n55.
Um grupo de loucos que constrói coisas malucas.
Públicas, todas elas.



Arte pública:
http://www.n55.dk
Um grupo de loucos que constrói coisas malucas.
Públicas, todas elas.



Arte pública:
http://www.n55.dk
Pessoas como a Maria e Mariana, uruguaias e moradoras do bairro, encontraram no clube um espaço de acolhimento, amizade, além de produtos para suprir suas necessidades . Maria oferece aulas de espanhol em troca de alimentos ou roupas , e, Mariana , produtora de alfajores mmm são deliciosos! troca aulas de espanhol com Ana que produz as etiquetas para que ela os comercialize no mercado formal. Selmar cria galinhas e troca ovos da “galinha feliz” por objetos de arte , roupas e outros alimentos. Paulo edita livros e produz umas camisetas bem legais. Ele tem interesse por alimentos como grãos e pão que a Bernadete e a Dona Eva Nair produzem. Teresa, arte educadora, produtora de geléias e chocalhos, trocou com Naida, fisioterapeuta, um lindo quadro por uma sessão de massagem. Maria Luiza trocou pão pelas roupas usadas e em bom estado de Ana. Nilza oferece velas por alimentos e roupas. Claudia dá aulas de geografia em troca de alimentos, temperos , geléias, empadinhas produzidas por Selma e Amanda. Cris trouxe panos de pratos feitos a mão assim como roupas e sapatos em bom estado e os trocou por alimentos e artesanatos. Felipe oferece o serviço de gravação de vinil para cd por aulas de inglês e alimentos. Fernando , pode dar aulas de fÃsica ou matemática. Ele tem ótimos vinis e deseja trocar pelas granolas de Naida e utensÃlios para sua casa. E João oferece porta-incensos e livros em troca de alimentos e outros livros… e assim seguem as trocas…
– pequeno relato de um clube de trocas da região norte de porto alegre, enviado à lista redesolidaria@yahoogrupos.com.br (rede de economia solidária).
Perdão pelo trocadilho, mas é inevitável:
Ducaralho! (a grife daspu, agora online…)
Tirado do alfarrábio (linq taà do lado…):
Taà um belo *case* de mkt. Saiu na coluna do Elio Gaspari do último domingo:
Uma nova grife
As moças que batalham à noite nos arredores da praça Tiradentes, no Rio, tiveram a ajuda de uma ONG escandinava para montar uma pequena confecção onde costurassem suas roupas de trabalho. A grife das moças vai se chamar Daspu.
Sacada melhor que essa não poderia haver…
O que é Permacultura?
Em poucas palavras, Permacultura é uma sÃntese das práticas agrÃcolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular à s descobertas da ciência moderna, proporciona o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
0 projeto permacultural envolve o planejamento, a implantação e a manutenção conscientes de ecossistemas produtivos que tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Ele resulta na integração harmoniosa entre as pessoas e a paisagem, provendo alimentação, energia e habitação, entre outras necessidades materiais e não-materiais, de forma sustentável.
A palavra PERMACULTURA ainda não existe nos dicionários brasileiros. Ela foi inventada por Bill Mollison para descrever essa transformação, da agricultura convencional em uma Permanente agricultura.
Como campo de trabalho, a Permacultura é uma carreira reconhecida internacionalmente, em várias instituições de ensino superior. Apesar disso, não é um campo de “especialização” e, sim, de “generalização”. 0 permacultor utiliza conhecimentos de muitas áreas para fazer sua análise e tomar suas decisões.
Deu eco do MetaCafé dentro da caverna do Tupi (no sentido não-bÃblico do termo).
Daà que via-ele encontrei um irmão do bar: o Blogbar. Tendi muita coisa não, mas desconfio. Bora apropriar!
Daniel Pádua escreveu: O legal seria criar uma rede entre bares médios, que tem aquela clientela mais ou menos constante, ou seja, que já possuem algum embrião de comunidade. Interligar essas comunidades é que seria um avanço em termos de sociedade…
– E a revolução? Já começou?
– Dizem que sim. Mas não passa na tv.
