…cyrano disse,

25.01

Resumo: Rizoma.

Filed under: academialivre, aliados, ativismo, metareciclagem, micropolítica — cyrano @ 14:26

Resumamos os principais caracteres de um rizoma: diferentemente das árvores ou de suas raízes, o rizoma conecta um ponto qualquer com outro ponto qualquer e cada um de seus traços não remete necessariamente a traços de mesma natureza; ele põe em jogo regime de signos muito diferentes, inclusive estados de não-signos. O rizoma não se deixa reconduzir nem ao uno nem ao múltiplo. Ele não é o Uno que se torna dois, nem mesmo que se tornaria diretamente três, quatro ou cinco etc. ele não é um múltiplo que deriva do Uno, nem ao qual o Uno se acrescentaria (n+1). Ele não é feito de unidades, mas de dimensões, ou antes de direções movediças. Ele não tem começo nem fim, mas sempre um meio pelo qual ele cresce e transborda. Ele constitui multiplicidades lineares a n dimensões, sem sujeito nem objeto, exibíveis num plano de consistência e do qual o Uno é sempre subtraído (n-1). Uma tal multiplicidade não varia suas dimensões sem mudar de natureza nela mesma e se metamorfosear. Oposto a uma estrutura, que se define por um conjunto de pontos e posições, por correlações binárias entre estes pontos e relações biunívocas entre estas posições, o rizoma é feito somente de linhas: linhas de segmentaridade, de estratificação, como dimensões, mas também linha de fuga ou de desterritorialização como dimensão máxima segundo a qual, em seguindo-a, a  multiplicidade se metamorfoseia, mudado de natureza. Não se deve confundir tais linhas ou lineamentos como linhagens de tipo arborescente, que são somente ligações localizáveis entre pontos e posições. Oposto à árvore, o rizoma não é objeto de reprodução: nem reprodução externa como árvore-imagem, nem reprodução interna como a estrutura-árvore. O rizoma procede por variação, expansão, conquista, captura, picada. Oposto ao grafismo, ao desenho ou à fotografia, oposto aos decalques, o rizoma se refere a um mapa que deve ser produzido, construído, sempre desmontável, conectável, reversível, modificável, com múltiplas entradas e saídas, com suas linhas de fuga. São os decalques que é preciso referir aos mapas e não o inverso. Contra os sistemas centrados (e mesmo policentrados), de comunicação hierárquica e ligações preestabelecidas, o rizoma, é um sistema a-centrado não hierárquico e não significante, sem General, sem memória organizadora ou autômato central, unicamente definido por uma circulação de estados. O que está em questão no rizoma é uma relação com a sexualidade, mas também com o animal, com o vegetal, com o mundo, com a política, com o livro, com as coisas da natureza e do artifício, relação totalmente diferente da relação arborescente: todo tipo de “devires”.

Um rizoma é feito de platôs. Um platô está sempre no meio, nem inicio nem fim. Gregory Bateson serve-se da palavra “platô” para designar algo muito especial: uma região contínua de intensidade, vibrando sobre ela mesma, e que se desenvolve evitando toda orientação sobre um ponto culminante ou em direção a uma finalidade exterior. Chamamos “platô” toda multiplicidade conectável com outras hastes subterrâneas superficiais de maneira a formar e estender um rizoma. “As coisas que vêm ao espírito se apresentam não por sua raiz, mas por um ponto qualquer situado em se meio. Tentem então retê-las, tentem então reter um pedaço de erva que começa a crescer somente no meio da haste e manter-se ao lado”.(Kafka) Nunca fazer raiz, nem plantar, se bem que seja difícil não recair nos velhos procedimentos. Por que é tão difícil? É desde logo uma questão de semiótica perceptiva. Não é fácil perceber as coisas pelo meio, e não de cima para baixo, da esquerda para direita ou inversamente: tentem e verão que tudo muda. Não é fácil ver a erva nas coisas e nas palavras (Nietzsche dizia da mesma maneira que um aforismo devia ser “ruminado”, e jamais um platô e separável das vacas que o povoam e que são também as nuvens do céu).

