<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="WordPress/2.5.1" -->
<rss version="0.92">
<channel>
	<title>...cyrano disse,</title>
	<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano</link>
	<description>numa excursÃ£o Ã  lua e outras fantasias.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Aug 2007 13:07:31 +0000</lastBuildDate>
	<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
	<language>en</language>
	
	<item>
		<title>Mudei.</title>
		<description><![CDATA[Migrei de volta.
http://cyranodisse.blogspot.com
&#8220;adeus&#8221;. :)
]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/08/mudei/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Curioso.</title>
		<description><![CDATA[Nunca tinha reparado que as palavras &#8220;poder&#8221; e &#8220;podre&#8221; eram tÃ£o prÃ³ximas.
]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/06/curioso/</link>
			</item>
	<item>
		<title>As Cidades e os sÃ¡bios 2.</title>
		<description><![CDATA[Jasmine, a cidade-cometa, Ã© famosa por sua intensa produÃ§Ã£o artÃ­stica, metafÃ­sica e cultural. Ã‰ uma cidade dourada de gostos temperados, onde vivem e morrem os maiores sÃ¡bios, pensadores e eruditos do reino. Por isso mesmo, Ã© cercada por altos muros igualmente dourados com seteiros em cima. E do interior de seus muros sÃ£o lanÃ§adas, com [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/06/769/</link>
			</item>
	<item>
		<title>CamÃµes, CamÃµes&#8230;</title>
		<description><![CDATA[Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a
interpretaÃ§Ã£o do seguinte trecho de poema de CamÃµes:
Amor Ã© fogo que arde sem se ver,
Ã© ferida que dÃ³i e nÃ£o se sente,
Ã© um contentamento descontente,
Dor que desatina sem doer.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretaÃ§Ã£o:
Ah! CamÃµes, se vivesses hoje em dia,
Tomavas uns antipirÃ©ticos,
Uns quantos analgÃ©sicos
e [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/06/camoes-camoes/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Homenagem.</title>
		<description><![CDATA[Foi assim que, em poucos instantes, um suave campo de morangos se prolongou ao redor da vida.
]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/06/homenagem/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Lindo. Lindo. Lindo.</title>
		<description><![CDATA[Eu jÃ¡ falei deles aqui nesse blogue, nalgum lugar. Vai de novo, que depois de muito tempo eu revisitei o site e tÃ¡ mais bonito, arrumado, com mais informaÃ§Ãµes. E continua me convencendo de que realmente faz o que diz. Isso Ã© o mais lindo de tudo.
GuaranÃ¡ Power pras pessoas! :)

InformaÃ§Ãµes
A FundaÃ§Ã£o Poder Ã© a [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/06/lindo-lindo-lindo/</link>
			</item>
	<item>
		<title>De novo.</title>
		<description><![CDATA[Postar a mesma coisa de novo nÃ£o Ã©, necessariamente, postar a mesma coisa de novo. Estou pronto pra outra, venha, vamos repetir: recomecemos.
Escrever a n, n-1, escrever por intermÃ©dio de slogans: FaÃ§a rizoma e nunca raiz, nunca plante! NÃ£o semeie, pique! NÃ£o seja nem uno nem mÃºltiplo, seja multiplicidade! FaÃ§a a linha e nunca o [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/de-novo/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Com que espÃ­rito comereis?</title>
		<description><![CDATA[Tokusan, o famoso erudito do Kongo Kyo, ouviu falar, um dia, num mestre que todo o mundo reputava muito grande: mestre Ryutan (literalmente: &#8220;O DragÃ£o do Lago&#8221;). Julgando-se invencÃ­vel no conhecimento do Kongo Kyo e, por esse motivo, havendo-se na conta de pessoa de grandÃ­ssimo valor, Tokusan experimentou o desejo de encontrar esse homem, mais [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/com-que-espirito-comereis/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Polir a telha.</title>
		<description><![CDATA[Baso estava em zazen quando o mestre lhe perguntou:
&#8211; Que estÃ¡s fazendo?
&#8211; Estou fazendo zazen.
&#8211; Que idÃ©ia! E por que fazes zazen?
