido pela atuaÃ§Ã£o de seus confrades de partido na mÃ­dia televisiva fez o seu mea-culpa.<br />
A arrependida repÃ³rter de TV se recompÃ´s politicamente com o PartidÃ£o. O Ã©tico Zuenir publica um livro sobre um herÃ³i nacional do PT, Chico Mendes, e no coroamento da recuperaÃ§Ã£o de sua imagem, anos mais tarde ocupa lugar na comitiva presidencial de InÃ¡cio Lula, que foi a Portugal. Imputam a culpa pelo episÃ³dio das aposentadorias a inveja, mal secreto de Carlos e reforÃ§am e ampliam as forÃ§as do revanchismo polÃ­tico contra ele onde formam um verdadeiro pool de partidos â€“ PPS (PCB), PSDB (AP), PT e outros que seus conchavos permitissem - a &#8220;&#8230;botar fogo no rabo do invejoso&#8221;(1). Uma verdadeira covardia com o intuito de vinganÃ§a e psicotizaÃ§Ã£o de Carlos.<br />
Defenestrado das redaÃ§Ãµes, isolado e sozinho, Carlos teve seu registro de jornalista - obtido da mesma forma que muitos integrantes da patota que atuavam no jornal â€“ praticamente cassado.<br />
Ele nÃ£o se importou(?) em ter ficado com a pecha de &#8220;&#8230;alcagÃ¼ete da polÃ­cia&#8221;, na certa mais um pecado dele, &#8220;&#8230;invejoso&#8221; e &#8220;&#8230;viado&#8221;, entre outros adjetivos que lhe imputaram, e tocou o seu barco, foi Ã  luta sem ficar choramingando o leite derramado, perda de amigos, emprego, profissÃ£o e foi tentar ganhar o seu pÃ£o-de-cada-dia como taxista na praÃ§a de NiterÃ³i, jÃ¡ que para sobreviver ele nunca dependeu da imagem de empatotado-politika-Menti-corrrretu.<br />
Mas, a patota nÃ£o ficou contente em escapulir livre e solta daquela maracutÃ¡ia e com a versÃ£o dos fatos a seu favor e, como o real crime de Carlos era saber demais,  passou a persegui-lo e atormentÃ¡-lo obsessivamente ao longo desses longos 10 (dez) anos, portanto muito mais que 10% da vida de qualquer brasileiro, nos quais ele veio se esquivando a medida do possÃ­vel desde 1995, o &#8220;&#8230;ano que nÃ£o terminou&#8221;  para ele.<br />
Parecia ser de amplo conhecimento entre os militantes, as &#8220;&#8230;sacanagens&#8221; que vinha acontecendo com Carlos, pois num rÃ¡pido encontro, na Alameda de NiterÃ³i, entre ele e sua ex-colega de redaÃ§Ã£o do JB, Janice Caetano militante do PartidÃ£o, entÃ£o presidente do mesmo sindicato do qual ele fora diretor, apÃ³s uma conversa rÃ¡pida sobre devoluÃ§Ã£o dos proventos oriundos da correÃ§Ã£o dos Planos Collor e Bresser e apÃ³s o deslocamento de seus respectivos carros, ele ouviu nitidamente daquela que antes fora EDITORA-DE-PÃGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR-DE-OGLOBO deixar no ar, em comentÃ¡rio com seu marido Alaor, fotÃ³grafo e tambÃ©m ex-colega de redaÃ§Ã£o de Carlos, a seguinte frase: &#8220;&#8230;ele tem cara de safado e tem mais Ã© que ser sacaniado mesmo!&#8221;. Ela falou aquilo para que ele pudesse escutar. Fazia parte da tortura da qual Carlos estava sendo vÃ­tima, ele saber que estavam atormentando-o e torturando-o e nÃ£o poder provar ou mesmo se defender. Pois contra a covardia nÃ£o tem como se defender.<br />
Ã“i que lÃ­ndio! (expressÃ£o do narrador)</p>
<p>Pois Ã©, para os da militÃ¢ncia, como aquela EDITORA-DE-PÃGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR, divulgar e escutar gravaÃ§Ãµes de divÃ£ nÃ£o tem nada haver com defesa de consumidor.<br />
	Se vocÃª, como consumidor, fosse desreipeitado nos seus direitos e tivesse que fazer uma escolha, qual a escolha que vocÃª faria? Preferiria ser ludibriado por um eletrodomÃ©stico que nÃ£o funcionasse ou por um psicÃ³logo, psiquiatra, psicanalista ou qualquer profissional da Ã¡rea mÃ©dica, que vocÃª pagou honestamente e que saiu distribuindo a fita da gravaÃ§Ã£o de sua psicanÃ¡lise por aÃ­ ou o psiquiatra que lhe receitou um remÃ©dio inapropriado para a sua anciedade, por conta de uma perseguiÃ§Ã£o polÃ­tica em funÃ§Ã£o de uma tÃ©cnica de psicotizaÃ§Ã£o?<br />
	A jornalista picareta Janice Caetano nÃ£o acha isso. Podemos acreditar nessa editora de pÃ¡gina de Defesa do Consumidor?<br />
Carlos foi desrespeitado em seus direitos, mesmo guardando o segredo da patota por mais de 10 anos, atÃ© por que ele nÃ£o queria mais nenhuma confusÃ£o e por nÃ£o saber a tamanha importÃ¢ncia que tinha aquela informaÃ§Ã£o. Por respeito as vÃ­timas daquela tragÃ©dia, Carlos nÃ£o esboÃ§ou um sÃ³ movimento de revide durante todo esse tempo em que sofreu com as torturas impostas por eles.<br />
