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	<title>A cauda longa</title>
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	<description>Tecnologia social e os mercados de nicho</description>
	<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 19:47:25 +0000</pubDate>
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		<title>das diversas formas de ser&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 19:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cultura livre]]></category>

		<category><![CDATA[metrareciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[metÃ¡fora e metareciclagem sempre foram para mim uma experiÃªncia de ser no mundo. uma forma de agir, de me relacionar, de buscar entender meu papel, meus grupos, minhas interfaces e como a rede poderia servir como reorientador dos fluxos e processos de aprendizagem&#8230;
confesso que ainda sou aprendiz. passei os Ãºltimos 4 anos da minha vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>metÃ¡fora e metareciclagem sempre foram para mim uma experiÃªncia de ser no mundo. uma forma de agir, de me relacionar, de buscar entender meu papel, meus grupos, minhas interfaces e como a rede poderia servir como reorientador dos fluxos e processos de aprendizagem&#8230;</p>
<p>confesso que ainda sou aprendiz. passei os Ãºltimos 4 anos da minha vida num intenso processo de viabilizar idÃ©ias, de acreditar em projetos, de imaginar que poderÃ­amos fazer tudo o que pensÃ¡ssemos. as coisas nÃ£o foram bem assim e, confesso, a realidade tem sido muito melhor do que a utopia.</p>
<p>coisas concretas vÃªm acontecendo, as pessoas dessas redes se espalharam por diversos projetos e sua aÃ§Ã£o continua hacker.Â  hÃ¡ uma identidade, tÃªnue e frÃ¡gil, mas hÃ¡ umaÂ  identidade que costura muitas de nossas aÃ§Ãµes e nos coloca em posiÃ§Ãµes estratÃ©gicas na vida.</p>
<p>articulamos o movimento dentro do processo e a metodologia dentro do movimento e o processo dentro da sintÃ©se&#8230; e a coisa caminha&#8230;</p>
<p>num passado recente, acreditamos que uma articulaÃ§Ã£o forÃ§ada teria a possibilida de captar e sintonizar a sinergia necessÃ¡ria para fazer a rede caminhar. a rede nÃ£o caminha assim. a colaboraÃ§Ã£o nÃ£o acontece em torno da viabilidade. a colaboraÃ§Ã£o Ã©. ela Ã© muito mais dependente de processos subjetivos do que de mÃ¡quinas e servidores. processos subjetivos tÃªm seu tempo de acontecer.</p>
<p>estamos aprendendo e certamente ainda passaremos muito tempo aprendendo a respeitar esse tempo.</p>
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		<title>IluminaÃ§Ã£o</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Sep 2006 00:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Citando o Dalai Lama:
&#8220;A revoluÃ§Ã£o tecnolÃ³gica Ã© positiva. Um dos principais objetivos do budismo Ã© a iluminaÃ§Ã£o. E iluminaÃ§Ã£o significa saber mais. Se a tecnologia facilita o acesso Ã  informaÃ§Ã£o e a comunicaÃ§Ã£o entre as pessoas, Ã³timo.&#8221;
&#8220;Mas hoje temos o mesmo corpo fÃ­sico, as mesmas emoÃ§Ãµes, a mesma mente dos nossos antepassados. A modernidade, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Citando o Dalai Lama:</p>
<p>&#8220;A revoluÃ§Ã£o tecnolÃ³gica Ã© positiva. Um dos principais objetivos do budismo Ã© a iluminaÃ§Ã£o. E iluminaÃ§Ã£o significa saber mais. Se a tecnologia facilita o acesso Ã  informaÃ§Ã£o e a comunicaÃ§Ã£o entre as pessoas, Ã³timo.&#8221;</p>
<p>&#8220;Mas hoje temos o mesmo corpo fÃ­sico, as mesmas emoÃ§Ãµes, a mesma mente dos nossos antepassados. A modernidade, a tecnologia sÃ£o mudanÃ§as externas. Mas a Ã©tica diz respeito aos valores internos do ser humano. Se vocÃª olhar para dentro de si, verÃ¡ que nada mudou.&#8221;</p>
<p>Â Venho refletindo sobre essas palavras jÃ¡ a alguns dias&#8230;</p>
<p>Pouco adianta termos sofisticadas ferramentas de informaÃ§Ã£o, sermos blogueiros ativos, compartilharmos o que estÃ¡ a poucos centÃ­metros de nossos hds senÃ£o trabalharmos intimamente, interiormente nossa mudanÃ§a interior. Ã‰ a partir deste ponto de vista, que envolve a disciplina, o autoconhecimento e uma maior reflexÃ£o a respeito do papel da consciÃªncia no cotidiano que temos a oportunidade de estarmos criandoÂ a infra-estrutura tecnolÃ³gica de novas formas do viver em comunidade, do viver em sociedade.Â </p>