Dalton, do metareciclagem, escreveu isso daqui:
bom, mas, como poderÃamos fazer isso em outros campos? como poderÃamos extrapolar o modelo ligado a tecnologia? evidentemente que não tenho essa resposta, mas sinto dentro de mim alguns passos que poderiam ser tentados… vejo que o primeiro ponto é vc. ter profundo tesão por algo que faça sentido para si. seja lá o que for, culinária, tecnologia digital, arquitetura, cinema, medicina, etc. a partir disso, perceber como vc. pode praticar isso junto com as pessoas, o que passa por perceber como simplificar essa prática, como ser mais simples, como não precisar de grandes orçamentos, como colocar poesia em tudo isso, como tornar aquela prática algo que seja belo, profundo e que permita ser o tecido social de interação entre as pessoas. ao praticar isso, outros vêm chegando sem que vc. precise chamar, pois as sincronicidades se potencializam, o campo está aberto convidando um tanto de outras pessoas. daà pra frente, cada história é uma história….
Valeu, cara! MetaCafé ano que vem não falha! :)
Justa Trama: uma roupa pra vestir consciência.
No dia 22 de outubro (sábado), a partir das 14h no Espaço Criança Esperança da Comunidade Cantagalo, o Brasil conhecerá a nova confecção de roupas Justa Trama, produzida pela Cadeia Produtiva Solidária do Algodão Ecológico, que é o resultado da luta, da capacidade de organização e do sonho de aproximadamente 700 trabalhadores e trabalhadoras de diversas regiões do Brasil. A atividade de lançamento contará com exposição de produtos, mesa de debates e um desfile.
Quem comprar um produto Justa Trama, também estará contribuindo para a construção de um novo modelo de economia, embasado em valores da autogestão, da solidariedade e da inclusão. Estará levando uma roupa inteiramente produzida de forma coletiva, agroecológica – feita com o emprego de técnicas de conservação do solo e da água e de controle de pragas com produtos naturais inofensivos aos/à s trabalhadores/as – é isento de qualquer produto quÃmico sintético, radicalmente diferente da produção convencional.
Tá procurando o projeto metacafé? O endereço dele é esse aqui, ó: http://metacafe.wikispaces.com
MetaCafé é um projeto de lanchonete financeiramente sustentável, funcionando baseada em Economia Solidária. (http://www.fbes.org.br). Pode ser um espaço novo ainda a ser criado, pode ser um profundo processo de reciclagem de cafeterias, restaurantes, lanchonetes ou botecos já existentes, ou quem sabe um balcão itinerante em eventos temporários. Mas também pode ser outras coisas que ainda não imaginamos.
Apresentação:
Um pequeno espaço de uma lanchonete, propÃcio para conversas e cafezinhos rápidos durante todo o dia; espaço ideal, como muitos outros, para divulgar e experimentar dinâmicas colaborativas: de produção de conhecimento e de bens e serviços, de planejamento de ações, de atividades e criações culturais. A Economia Solidária, movimento cada dia mais consistente que se reapropria das relações econômicas passando ao largo do racionalismo calculista, servirá como rede de fornecedores para a cafeteria. De artesanato a empadinhas de queijo, tudo estará envolvido em propostas de produção autogestionada, igualitária e justa, propondo discussões a respeito das hierarquias existentes nas relações de produção e sua pretensa inevitabilidade. Cada suco de laranja conterá em si os princÃpios do movimento, e exposições podem ser organizadas regularmente. Além disso, as dinâmicas de produção presentes na Economia Solidária se integram a outros movimentos como o do Software Livre, cuja base de desenvolvimento e crescimento está no trabalho voluntário de uma multidão de interessados no mundo todo. Uma infinidade de programas e equipamentos sendo elaborados a partir de tecnologias pretensamente obsoletas, sucatas, ou mesmo de equipamentos novos; metareciclagem de usos e técnicas, transformação de tecnologias para uso livre e comunitário. Reapropriação contÃnua e abertura irrestrita dos códigos-fonte dos programas, seus genes originários. Um blogue que registre o dia-a-dia e a experiência do MetaCafe como possibilidade de replicação. Eis algo da essência da cultura hacker. Economia Solidária também discute isso: técnicas de produção, uso de matérias-primas, a livre circulação de informações para uma inovação contÃnua e colaborativa da economia e das relações que a envolvem. A feira, o mercado, o espaço comum de exposição+troca+conversas é o lar dessa cultura. Um mercado diferente, de voz e relações humanas — incoerentes, irracionais, cheias de emoções e sentidos. Algo que o pequeno espaço dessa cafeteria poderia se tornar.
1. A Catedral e o Bazar
Linux é subversivo. Quem pensaria mesmo há cinco anos atrás que um sistema operacional de classe mundial poderia surgir como que por mágica pelo tempo livre de milhares de colaboradores espalhados por todo o planeta, conectado somente pelos tênues cordões da Internet?