Mas tudo tem um limite.<br />
Somente agora, a partir junho de 2004, por insistÃªncia dos perseguidores de Carlos, que foram alÃ©m dos limites do suportÃ¡vel para ele, ao tentar psicotizÃ¡-lo dentro da casa de seu sogro e conseguir deixÃ¡-lo tÃ£o mal psicologicamente em dois anos e meio de convÃ­vio com eles quanto os oito anos anteriores em que se debateu sozinho no municÃ­pio de NiterÃ³i. Destruiram a paz de sua famÃ­lia, mulher e filhos, e conseguir danificÃ¡-la com novo trauma para seus filhos, decidi contar a sua histÃ³ria sem a mesma elegÃ¢ncia e o mesmo &#8220;vÃ©u de alegoria&#8221; do competente e Ã©tico jornalista e escritor Zuenir Ventura, portanto em nome de sua legÃ­tima defesa, um direito inalienÃ¡vel de qualquer um que foi injustiÃ§ado, politicamente perseguido e humilhado de forma desleal dentro de um Estado democrÃ¡tico de direito em cuja ConstituiÃ§Ã£o em seu Art. 5Âº, inc. III reza que ninguÃ©m serÃ¡ submetido a tortura nem a tratamento  desumano ou degradante e que mesmo aos condenados, o que nÃ£o Ã© o caso de Carlos, a lei nÃ£o lhes reservarÃ¡ penas degradantes, perpÃ©tuas, cruÃ©is ou de ba-ni-men-to, e comeÃ§ar a dar sua versÃ£o dos fatos a quem interessar possa, sobre o que veio acontecendo na sua vida e sobre os mÃ©todos usados pela patota antes que Carlos faÃ§a bodas de ouro de torturado e perseguido e ainda leve de quebra um atestado de maluco, que Ã©, o que a patota veio tramando com mais afinco nesses Ãºltimos tempos (2002~2005) de &#8220;sacanagens&#8221; (ou tormento/transtorno fabricado) ao encurralÃ¡-lo numa pequena cidade do interior paulista do Vale do ParaÃ­ba, regiÃ£o sob domÃ­nio daqueles mesmos partidos envolvidos no imbrÃ³glio dos aposentandos e que acabou por deixÃ¡-lo tÃ£o &#8220;&#8230;mal&#8221; quanto aquele &#8220;&#8230;um dos espanhÃ³is&#8221;.<br />
A &#8220;legÃ­tima defesa&#8221; reside no fato de podermos contar a sua histÃ³ria â€“ que Ã© a busca da verdade -, dado o baque emocional que teve nesta Ãºltima investida desses Partidos em atormentÃ¡-lo. Sua histÃ³ria passou a ter para ele mais importÃ¢ncia do que qualquer outra coisa que jÃ¡ almejara em sua vida depois de 10 anos de perseguido e humilhado diante de seus filhos, que acabaram por ter a impressÃ£o errada de seu temperamento em funÃ§Ã£o dessa perseguiÃ§Ã£o. Nesse sentido â€“ o da importÃ¢ncia da histÃ³ria de cada um - passou atÃ© a compreende um pouco a necessidade visceral daqueles empatotados em querer estoriar sua versÃ£o, que nÃ£o fosse o requinte ou vinganÃ§a de, humilhÃ¡-lo em todos os aspectos, o de querer atestÃ¡-lo, por excesso de zelo, como quem &#8220;&#8230;ouve vozes e sofre de confusÃµes mentais&#8221;, nÃ£o pondo um ponto final naquele episÃ³dio tÃ£o triste para todos os envolvidos, jÃ¡ estaria mais do que contada e sacramentada, como a versÃ£o verdadeira daqueles distantes fatos.<br />
Mas, em verdade, nÃ£o era por isto que eles buscavam.<br />
O tormento psicolÃ³gico tinha o propÃ³sito de psicotizÃ¡-lo deste o inÃ­cio. E, nÃ£o era assim interpretado por ele. Carlos pensava que era uma espÃ©cie de vinganÃ§a, sob a forma de &#8220;&#8230;tortura chinesa&#8221; , como assim lhe passaram.<br />
Sim, porque as &#8220;sacanagens&#8221; dissimuladas â€“ mÃ©todo de aÃ§Ã£o daqueles que, compreensivelmente, sÃ£o contra a venda de armas, o que impede a legÃ­tima defesa de qualquer cidadÃ£o - tiveram vÃ¡rias etapas e que podem ser relatadas: de inÃ­cio com violÃªncia, inclusive contra uma crianÃ§a de seis anos - o filho de Carlos, que por vÃ¡rias vezes foi surrado por outras crianÃ§as numa vila em que moravam, em 1996-1997 e que atÃ© hoje (Jun/2004) nÃ£o sabe o porquÃª de ter acontecido aquilo com ele - por isso, sujeito a legislaÃ§Ã£o especial. Carlos acha que o filho dele foi alvo do tormento, como forma de vingarem o acontecido ao filho de Paulo CÃ©sar, que (sic) tinha colocado fogo no prÃ³prio corpo ao ver a sua casa transformada num verdadeiro inferno por conta de manchetes de jornais e investigaÃ§Ãµes da PolÃ­cia Federal sobre as aposentadorias.<br />