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		<title>comunidades e modelos de negÃ³cios</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/09/12/comunidades-e-modelos-de-negocios/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Sep 2006 23:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[negÃ³cios]]></category>

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		<description><![CDATA[que comunidades de prÃ¡tica podem oferecer um modelo para a gestÃ£o do conhecimento e que esse modelo de gestÃ£o pode gerar possibilidades contÃ­nuas de negÃ³cios Ã© algo que jÃ¡ considero como dado. hÃ¡ inÃºmeras experiÃªncias e vejo que aquilo que estamos tentando fazer dentro da eCommunitaÂ em relaÃ§Ã£o a sua comunidade de origem, a MetaReciclagem, Ã© [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>que comunidades de prÃ¡tica podem oferecer um modelo para a gestÃ£o do conhecimento e que esse modelo de gestÃ£o pode gerar possibilidades contÃ­nuas de negÃ³cios Ã© algo que jÃ¡ considero como dado. hÃ¡ inÃºmeras experiÃªncias e vejo que aquilo que estamos tentando fazer dentro da <a target="_blank" href="www.ecommunita.com" title="eCommunita Arte e Tecnologia LTDA">eCommunita</a>Â em relaÃ§Ã£o a sua comunidade de origem, a <a target="_blank" href="www.metareciclagem.org" title="Comunidade MetaReciclagem">MetaReciclagem</a>, Ã© um modelo possÃ­vel do que pode ser feito.</p>
<p>o ponto chave nÃ£o Ã© a possibilidade, mas o como. penso que seria necessÃ¡rio ampliar a discussÃ£o a respeito de como vÃ¡rias mÃºltiplas organizaÃ§Ãµes podem se conectar em comunidades, formas comunidades e desenvolver um amplo modelo de negÃ³cios que estÃ¡ muito amparado nas experiÃªncias do software livre e da cultura digital.</p>
<p>vejo que a empresa moderna vai se basear em algumas caracterÃ­sticas que sinto estarem emergindo no momento em que estamos:</p>
<p>- baseadas em comunidades;</p>
<p>- organizadas em torno de ecologias de sistemas de informaÃ§Ã£o;</p>
<p>- intensamente baseadas em inovaÃ§Ã£o tecnolÃ³gica produzida dentro dos ambientes das comunidades;</p>
<p>- com modelos de gestÃ£o hÃ­bridos, incorporando e sendo incorporadas por suas comunidades de origem.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>um currÃ­culo universitÃ¡rio Open Source&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Sep 2006 17:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cultura livre]]></category>

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		<description><![CDATA[faz algum tempo que venho pensando em como seriam cursos de programaÃ§Ã£o dentro de universidades que pudessem trabalhar como formato de comunidades open source de desenvolvimento.
serÃ¡ que as dinÃ¢micas inerentes das comunidades de prÃ¡tica teriam efeitos nesse tipo de estudo/aprendizado/desenvolvimento?
bem, algumas respostas para isso seguem aqui:          [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>faz algum tempo que venho pensando em como seriam cursos de programaÃ§Ã£o dentro de universidades que pudessem trabalhar como formato de comunidades open source de desenvolvimento.</p>
<p>serÃ¡ que as dinÃ¢micas inerentes das comunidades de prÃ¡tica teriam efeitos nesse tipo de estudo/aprendizado/desenvolvimento?</p>
<p>bem, algumas respostas para isso seguem aqui:          <a href="http://topics.developmentgateway.org/elearning/arabic/rc/ItemDetail.do?itemId=1072182" title="Artigo" target="_blank">How does an open source curriculum development community become a real, sustainable, entity?</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>as artes da metareciclagem</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/09/07/as-artes-da-metareciclagem/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Sep 2006 15:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[estÃ©tica]]></category>