Uns caras disseram, em 99, que “mercados são conversações”. E que sua voz é humana, inconfundÃvel.
Abriram, lá no nordeste, o Mercado Virtual Solidário do Nordeste (MVSN). Ele “visa possibilitar a sobrevivência auto-sustentada de milhares de cooperativas, micro e pequenas empresas agroindustriais, industriais e comerciais das regiões metropolitanas e do Interior dos Estados nordestinos”. Lá, a Maria Uiara, da comunidade do Grande Bom Jardim em Fortaleza, vende seus brincos de R$1,20 a unidade; e Antônio Gomes da Silva (seu Totonho), do MunicÃpio de Mauriti, no Cariri, fabricante de violinos e violoncelos, a R$ 500,00 cada. Produtores de variados tipos, suas histórias, e um portal de comércio eletrônico com voz humana.
Esses caras estão clamando por algo tão distante assim?
Little Room (The White Stripes)
When you’re in your little room
And you’re working on something good
Boy, if it’s really good
You’re gonna need a bigger roomWhen you’re in your bigger room
You might not know what to do
You might have to think of how you got started
Sitting in your little room
Em volta da mesa
Longe do quintal
A vida começa
No ponto final
Eles têm certeza
Do bem e do mal
Falam com franqueza
Do bem e do mal
Crêem na existência do bem e do mal
O florão da América
O bem e o mal
Só dizem o que dizem
O bem e o mal
Alegres ou tristes
São todos felizes durante o Natal
O bem e o mal
Têm medo da maçã
A sombra do arvoredo
O dia de amanhã
Eis que eles sabem o dia de amanhã
Eles sempre falam num dia de amanhã
Eles têm cuidado com o dia de amanhã
Eles cantam os hinos no dia de amanhã
Eles tomam bonde no dia de amanhã
Eles amam os filhos no dia de amanhã
Tomam táxi no dia de amanhã
É que eles têm medo do dia de amanhã
Eles aconselham o dia de amanhã
Eles desde já querem ter guardado
Todo o seu passado no dia de amanhã
Não preferem São Paulo, nem o Rio de Janeiro
Apenas tem medo de morrer sem dinheiro
Eles choram sábados pelo ano inteiro
E há só um galo em cada galinheiro
E mais vale aquele que acorda cedo
E farinha pouca, meu pirão primeiro
E na mesma boca senti o mesmo beijo
E não há amor como o primeiro amor
Como primeiro amor
Que é puro e verdadeiro
E não há segredo
E a vida é assim mesmo
E pior a emenda que o soneto
Está sempre à esquerda a porta do banheiro
E certa gente se conhece no cheiro
Em volta da mesa
Longe da maçã
Durante o Natal
Eles guardam dinheiro
O bem e o mal
Muita gente, em ingreis, fazendo algo que quero ver na nossa lÃngua-mater.
http://www.badcorp.org, “Pare de financiar sua própria opressão”.
Podem reclamar o quanto quiserem: os caras não tiram as informações que reúnem ali do nada.
Então, você quer nos processar?
Sério?
Poxa, que pena.
Bom, apenas pense nisto;
Seu processo vai dar à BadCorp uma enorme exposição na mÃdia.
Somado a isso, uma arena para falar sobre todas as coisas horrÃveis feitas pela empresa que você representa.
E lembre-se, você não é capaz de calar as pessoas.
E em breve, quando essa era de dominação corporativa tiver acabado, advogados como você serão cobertos de graxa e penas por serem nada mais que peões corporativos.
Talvez seja hora de considerar uma nova carreira.
Eu sei de um maravilhoso sÃtio web que poderia aproveitar sua ajuda.
Apropriação é a palavra da vez, num tô falando?
Dica: cê sabe ler em inglês? então visita a sessão strategy e lê os dois textos que tão lá.
GUARANà POWER é um refrigerante energético produzido por uma cooperativa de cultivadores de guaraná em Maués, na Amazônia brasileira, em colaboração com o Power Foundation. Os cooperados se organizaram em resposta às atividades das corporações multinacionais Xxxxx e XxxxxXx, um cartel cujo monopólio na compra de matéria-prima levou o preço do guaraná a cair 80%, enquanto o custo dos produtos ao consumidor aumentam.
GUARANà POWER usa marcas globais e suas estratégias como matéria-prima para uma reação econômica ao mesmo tempo que procura resgatar o uso original da planta do guaraná dos Maués como uma poderosa bebida natural, e não apenas um sÃmbolo.
GUARANà POWER contém guaraná Maué original para energia e empoderamento.
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