&#8211; Quero tornar-me Buda.
O mestre tirou uma telha do telhado e pÃ´s-se a poli-la.
Baso, entÃ£o, perguntou:
&#8211; Mestre, que idÃ©ia Ã© essa? Que estais fazendo? Por que polis a telha?
&#8211; Quero tornÃ¡-la um espelho!
&#8211; Mas&#8230; [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/polir-a-telha/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Quente, muito quente.</title>
		<description><![CDATA[Tanzan, celebÃ©rrimo mestre zen, dirigia um enterro segundo o ritual. Diante do ataÃºde, com um tiÃ§Ã£o inflamado, traÃ§ou um triÃ¢ngulo no espaÃ§o; todos os assistentes esperavam as maravilhosas palavras de costume, mas a boca do mestre permaneceu hermeticamente fechada.
EntÃ£o, ao passo que os assistentes cravavam os olhos nos raios do sol poente, que, caindo diretamente, [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/quente-muito-quente/</link>
			</item>
	<item>
		<title>SilÃªncio total.</title>
		<description><![CDATA[Num templozinho perdido na montanha, quatro monges faziam zazen. Tinham decidido realizar uma sesshin no silÃªncio absoluto.
Na primeira noite, durante o zazen, a vela se extinguiu, mergulhando o dojo na mais profunda escuridÃ£o.
O mais moÃ§o dos monges disse a meia voz:
&#8211; A vela se apagou!
O segundo respondeu:
&#8211; NÃ£o deves falar. Esta Ã© uma sesshin de [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/silencio-total/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O rosto no barril.</title>
		<description><![CDATA[No JapÃ£o antigo, um fabricante de saquÃª tinha uma mulher muito ciumenta.
Um dia, quando o marido enchia os barris, a mulher foi contemplar a superfÃ­cie do lÃ­quido, polida como um espelho. Podia avistar nela o prÃ³prio rosto, mas, arrebatada pelo ciÃºme, pensou:
&#8220;Ora, essa! Meu marido esconde uma mulher no barril!&#8221;
E saiu dali correndo para ir [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/o-rosto-no-barril/</link>
			</item>
	<item>
		<title>NÃ£o fugir.</title>
		<description><![CDATA[Sariputra, o grande discÃ­pulo do Buda, estava sentado em zazen, Ã  beira de um lago. Um sem-nÃºmero de peixes saltava Ã  tona da Ã¡gua. Sariputra mudou de lugar e instalou-se num sÃ­tio mais retirado. Mas o canto dos pÃ¡ssaros estorvava-lhe o zazen. Os pensamentos afluÃ­am, erguiam-se as ilusÃµes&#8230; Como os pÃ¡ssaros e os peixes o [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/nao-fugir/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A cenoura.</title>
		<description><![CDATA[Antigamente, no JapÃ£o, na moagem do trigo, os lavradores utilizavam cavalos para fazer girar a mÃ³. IncansÃ¡veis,Â  os cavalos passavam o dia inteiro dando voltas, querendo pegar uma cenoura pendurada diante de seu focinho; entretanto, sÃ³ ao cair da noite conseguiam eles comer a cenoura.
Essa Ã© exatamente a imagem da nossa civilizaÃ§Ã£o!
]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/a-cenoura/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Ãgua pura, Ã¡gua suja.</title>
		<description><![CDATA[Outra histÃ³ria da China antiga.
Certo imperador pergunta a Kyoyu:
&#8211; Sois um grandÃ­ssimo homem, e desejo entregar-vos a transmissÃ£o do meu impÃ©rio. VÃ³s o aceitais?
Muito descontente, Kyoyu respondeu apenas:
&#8211; Essas palavras sujaram minhas orelhas.
E partiu para ir lavar as orelhas no rio mais prÃ³ximo.
&#8211; Hoje &#8212; disse ele &#8211;, ouvi palavras sujas.
Seu amigo, que conduzia uma [...]]]></description>
		<link>http://blogs.metareciclagem.org/cyrano/2007/05/agua-pura-agua-suja/</link>
			</item>
</channel>
</rss>