Depois passou a ser mais cirÃºrgica - para usar um apropriado termo mÃ©dico - dirigindo-se especificamente a ele. Podemos classificÃ¡-las tambÃ©m como uma &#8220;&#8230;tortura psicolÃ³gica&#8221;, crime previsto na ConstituiÃ§Ã£o e no cÃ³digo penal brasileiro; crime de racismo (como forma de desvirtuar sua atenÃ§Ã£o para a origem da perseguiÃ§Ã£o), tambÃ©m imprescritÃ­vel e inafianÃ§Ã¡vel; ameaÃ§a Ã  testemunha; tentativas de intimidaÃ§Ã£o; invasÃ£o de privacidade em tempo integral nos Ãºltimos 10 anos; abuso de autoridade; impedimento do exercÃ­cio da profissÃ£o (como jornalista e como motorista de tÃ¡xi); obstruÃ§Ã£o da justiÃ§a; perturbaÃ§Ã£o da ordem; perseguiÃ§Ã£o com violÃªncia e humilhaÃ§Ã£o; agressÃ£o fÃ­sica; trotes; brincadeiras com os serviÃ§os de telefonia; brincadeiras com abastecimento de Ã¡gua e energia e etc&#8230; E, por fim o de crime de formaÃ§Ã£o de quadrilha em mais de um estado da FederaÃ§Ã£o.<br />
Como poderÃ­amos chamar isto? Crime organizado contra uma sÃ³ pessoa?<br />
 Uma verdadeira covardia!<br />
Atualmente encontra-se no estÃ¡gio da ridicularizaÃ§Ã£o, humilhaÃ§Ã£o e da tortura psicolÃ³gica, para fechar com chave de ouro atravÃ©s de uma tentativa, de tachÃ¡-lo como &#8220;&#8230;maluco&#8221; â€“ que Ã© uma das modalidades de queima de arquivo, muito utilizada nos paÃ­ses da antiga cortina de ferro e forma pacÃ­fica adotada pelas patotas. Lembram-se da histÃ³ria de NilcÃ©ia Pitta? Queriam internÃ¡-la. LÃ³gico que, em seu caso com um toque de sacanagem, que bem ao gosto de nosso povo, esconde o intuito de banalizar o tormento-tortura-perseguiÃ§Ã£o obtendo cumplicidades e adeptos com facilidade. Enquanto o baixo clero polÃ­tico tacha de louco aqueles que traz a tona suas maracutÃ¡ias - vide Severino Cavalcante X Roberto Jerffeson â€“ o alto clero polÃ­tico possui um mÃ©todo de tormento psicotizador e conta com sua militÃ¢ncia, na polÃ­cia, nos jornais e com os profissionais da Ã¡rea de saÃºde para psicotizÃ¡-los e encaminhÃ¡-los a um tratamento psiquiÃ¡trico.<br />
No inÃ­cio, deduz-se, a perseguiÃ§Ã£o foi por vinganÃ§a, apesar de saberem  que ele, como ex-militante, sabia demais. Depois de certo tempo aquilo que ele sabia foi confirmado atravÃ©s da escuta que tinham de sua casa. Com suas escutas em tempo integral e com tantas informaÃ§Ãµes que obtiveram de Carlos, ela passou a ser, atravÃ©s de um tormento/transtorno fabricado a partir das informaÃ§Ãµes que obtiveram de seu divÃ£, um instrumento com intuito de psicotizÃ¡-lo, fazendo com que ele procurasse tratamento, comprovando assim, &#8220;&#8230;ter problemas psicolÃ³gicos&#8221;, por saberem ser ele conhecedor da informaÃ§Ã£o sobre o vazamento de seu prÃ³prio divÃ£ e do divÃ£ de &#8220;&#8230;um dos espanhÃ³is&#8221; e de como a aquela militÃ¢ncia age para o caso de ele vir futuramente a falar a sobre suas experiÃªncias no convÃ­vio eles.<br />
Carlos, como vÃ­tima do vazamento de seu divÃ£ nÃ£o representava nenhuma ameaÃ§a, pois eles achavam que ele nÃ£o sabia do vazamento. E, mesmo que soubesse, como provar? Mas nÃ£o era somente uma vÃ­tima do vazamento de seu divÃ£ e da tortura psicolÃ³gica, mas uma testemunha deste crime, que deveria ser considerador hediondo â€“ a tortura psicolÃ³gica dos espanhÃ³is do &#8220;Caso Bateaux Mouche&#8221;, que os levou a figirem do paÃ­s e, que era um fato irreverssÃ­vel.<br />
Uma testemunha do vazamento do divÃ£ de um dos espanhÃ³is que fugiram.<br />
Ou, fizeram-no fugir?</p>
<p>E, com certeza, por estarem aquelas igrejinhas decididas a protegerem, a qualquer custo, do conhecimento da populaÃ§Ã£o os seus mÃ©todos e o seu &#8220;Segredo de FÃ¡tima&#8221; â€“ ou seu &#8220;CÃ³digo Da Vinci&#8221; - que consiste em possuÃ­rem, alÃ©m da contradiÃ§Ã£o, uma grande rede de informaÃ§Ãµes nos inescrupulosos divÃ£s engajados. Tais inescrupulosos acabam por lanÃ§ar suspeitas inclusive sobre aqueles que, politicamente participantes, sÃ£o(?) e foram(?) honestos em sua Ã©tica e bons profissionais, Ã  medida que, nossa mentalidade mediana tende a generalizaÃ§Ãµes.<br />
Os divÃ£s engajados sÃ£o espertalhÃµes, que em se fazendo passar por psicÃ³logos, psicanalistas, psiquiatras e mÃ©dicos atropelam a Ã©tica mÃ©dica - tÃ£o importante para seus pacientes e tÃ£o aclamada no caso AlmÃ­lcar Lobo, que sofreu um linchamento moral, foi e Ã© tese de incontÃ¡veis e Ã©ticos psicoterapeutas-engajados, teve seu  registro cassado pelo CRM-RJ, teve sua puniÃ§Ã£o estendida ao Dr. LeÃ£o Cabernite (seu psicanalista didata) e foi questionado em uma entrevista feita pelo mesmo Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura intitulada &#8220;A psicanÃ¡lise da tortura&#8221;, publicada em 14/09/86 no Jornal do Brasil â€“ para servirem a uma outra &#8220;Ã©tica&#8221;, Ã  da polÃ­tica, cedendo informaÃ§Ãµes de divÃ£ dos seus clientes Ã  sua patota, quando aqueles sÃ£o desafetos desta e ou a informaÃ§Ã£o Ã© relevante e conveniente ao encaminhamento da polÃ­tica de seu PartidÃ£o.</p>
