Curioso.
Nunca tinha reparado que as palavras “poder” e “podre” eram tão próximas.
Jasmine, a cidade-cometa, é famosa por sua intensa produção artÃstica, metafÃsica e cultural. É uma cidade dourada de gostos temperados, onde vivem e morrem os maiores sábios, pensadores e eruditos do reino. Por isso mesmo, é cercada por altos muros igualmente dourados com seteiros em cima. E do interior de seus muros são lançadas, com precisão espantosa, novas sabedorias artes esculturas livros peças de teatro pelos céus afora, cruzando os ares do reino até se apagarem suavemente na linha do horizonte.
Ouve-se durante a viagem, ainda de longe, o vibrante burburinho das ruas de Jasmine, a cidade-mar. Vencendo a última curva vê-se, como uma imensa lagoa, sua feira de barracas de muitas cores, profetas saltimbancos, negociantes, músicas de gosto duvidoso e beberagens ainda mais. Seus fortes odores, tão coloridos quanto o resto, vestem as cabeças das pessoas e os panos ondulantes das barracas. Vista de longe é como um mar que se move lentamente, com suas ondas se quebrando nas beiradas das ruas. Mais adiante, com opulência, uma grande nau dourada flutua à deriva sobre esse oceano de gente.
Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a
interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
Dor que desatina sem doer.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação:
Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
Tomavas uns antipiréticos,
Uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
Consultavas a Internet
E descobririas que essas dores que sentias,
Esses calores que te abrasavam,
Essas mudanças de humor repentinas,
Esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
Mas somente falta de sexo!
Ganhou nota dez. Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era falta de mulher…
Roubei do abandonado dicionário do Zé.
Foi assim que, em poucos instantes, um suave campo de morangos se prolongou ao redor da vida.
Eu já falei deles aqui nesse blogue, nalgum lugar. Vai de novo, que depois de muito tempo eu revisitei o site e tá mais bonito, arrumado, com mais informações. E continua me convencendo de que realmente faz o que diz. Isso é o mais lindo de tudo.
Guaraná Power pras pessoas! :)
Informações
A Fundação Poder é a empresa produzindo o refrigerante Guaraná Power.
Sua equipe atual consiste em:
Bjørnstjerne Christiansen, Rasmus Nielsen and Mikael Schustin.Metas
Quando produz mercadorias, a economia é basicamente dividida em três campos:
1. Produção de matéria-prima.
2. Manufatura da matéria-prima em mercadorias e venda para lojas.
3. Distribuição e venda da mercadoria ao consumidor.A maior parte dos ganhos cai em dois campos:
Manufatura e Distribuição.
Já que os produtores de matéria-prima raramente dominam esses campos, eles ficam com a menor parte do ganho econômico.
Os produtores estão frequentemente em paÃses em desenvolvimento e de baixa renda, com opções limitadas para mudar essa divisão devido à falta de fundos e leis restritas de patente e direitos autorais.
A Fundação Power busca mudar essas divisões e formulou algumas ações para atingir essa meta:
- Desenvolver meios de produção onde os produtores de matéria-prima (ex.: frutas, feijão, madeira, etc.) — principalmente de paÃses em desenvolvimento — terão crescente influência na manufatura de matéria-prima e na distribuição.
- Produzir e distribuir produtos Guaraná Power e produtos relacionados ao Guaraná Power.
Que doido. E tem uma entrevista bacana, também.
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