beleza, tô descarregando as fotos aqui, eh que o acesso a internet ainda é meio punk, eu tenho que ir perto do ajuntamento pra pegar wifi emprestado dos caras, mas beleza, vamos colocar uns repetidores, assim que arrumarmos um jeito reciclado de fazer isso.
enfim, o lance é que oMosaico é meio que pra resumir o modelo todo, tipo, partes diferentes que formam uma parte de uma outra parte.
tipo MetaCafé pode ser uma das atividades do bioCentro.
Tem umas imagens e figuras, é que o lance ainda não tá conectado no 666 (www), tentamos mas muita coisa no fÃsico pra fazer, daà o virtual acaba sendo fator secundário, mas a Teia ajudou a cadastrar no FISL o projeto, vão vê.
A primeira parte do projeto foi a “ocupação” temporária de grutas, divulgação e reconhecimento de biopontos ativos, pois existem muitos biopontos sem um biocentro, talvez seja também a estrutura do seu contexto um bioponto. depois das grutas fomos para a praia, a “playa nueva”, um espaço destruÃdo pela especulação imobiliária, nos últimos 6 meses destruÃram 30 casas e 90% das famÃlias que viviam nessa playa se foi, alegaram o cumprimento da lei de costas, falavam que as casas estavam muito perto do mar, derrubaram e com a proposta de levar para um albergue os moradores derrubaram suas casas, o albergue não estará finalizado antes de 2008, nesse contexto chegamos, viralmente Bioconectores iniciaram a falar e divulgar uma idéia, come-flor e punks em torno de fogueira iniciaram a trabalhar, cozinha comunitária, saunas de lua cheia e outras atividades iniciam a mostrar um novo contexto, bioCentro Playa Nueva, inicia a tomar consciência de si mesmo.
Migramos conectando mais agentes BioConectores até centros urbanos, onde turistas escutaram nossa música, nos deram seu dinheiro e seus ouvidos para o magnetismo do convite, sociedade alternativa no eterno agora, ao final de Angelo Debare a Brecht foi possÃvel levantar uma grana e comprar comida pro BioCentro da comunidade El Pinar, a 1400 metros acima do nivel do mar, mais ou menos, tinhamos um organograma por cumprir.
Atividades anteriormente iniciadas, padaria comunitária, ainda submetida a pequenas oligarquias virtuais, como coágulos de indivudualização no contexto do bioponto, tentam subverter a idéia de produzir comum para uso comum, em um centro de amadurecimento do potencial de consumo individual, idéia totalmente contraditória com a proposta inicial, mas estamos superando e estudando soluções.
Já na casa do Ema, um outro BioCentro em processo de criação, fazemos os jantares comunitários, jam sessions e cineclub.
Através da iniciativa de outros agentes, os “BioDinamizadores”, que não são BioConectores, mas possibilitam os bioPontos de  acessarem atividades junto com a parte simpatizante da sociedade, foi possÃvel fazer uma semana de intercâmbio em bioConstrução agrihorta, um processo que tenho minha visão contrária pessoal, mas que porta consigo muitos pontos positivos.
Agora estou no outro lado da ilha, numa pensão, convidando turistas simpatizantes para algumas atividades, infectando células que reproduzirão em outros focos e contextos esse mesmo movimento. precisamos agora realmente de documentar melhor esse processo, para poder divulgar de uma forma mais concisa.
espero ajuda.