<p>â–º Pequeno trecho da reportagem &#8220;A psicanÃ¡lise da tortura&#8221;<br />
Jornal do Brasil, 14/09/86 por Zuenir Ventura / Colaboraram Jorge AntÃ´nio Barros e Susana Schild<br />
A crÃ´nica da tortura no Brasil dos anos 1970, que tem sido escrita apenas pelos torturados â€“ atÃ© porque, por dever de ofÃ­cio, torturador faz falar, nÃ£o fala -, ganha a partir de hoje um narrador especial: AmÃ­lcar Lobo, 47 anos. Como tenente do ExÃ©rcito e mÃ©dico lotado no quartel da PE da BarÃ£o de Mesquita, o Dr. Lobo ou Dr. Carneiro, como era conhecido lÃ¡, conviveu intimamente com a tortura durante mais de trÃªs anos, de l969 a l973. Lobo nega tÃª-la praticado, mas admite ter sido conivente com ela, o que lhe dava uma posiÃ§Ã£o privilegiada: nÃ£o participava das sessÃµes mas, como militar, sabia quem as promovia e, como mÃ©dico, tratava dos que a sofriam. O seu relato tem assim a isenÃ§Ã£o de um testemunho, digamos, neutro. Os torturadores precisavam dele para continuar torturando e os torturados nÃ£o raro necessitavam de seus cuidados pra sobreviver. NÃ£o se pode acusar as suas confissÃµes de revanchistas ou ressentidas como se costuma fazer com as denÃºncias de ex-torturados. Ã‰ um depoimento histÃ³rico diante do qual se fica dividido entre a admiraÃ§Ã£o e a repulsÃ£o. Ã‰ difÃ­cil nÃ£o admirar a sua corajosa atitude hoje, como Ã© impossÃ­vel nÃ£o rejeitar, como repulsiva, a sua criminosa cumplicidade de ontem.</p>
<p>Excelente entrevista - &#8220;A psicanÃ¡lise da tortura&#8221;, cujo autor, Mestre Zu, em seu lide afirma &#8220;&#8230;torturador faz falar, nÃ£o fala&#8230;&#8221; - nÃ£o fosse o fato de esquecer de dizer que Ã s vezes o torturador faz nÃ£o falar ou tortura por se ter falado, por se saber demais, por se ter testemunhado (ou  pedido investigaÃ§Ã£o) ou para psicotizar alguÃ©m que sabe do &#8220;segredo dos divÃ£s&#8221; do PCB (Partido Comunista Brasileiro = PPS), como forma de censurar, se vingar e enlouquecer sua vÃ­tima.<br />
Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. NÃ£o se tem saÃ­da, na ditadura torturava-se para falar e agora tortura-se para nÃ£o falar, ou seja, por censura.<br />
Se para os engajados da saÃºde a Ã©tica profissional nÃ£o lhes Ã© tÃ£o importante por se submeter a Ã©tica polÃ­tica, Ã© de interesse pÃºblico e justo que a populaÃ§Ã£o - e portanto seus pacientes - saiba que muitos (ou todos?) profissionais engajados nÃ£o a respeitam, o que nos permitirÃ¡ ter mais cuidado na hora de escolher tais profissionais.<br />
	Acreditamos que ninguÃ©m, incluindo os da patota, gostaria de freqÃ¼entar um divÃ£ engajado, lugar onde tudo que vocÃª falar poderÃ¡ se voltar contra vocÃª, por saber com conhecimento de causa, de outrens, lÃ³gico, o que Ã© ter sua intimidade confidenciada a um profissional â€“ que por forÃ§a do ofÃ­cio, possui coraÃ§Ãµes e mentes de seus pacientes - pago para lhe prestar ajuda e ver essa sua intimidade ser divulgada intra e interpatotas com a finalidade de lhe prejudicar, humilhar e fazÃª-lo doente.<br />
Por coincidÃªncia ou nÃ£o, o certo Ã© que no meio dessas sacanagens que Carlos veio sofrendo, sempre lhe apareceram de forma enfÃ¡tica, inclusive com &#8220;encenaÃ§Ãµes&#8221;de situaÃ§Ãµes das quais sem dÃºvida nenhuma ele se lembra, de somente lÃ¡, ter falado e dado Ãªnfase quando deitado e &#8220;relaxado&#8221; naquele &#8220;divÃ£ furado&#8221; (aquele que vaza. &#8220;&#8230; Fala, divÃ£&#8221;) de sua experta psicÃ³loga.<br />
Por exemplo: Imaginem senhores! Uma psicoterapeuta, que grave sessÃµes, diagnostifique o problema de seu paciente e ciente de que ele tomou uma atitude que &#8220;prejudicaria&#8221; seus correligionÃ¡rios possa ceder tais gravaÃ§Ãµes a sua patota. Embora difÃ­cil de provar, isto nÃ£o Ã© impossÃ­vel de o paciente, digo a vÃ­tima, descobrir como lhe armaram a trama e muito menos de ratificÃ¡-la, dado o longo tempo de sacanagens armadas pela patota que atÃ© entÃ£o (JUN/2004) nÃ£o sabiam que ele sabia, que a profissional empatotada havia cedido as gravaÃ§Ãµes.<br />