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		<description><![CDATA[faz algum tempo que hÃ¡ um nÃºmero maior de pessoas que tÃªm se tornado interessadas em conceitos estÃ©ticos relacionados a metaReciclagem. acho isso positivamente saudÃ¡vel, pois realmente Ã© um debate que deve crescer e que precisa de maiores experimentaÃ§Ãµes que permitam uma conceituaÃ§Ã£o do que se estÃ¡ fazendo&#8230;
nÃ£o sou uma das pessoas mais adequadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>faz algum tempo que hÃ¡ um nÃºmero maior de pessoas que tÃªm se tornado interessadas em conceitos estÃ©ticos relacionados a metaReciclagem. acho isso positivamente saudÃ¡vel, pois realmente Ã© um debate que deve crescer e que precisa de maiores experimentaÃ§Ãµes que permitam uma conceituaÃ§Ã£o do que se estÃ¡ fazendo&#8230;</p>
<p>nÃ£o sou uma das pessoas mais adequadas para falar de arte, mas vamos lÃ¡&#8230; como eu vejo isso?</p>
<p>a experimentaÃ§Ã£o, seja da forma como for, faz parte da caracterÃ­sitica do espÃ­rito humano ligado Ã  curiosidade.Â  o desejo de manipular a informaÃ§Ã£o, que nÃ£o passa de algo ligado a forma, de reconstruir novos fluxos de comunicaÃ§Ã£o, de trabalhar os meios de expressÃ£o, faz parte desse processo de se reconhecer no prÃ³prio processo criativo.</p>
<p>dessa forma, criar Ã© se construir, antes de mais nada. Ã© pensar em sua prÃ³pria forma, na sua maneira de encarar o mundo. isso, de certa forma, Ã© algo subjetivo. logo, depende da pessoa ou do grupo de pessoas, da cultura dessa pessoa e o grupo de pessoas.</p>
<p>metaReciclagem tem uma origem na cultura da Internet. na cultura dos blogs, na cultura da linkania, na cultura da colaboraÃ§Ã£o, na cultura e na Ã©tica hacker, por excelÃªncia. somos formados dentro de um pensamento e de um movimento que pratica uma outra forma de viver e encarar o mundo. mas, essa forma tambÃ©m Ã© subjetiva. hÃ¡ alguns que praticam mudanÃ§as interiores antes de executarem as exteriores, outros, praticam mudanÃ§as exteriores e ainda assim estÃ£o imersos em formas tradicionais de se relacionarem com o mundo, com as pessoas e com o planeta.</p>
<p>cada qual tem o seu tempo, cada qual tem sua percepÃ§Ã£o.</p>
<p>eu vejo que estamos numa fase de entendermos as possibilidades de manipulaÃ§Ã£o da forma, da informaÃ§Ã£o, da constituiÃ§Ã£o da mÃ¡quina em relaÃ§Ã£o a novas formas de construÃ§Ã£o da prÃ³pria mÃ¡quina. isso exige de cada um mudanÃ§as. sejam elas de percepÃ§Ã£o, sejam elas de prÃ¡tica. alguns tem a lente de observar as tendÃªncias, outros tÃªm a lente de projetar tendÃªncias, outros observam os movimentos&#8230; eu acredito numa construÃ§Ã£o prÃ¡tica, objetiva de possibilidades que possam crescer em nÃ­vel de complexidade. de projetos que busquem sua sustentabilidade e nÃ£o se construam em pura euforia sistÃªmica, que toma conta de nossos esforÃ§os como um vÃ­cio, atropelando processos, atropelando pessoas em detrimento de uma pretensa vanguarda cultural inexistente. a Ãºnica vanguarda em que acredito Ã© a vanguarda do ser, onde ele se supera continuamento em detrimento de seus vÃ­cios interiores.Â  o resto, sÃ£o rÃ³tulos sociais que permitem a criaÃ§Ã£o de grupos, de conselhos e de homologaÃ§Ã£o coletiva de prÃ¡ticas antigas e viciadas nos mesmos processos de sustentabilidade.</p>
<p>antes de mais nada, o metaReciclaeiro, ou o artesÃ£o das Tecnologias, deve ser livre. livre interiormente. cabe a cada um julgar o que essa liberdade representa, mas falo de algo maior do que independÃªncia financeira&#8230;</p>
<p>enfim, pensemos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Arquitetura para o movimento de evoluÃ§Ã£o consciente de sistemas sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2006 01:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[FuÃ§ando num dos sites interessantes que recebo quase todos os dias dos aliados, achei um esquema bem interessante que propÃµe alguns nÃ­veis estruturais para uma efetiva evoluÃ§Ã£o consciente do espÃ­rito atravÃ©s de sistemas sociais.
