das diversas formas de ser…
metáfora e metareciclagem sempre foram para mim uma experiência de ser no mundo. uma forma de agir, de me relacionar, de buscar entender meu papel, meus grupos, minhas interfaces e como a rede poderia servir como reorientador dos fluxos e processos de aprendizagem…
confesso que ainda sou aprendiz. passei os últimos 4 anos da minha vida num intenso processo de viabilizar idéias, de acreditar em projetos, de imaginar que poderÃamos fazer tudo o que pensássemos. as coisas não foram bem assim e, confesso, a realidade tem sido muito melhor do que a utopia.
coisas concretas vêm acontecendo, as pessoas dessas redes se espalharam por diversos projetos e sua ação continua hacker. há uma identidade, tênue e frágil, mas há uma identidade que costura muitas de nossas ações e nos coloca em posições estratégicas na vida.
articulamos o movimento dentro do processo e a metodologia dentro do movimento e o processo dentro da sintése… e a coisa caminha…
num passado recente, acreditamos que uma articulação forçada teria a possibilida de captar e sintonizar a sinergia necessária para fazer a rede caminhar. a rede não caminha assim. a colaboração não acontece em torno da viabilidade. a colaboração é. ela é muito mais dependente de processos subjetivos do que de máquinas e servidores. processos subjetivos têm seu tempo de acontecer.
estamos aprendendo e certamente ainda passaremos muito tempo aprendendo a respeitar esse tempo.