Pasmem senhores!  Essa &#8220;profissional&#8221; nunca serÃ¡ comparada a um  AmÃ­lcar Lobo, nÃ£o terÃ¡ o seu registro cassado pelo CRM-RJ e nem, como este, serÃ¡ &#8220;&#8230;varrida da condiÃ§Ã£o de humano&#8221;, embora no entender de Carlos faÃ§am parte de lados opostos de uma mesma moeda. A atitude da profissional talvez a transforme, entre os seus correligionÃ¡rios, em uma verdadeira heroÃ­na, por ser a responsÃ¡vel por municiar, com idiossincrasias de seu paciente, a vinganÃ§a de sua patota contra o desafeto que sofria de um &#8220;&#8230;mal secreto, a inveja&#8221;.<br />
Ã“i que lindo! (expressÃ£o do narrador)</p>
<p>ÃŠpa! Pausa para balanÃ§o!<br />
Dois divÃ£s distintos tendo os mesmos voyeurs de segunda mÃ£o â€“ aqueles que espiam o que o psicanalista, &#8220;..o voyeur&#8221;(1) de primeira mÃ£o, espiou.<br />
Para quem estava acostumado a editar jornal com informaÃ§Ãµes do divÃ£s de inscrupulosos psicotorturapeutas de sua gang, produzir um livro sobre a inveja, mal secreto de Carlos, foi pinto para mestre Zu.</p>
<p>Ã‰ grave a situaÃ§Ã£o!<br />
O Ã©tico intelectual Zuenir Ventura, nÃ£o contente em transformar seu voyeurismo em elegante analogia, alegoria e sofisticado mote literÃ¡rio em seu livro Inveja, mal secreto, â€“ uma prova de sua pegada de voyeur de 2Âª mÃ£o - para humilhar Carlos entre seus pares e correligionÃ¡rios, transformando-o em chacota de intelectuais empatotados (veja entrevista de Regina Zappa, com quem Carlos trabalhou, filha do ex-embaixador em Cuba, Ãtalo Zappa, declaradamente ligada ao PCB fez com o ilustre jornalista escritor Zuenir Ã‰tico Ventura, por ocasiÃ£o do lanÃ§amento de sua literatura de araque), covardemente o partido do qual ele era articulador, divulgou-os intra e inter-patotas, para se vingar, angustiando, apavorando, humilhando, sacaniando, desesperando, psicotizando, ameaÃ§ando, enfernizando, enfermizando, enfim    A-TOR-MEN-TAN-DO,  &#8220;sinonimizando&#8221; uma TOR-TU-RA diÃ¡ria de tempo integral durante mais de 10 anos, uma pessoa, que em legÃ­tima defesa usou de um expediente legÃ­timo para se defender das ameaÃ§as de seu chefe no jornal e do presidente de um sindicato, com mÃ©todos de cuja sofisticaÃ§Ã£o e empenho faria corar atÃ© mesmo o Doutor CARNEIRO (codinome de AmÃ­lcar Lobo).</p>
<p>â–º Pecado inconfessÃ¡vel (entrevista de Zuenir Ventura a Regina Zappa)<br />
 De Regina Zappa. Jornal do Brasil, 16/8/98.<br />
&#8230;<br />
- E as analogias?<br />
- Encontrei coisas curiosÃ­ssimas. Lendo a BÃ­blia, encontrei a definiÃ§Ã£o de que a inveja corrÃ³i como o cÃ¢ncer. Outra foi a metÃ¡fora do cÃ¢ncer que Ã© o caranguejo, porque ele corrÃ³i em silÃªncio. E o que corrÃ³i tambÃ©m em silÃªncio? A inveja. As definiÃ§Ãµes comeÃ§avam a bater de tal maneira&#8230;Coisa que ninguÃ©m diz o nome&#8230;Eram tantas as afinidades que comecei atÃ© a me policiar para nÃ£o parecer que estava forÃ§ando a barra para estabelecer a analogia.<br />
&#8230;<br />
- VocÃª anuncia no comeÃ§o que nÃ£o se trata de um livro sobre inveja, mas de alguÃ©m escrevendo sobre a inveja.<br />
- EntÃ£o, decidi botar tudo no livro. Por isso Ã© que se justifica a entrada da doenÃ§a. Se estava disposto a incorporar todo o processo ao livro, seria hipocrisia omitir aquilo que tinha acontecido de mais traumÃ¡tico para mim durante esse tempo.<br />
&#8230;<br />
- No livro vocÃª expÃµe seu sentimento em estado bruto&#8230;<br />
- VocÃª estÃ¡ dizendo isso e me ocorre uma palavra. Ã‰ um livro visceral, sai das entranhas.<br />
&#8230;<br />
- Assim como a inveja.<br />
- A inveja tem essa coisa. Os verbos associados a ela sÃ£o corrosÃ£o, destruiÃ§Ã£o. Ao mesmo tempo, Ã© preciso encarar a inveja como uma reaÃ§Ã£o humana. Quando vemos estados extremos da maldade humana, tendemos a virar as costas, a nos afastar, como se aquilo nÃ£o pertencesse Ã  nossa categoria, Ã  nossa espÃ©cie. Todos os teÃ³ricos da inveja acham que a melhor maneira de lutar contra ela Ã© assumir que todo mundo a tem, em graus diferentes. Alguns sÃ£o graus patolÃ³gicos de escravizaÃ§Ã£o total a esse sentimento.<br />
&#8230;<br />
- Mal secreto sÃ£o trÃªs livros em um. Tem a inveja, a doenÃ§a e a histÃ³ria da KÃ¡tia. Essa personagem que se envolve num suposto crime Ã© verdadeira ou Ã© fictÃ­cia?<br />