Tenho me interessado um tanto por essas questÃµes e procurando observar como as questÃµes das comunidades de prÃ¡tica e das tecnologias sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FuÃ§ando num dos sites interessantes que recebo quase todos os dias dos aliados, achei um <a target="_blank" href="http://www.evolutionarynexus.org/node/56" title="EsquemÃ¡tico da evoluÃ§Ã£o consciente de sistemas sociais">esquema</a> bem interessante que propÃµe alguns nÃ­veis estruturais para uma efetiva evoluÃ§Ã£o consciente do espÃ­rito atravÃ©s de sistemas sociais.</p>
<p>Tenho me interessado um tanto por essas questÃµes e procurando observar como as questÃµes das comunidades de prÃ¡tica e das tecnologias sociais podem impactar nessa forma de relacionamento com o espiritual. A questÃ£o Ã© maior do que meras estruturas, evidentemente.</p>
<p>A questÃ£o Ã© que talvez estejamos criando condiÃ§Ãµes estruturais sistÃªmicas que permitam um maior aprofundamento no eu e, por consequÃªncia, podem permitir o avanÃ§o conceitual em torno de uma maior participaÃ§Ã£o em comunidades e de uma maior reflexÃ£o pessoal.</p>
<p>Isso tudo Ã© hipÃ³tese, pois basta a consciÃªncia para a evoluÃ§Ã£o. Mas, talvez estejamos desenvolvendo tecnologias que possam auxiliar na compreensÃ£o de que nÃ£o precisamos de tecnologias para a evoluÃ§Ã£o espiritual&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>blogar ou nÃ£o blogar?</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/09/05/blogar-ou-nao-blogar/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2006 01:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[essa tem sido uma questÃ£o de difÃ­cil resposta e motivaÃ§Ã£o nos Ãºltimos tempos.
jÃ¡ montei e recebi montado diversos blogs ao longo dos Ãºltimos anos, mas nenhum acabando indo para frente. questionei motivaÃ§Ãµes pessoais, falta de disciplina, falta de interesse, falta de tempo, entre tantos outros argumentos&#8230;
Â Bem, lendo um texto que o ffÂ me passou sobre um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>essa tem sido uma questÃ£o de difÃ­cil resposta e motivaÃ§Ã£o nos Ãºltimos tempos.</p>
<p>jÃ¡ montei e recebi montado diversos blogs ao longo dos Ãºltimos anos, mas nenhum acabando indo para frente. questionei motivaÃ§Ãµes pessoais, falta de disciplina, falta de interesse, falta de tempo, entre tantos outros argumentos&#8230;</p>
<p>Â Bem, lendo um texto que o <a target="_blank" href="blogs.metareciclagem.org/fff" title="Blog do Felipe Fonseca">ff</a>Â me passou sobre um antigo aliado, o <a target="_blank" href="http://emergic.org/archives/indi/004393.php" title="Why and How I blog...">RajeshÂ </a>que explica as suas razÃµes de blogar, comeÃ§o a entender que talvez esteja faltando para mim uma compreensÃ£o mais profunda do prÃ³prio processo do blog. Enfim, vejo que isso Ã© essencialmente uma questÃ£o experimental e conceitual. No entanto, a Ãºnica forma de responder Ã© atravÃ©s da prÃ³pria vivÃªncia dos blogs&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Patenteando o ensino Ã  distÃ¢ncia&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Aug 2006 21:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[HÃ¡ posturas da indÃºstria de software que parecem inacreditÃ¡veis do ponto de vista de um mundo baseado nos modelos de negÃ³cios da Web 2.0. Por exemplo, na coluna do Jaime Balbino na Dicas-L, ele traz uma histÃ³ria da BlackBoard que patenteou prÃ¡ticas (nÃ£o apenas cÃ³digo) relacionadas a sistemas de informaÃ§Ã£o que usam tendÃªncias mundialmente desenvolvidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>HÃ¡ posturas da indÃºstria de software que parecem inacreditÃ¡veis do ponto de vista de um mundo baseado nos modelos de negÃ³cios da Web 2.0. Por exemplo, na coluna do <a target="_blank" href="http://www.dicas-l.com.br/educacao_tecnologia/educacao_tecnologia_20060830.php" title="Patentearam o ensino Ã  distÃ¢ncia...">Jaime Balbino </a>na Dicas-L, ele traz uma histÃ³ria da BlackBoard que patenteou prÃ¡ticas (nÃ£o apenas cÃ³digo) relacionadas a sistemas de informaÃ§Ã£o que usam tendÃªncias mundialmente desenvolvidas de EAD. Atraso ou desespero? Desespero, pois as prÃ¡ticas pertencem as comunidades, as tendÃªncias sÃ£o coletivamente mapeadas, identificadas&#8230; Para algumas instituiÃ§Ãµes, confrontar seu modelo de negÃ³cios Ã© um peso, pois a prÃ³pria organizaÃ§Ã£o nÃ£o cria condiÃ§Ãµes de adaptaÃ§Ã£o ao modelo onde os dados e nÃ£o software Ã© o que mais importa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hello world!</title>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/08/22/hello-world/</link>
		<comments>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/08/22/hello-world/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2006 01:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dmartins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Welcome to blogs.metareciclagem.org. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Welcome to <a href="http://blogs.metareciclagem.org/">blogs.metareciclagem.org</a>. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.metareciclagem.org/dmartins/2006/08/22/hello-world/feed/</wfw:commentRss>
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