- NÃ£o vou revelar. Por vÃ¡rias razÃµes. Adotei a forma de ficÃ§Ã£o quando o livro deveria ser nÃ£o-ficÃ§Ã£o. Uma das razÃµes para isso Ã© que tem ficÃ§Ã£o mesmo no livro. Outra Ã© por questÃµes de seguranÃ§a. Estou trabalhando com material em alguns casos muito explosivo, tem crime etc&#8230;</p>
<p>Compreende-se, o homem Ã© fruto de suas circunstÃ¢ncias. E, a sede de vinganÃ§a â€“ &#8220;&#8230;a cÃ³lera que espuma&#8221;(1) do Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura, â€“ que, alÃ©m da covardia de bicar morto (sim, foi o que ele fez com ex-tenente do exÃ©rcito, o mÃ©dico AmÃ­lca Lobo), em outros tempos, gostava de jogar tinta marron na cabeÃ§a de anciÃ£o (sim, foi o que ele fez com o dono da Tribuna da Imprensa, HÃ©lio Fernandes) - fez aflorar no Ã©tico intelectual o seu alter-ego, o Dr. Carneiro , a quem outrora criticava.<br />
O poder parece corrompe ao ponto de sempre reproduzir os substratos de suas engrenagens, ou seja, tanto os seus AmilcaresLobos quanto os seus SÃ©rgiosMacacos da vida.<br />
O torturado de ontem serÃ¡ o torturador de amanhÃ£?<br />
Seria de bom alvitre que o jornalista escritor seguisse o conselho de uma mÃ£e-de-santo de sua literatura â€“ Inveja, mal secreto -, que lhe disse: misinfio, sunce &#8220;&#8230;tÃ¡ muito carregado, devia tomar cuidado!&#8221; (1), Ã© bom deixar esse negÃ³cio de inveja prÃ¡ lÃ¡. Mas, o Partido do qual o elegante intelectual era articulador, - o PCB - parece ter seguido o conselho de outro personagem de seu livro, o Seu Tranca Rua, cujo remÃ©dio para &#8220;&#8230;combater o invejoso&#8221; (1) Ã© &#8220;&#8230;o senhor bota fogo no rabo dele&#8221; (1).<br />
Enquanto a relaÃ§Ã£o de Carlos com a psicanÃ¡lise era de alguÃ©m procurando se conhecer, o mesmo nÃ£o se pode afirmar sobre o Ã©tico jornalista e escritor, que pela evidÃªncia histÃ³rica dos fatos de sua relaÃ§Ã£o com tais profissionais, demonstra ser outra: a polÃ­tica. A mesma polÃ­tica que dita a sua &#8220;Ã©tica&#8221;.</p>
<p>â–º Retirado do site &#8220;Portalliteral Zuenir Ventura&#8221;.<br />
&#8230;<br />
1968 - Acompanha em Paris a mobilizaÃ§Ã£o dos estudantes. Tido como o articulador da imprensa do Rio para o Partido Comunista, Ã© preso apÃ³s o AI-5 e passa trÃªs meses entre o Sops, o Dops, o quartel da PM Caetano de Faria e o do ExÃ©rcito em Harmonia. Divide cela com HÃ©lio Pellegrino, Ziraldo, Gerardo Mello MourÃ£o e Osvaldo Peralva. No mesmo dia de sua prisÃ£o, sua mulher e seu irmÃ£o sÃ£o levados pela polÃ­cia e permanecem presos durante um mÃªs. Zuenir deixa a prisÃ£o em marÃ§o de 1969 com o aval de Nelson Rodrigues, que conseguira junto aos militares a libertaÃ§Ã£o de HÃ©lio Pellegrino, mas este condicionou sua saÃ­da Ã  do companheiro de cela.<br />
&#8230;<br />
1989 - Por decisÃ£o dos editores Marcos SÃ¡ CorrÃªa e FlÃ¡vio Pinheiro, Ã© feito repÃ³rter especial do â€œJBâ€ e, como tal, vai ao Acre, onde o lÃ­der seringueiro e ecologista Chico Mendes fora assassinado em dezembro de 1988. Fica mais de um mÃªs no estado apurando o crime e produz uma sÃ©rie de reportagens que lhe vale dois prÃªmios: o Esso de Jornalismo, o mais importante do paÃ­s, e o Wladimir Herzog, de direitos humanos.<br />
&#8230;<br />
1993 - Como reaÃ§Ã£o Ã s chacinas da CandelÃ¡ria (oito meninos mortos) e de VigÃ¡rio Geral (21 pessoas mortas), ajuda a criar o Viva Rio, organizaÃ§Ã£o nÃ£o governamental voltada para projetos sociais e campanhas contra a violÃªncia.<br />
1994 - Depois de passar nove meses indo Ã  favela de VigÃ¡rio Geral, transforma a experiÃªncia no livro â€œCidade partidaâ€, um retrato das causas da violÃªncia no Rio. O livro ganha o PrÃªmio Jabuti de Reportagem.<br />
1995 - Por decisÃ£o do entÃ£o editor-chefe DÃ¡cio Malta, torna-se colunista semanal do â€œCaderno Bâ€. Numa viagem a Cuba com uma delegaÃ§Ã£o brasileira, encontra-se com Fidel Castro e entrevista ao lado de Rubem Fonseca o escritor cubano Senel Paz.</p>
<p>Existe o artifÃ­cio velhaco do orador ou escritor, que ao abordar tema de conduta moral ou Ã©tica, engana seu pÃºblico, ao levÃ¡-lo acreditar que ele, tÃ£o loquaz no assunto, seria sem sombras de dÃºvida um agraciado dos objetos de seu discurso ou daquilo que cobra em outrem. Como o escritor, que ao discorrer sobre herÃ³is nacional ou exigir Ã©tica na psicanÃ¡lise acaba por camuflar seu Ã­ntimo, seu alter-ego, induzindo subliminarmente seus leitores ao erro de confundi-lo com o herÃ³i ou com o objeto de seu discurso e de sua cobranÃ§a, quando na realidade a sua prÃ¡tica nÃ£o tem nada haver com o seu discursso.</p>
<p>Fala, divÃ£!<br />
Ã‰ de causar calafrios ver o Ã©tico jornalista escritor Zuenir Ventura desfilar com medalhÃµes da psicanÃ¡lise e de citar em sua literatura-de-faz-de-conta, vÃ¡rias instituiÃ§Ãµes ligadas a ela  e de saber que &#8220;&#8230;os psicanalistas â€“ cinqÃ¼enta e sete deles - foram tambÃ©m os que mais colaboraram com(1)&#8221; a sua pesquisa sobre a inveja (leia pÃ¡ginas 27 e 149 do livro Inveja, mal secreto).<br />
Estaria aÃ­ incluÃ­da a Psicotorturapeuta MÃ¡rcia Erlich?<br />
Isso pode levar pessoas de pensamentos estreitos, medianos e maldosos e de qualquer um que pense, a ilaÃ§Ãµes. Como se diz no funk &#8220;&#8230;tÃ¡ tudo dominado&#8221;. Porque o que ele, sem dÃºvida, omiti em sua literatura-de-araque, e ninguÃ©m traz escrito na camiseta o nome do PartidÃ£o a que pertence, Ã© a sua militÃ¢ncia polÃ­tica e a militÃ¢ncia polÃ­tica e a Ã¡rea de influÃªncia de boa parte de suas referÃªncias e conhecidos. Atuam assim como um grande nÃºmero de figurantes nesse grande teatro-realidade para pÃºblico desavisado.<br />
Todos que leÃªm jornais diariamente ao longo dos anos, nÃ£o se ilude com nenhum polÃ­tico de palanque. Todos sabemos em sua maioria eles possuem seus lados cÃ´ncavos e nÃ£o resistiriam a uma biografia nÃ£o autorizada, mas sÃ£o com os militantes anÃ´nimos, aqueles que nÃ£o se identificam publicamente com partido algum, que devemos ter cuidado. Eles se transvestem de mÃ©dicos, de escriturÃ¡rios, de policiais, de jornalistas, de jornalistas escritores, de psicÃ³logos, de artistas, de apresentadores de TV, de funcionÃ¡rios pÃºblicos, de polÃ­cia, de promotores de justiÃ§a, advogados, policiais federais, fiscais da fazenda, de vizinhos, de amigos, de parentes, de sogros, de cunhados , etc&#8230;, etc&#8230;, e sÃ£o eles quem faz andar a polÃ­tica do partido e poderÃ£o ser eles os seus torturadores mais Ã­ntimos.<br />
O Ã©tico Zuenir Ventura e sua patota preferiu ver em Carlos um invejoso.  &#8220;Assim Ã© se lhes parece&#8230;&#8221;.<br />
Poderiam vÃª-lo como um moleque iconoclastra, daqueles que, em sua festa de aniversÃ¡rio, deixa o mÃ¡gico contratado para entreter ele e seus amiguinhos, desconsertado ao ver seus truques revelados um-a-um. Ou, como aquele outro moleque que ao ver o rei, inflado por sua claque, grita &#8220;&#8230;o rei estÃ¡ nu &#8220;.</p>
<p>A &#8220;praxe&#8221; de uma macabra histÃ³ria ou &#8220;A tirania da malÃ­cia&#8221;(1)</p>
<p>O que esta por trÃ¡s da â€Inveja, mal secreto&#8221; de Carlos Ã© uma macabra histÃ³ria de um outro pleno pecado pÃ³s-moderno, muito &#8220;&#8230;mais malÃ©volo de todos os componentes da malÃ­cia&#8221;(1) e muito mais dissimulado ainda que a inveja, por esta ser humana e a outra nÃ£o.<br />
Ã‰ a &#8220;praxe&#8221; espÃºria da &#8220;&#8230;politizaÃ§Ã£o da psicanÃ¡lise&#8221;, a usurpaÃ§Ã£o sistemÃ¡tica de informaÃ§Ãµes de divÃ£s, obtidas nos consultÃ³rios de cruÃ©is e inescrupulosos psicoterapeutas engajados, e a sua posterior utilizaÃ§Ã£o com finalidades polÃ­ticas de apavorar, torturar psicologicamente, psicotizar e fazer doente os seus prÃ³prios pacientes.<br />
Implantaram aquela prÃ¡xis na luta contra um regime ditatorial e ilegÃ­timo e se acomodaram com os dividendos colhidos por ela e a conservaram, mesmo durante o regime democrÃ¡tico e legÃ­timo com a intenÃ§Ã£o do aprofundamento da democracia e de implantaÃ§Ã£o do socialismo democrÃ¡tico.<br />
Ã‰ a blitzkrieger da social-democracia. Tudo pelo social. Na luta pela cidadania e na construÃ§Ã£o de uma sociedade mais justa e politika-menti-currreta, tudo se justifica sob o ponto de vista desses grupos, inclusive o desrespeito a pri</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Que Ã© MetaReciclagem ?? by Tiago Aranha</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/07/06/que-e-metareciclagem/#comment-41</link>
		<dc:creator>Tiago Aranha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2006 17:19:11 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente, e jÃ¡ estÃ¡ na hora de parar de iludir as pessoas, prometendo emprego apÃ³s fazer um curso de 30H. Me poupe nÃ©?!

HÃ¡ muito a ser feito, com muito pouca tecnologia, sem atropelar a vida de pessoas simples que muitas vezes perdem o rumo da vida por acreditar em um projeto - mirabolado -.

Falow</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente, e jÃ¡ estÃ¡ na hora de parar de iludir as pessoas, prometendo emprego apÃ³s fazer um curso de 30H. Me poupe nÃ©?!</p>
<p>HÃ¡ muito a ser feito, com muito pouca tecnologia, sem atropelar a vida de pessoas simples que muitas vezes perdem o rumo da vida por acreditar em um projeto - mirabolado -.</p>
<p>Falow</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Festa na chapeu by Administrator</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/06/01/festa-na-chapeu/#comment-36</link>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2006 14:33:02 +0000</pubDate>
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		<description>Ola Gama,
que legal que a gente se-encontrei...eu lembro quando for no Santarem que temos varios projetos bem bacana la ...acho que vc's deve ter uma deles:)
se quiser bate-papo com a turma do metareciclagem no Brasil toda vai pro http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec
e cadastra la...temos bate-papo legais sobre inclusÃ£o digital e tals
abraco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Gama,<br />
que legal que a gente se-encontrei&#8230;eu lembro quando for no Santarem que temos varios projetos bem bacana la &#8230;acho que vc&#8217;s deve ter uma deles:)<br />
se quiser bate-papo com a turma do metareciclagem no Brasil toda vai pro <a href="http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec" rel="nofollow">http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec</a><br />
e cadastra la&#8230;temos bate-papo legais sobre inclusÃ£o digital e tals<br />
abraco</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Festa na chapeu by Gama</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/06/01/festa-na-chapeu/#comment-35</link>
		<dc:creator>Gama</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2006 18:40:44 +0000</pubDate>
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		<description>Um salve da galera do Projeto Puraque de SantarÃ©m no ParÃ¡, queremos trocar um idÃ©ia com vcs, um abraÃ§o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um salve da galera do Projeto Puraque de SantarÃ©m no ParÃ¡, queremos trocar um idÃ©ia com vcs, um abraÃ§o.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Festa na chapeu by jader@viamazonica.com</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/06/01/festa-na-chapeu/#comment-34</link>
		<dc:creator>jader@viamazonica.com</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2006 13:05:21 +0000</pubDate>
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		<description>Um salve para a galera metarecicleira de Manaus, meu nome Ã© GAMA, sou voluntÃ¡rio do Projeto PuraquÃ© em SantarÃ©m - PA, gostaria de estabelecer contato com vcs, contar um pouco da nossa experiÃªncia e aprender coisas novas com a galera.

Um abraÃ§o cheio de energia do puraquÃ©.

Gama</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um salve para a galera metarecicleira de Manaus, meu nome Ã© GAMA, sou voluntÃ¡rio do Projeto PuraquÃ© em SantarÃ©m - PA, gostaria de estabelecer contato com vcs, contar um pouco da nossa experiÃªncia e aprender coisas novas com a galera.</p>
<p>Um abraÃ§o cheio de energia do puraquÃ©.</p>
<p>Gama</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on camera by Administrator</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/03/06/camera/#comment-30</link>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 13:28:48 +0000</pubDate>
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		<description>opa!!...beleeeza</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>opa!!&#8230;beleeeza</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on feliz by phentermine</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/02/13/feliz/#comment-17</link>
		<dc:creator>phentermine</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2006 18:16:25 +0000</pubDate>
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		<description>que bom</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que bom</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on camera by chico</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/03/06/camera/#comment-28</link>
		<dc:creator>chico</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2006 13:38:49 +0000</pubDate>
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		<description>ian, se precisar de ajuda pra escrever essas coisas dÃ¡ um toque!!!!

qualquer coisa, aciona noizzzz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ian, se precisar de ajuda pra escrever essas coisas dÃ¡ um toque!!!!</p>
<p>qualquer coisa, aciona noizzzz</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on sozinho mesmo 5 by Administrator</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/02/08/sozinho-mesmo-5/#comment-16</link>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2006 12:26:33 +0000</pubDate>
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		<description>tenho um outro servidor e rola o linque direito pra la</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tenho um outro servidor e rola o linque direito pra la</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on sozinho mesmo 5 by regis</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/manaus/2006/02/08/sozinho-mesmo-5/#comment-15</link>
		<dc:creator>regis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 17:54:14 +0000</pubDate>
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		<description>parabens pessoal,
gostaria de saber como vcs conseguiram colocar estas fotos no site.temos tentado postar fotos e nÃ£o rola.
abs,
Regis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>parabens pessoal,<br />
gostaria de saber como vcs conseguiram colocar estas fotos no site.temos tentado postar fotos e nÃ£o rola.<br />
abs,<br />
Regis</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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