Escreve-se a história, mas ela sempre foi escrita do ponto de vista dos sedentários, e em nome de um aparelho unitário de Estado, pelo menos possível, inclusive quando se falava sobre nômades. O que falta é uma Nomadologia, o contrário de uma história.

Escrever a n, n-1, escrever por intermédio de slogans: Faça rizoma e nunca raiz, nunca plante! Não semeie, pique! Não seja nem uno nem múltiplo, seja multiplicidade! Faça a linha e nunca o ponto! A velocidade transforma o ponto em linha! Seja rápido, mesmo parado! Linha de chance, jogo de cintura, linha de fuga. Nunca suscite um General em você! Nunca idéias justas, justo uma idéia (Godard). Tenha idéias curtas. Faça mapas, nunca fotos nem desenhos. Um rizoma não começa nem conclui, ele se encontra sempre no meio, entre as coisas, inter-ser, intermezzo. A árvore é filiação, mas o rizoma é aliança, unicamente aliança. A árvore impõe o verbo “ser”, mas o rizoma tem como tecido a conjunção “e…e…e…” Há nessa conjunção força suficiente para sacudir e desenraizar o verbo ser. Para onde vai você? De onde você vem? Aonde quer chegar? São questões inúteis. Fazer tabula rasa, partir ou repartir de zero, buscar um começo, ou um fundamento, implicam uma falsa concepção da viagem e do movimento (metódico, pedagógico, iniciático, simbólico…). Kleist, Lenz ou Büchnar têm outra maneira de viajar e também de se mover, partir do meio, pelo meio, entrar e sair, não começar nem terminar. É que o meio não é uma média; ao contrário, é o lugar onde as coisas adquirem velocidade. Entre as coisas não designa uma correlação localizável que vai de uma para outra e reciprocamente, mas uma direção perpendicular, um movimento transversal que as carrega uma e outra, riacho sem inicio nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio.

19.01

Pirando na kombi.

Filed under: ativismo, humor, metareciclagem, micropolítica — cyrano @ 19:23

Diz o Bailux que a Téia disse:

… então, estou assumindo meu pensamento_prática nômade de (re)invenção cotidiana, construindo um caminho que pra mim é essencialmente perambulante, até que encontre esse caminho e possa participar de seu crescimento ou pelo menos viver nele….enquanto isso não acontece, quero  ter a  viagem de um “vagão_kombi_veraneio” seguindo uma estrada para poder desenvolver esse laboratorio em lugares e situações diversas, desde coretos paulistas até sertões e rios espalhados mundo a fora….e nesse laboratório entre máquinas multimidia e gentes, tem teatro_musica_dança e afins…e como ficar sem a horta é muito dificil, tô pensando em adaptar um teto verde nesse vagão móvel….sei q essa estrutura onírica_cigana é meio viagem….mas em encanta…fazer a tv_radio livre assim, com programação e educação à bordo, é….quase toda minha existência!

enquanto bricolar é de graça, lá vamos nois
téia

Isso tem a ver com BricoLab. Que surgiu meio com algumas iniciativas rolando em Belo Horizonte, desmuiconjuntadas num fusuê chamado Estilingue.

Bicicletando.

Filed under: academialivre, aliados, ativismo, denuncia, metareciclagem — cyrano @ 19:14

Tirei do Salada Rebelde, notícias bem interessantes:

Notícias da estrada :

“Estamos atravessando o Paraguay. Aqui o agronegócio impera como no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e como o latifundio expulsou os agricutores dos campos brasileiros para as cidades, os expulsou tambem para este País.

Muitos brasileros vieram para estas terras atraídos pelas falsas propagandas das terras paradisíacas para a agricultura. Os brasileiros vieram servir de mão-de-obra barata e necessária para o agronegócio devastar estas terras, e quando as terras foram desbravadas, estão hoje sendo também sendo expulsos, tanto ´para as cidades do próprio Paraguay, quanto para o Brasil.

Muitas famílias que estão voltando, ou querendo voltar para o Brasil, não têm perspectivas seguras, nem aqui e nem no Brasil, não tem como se incluir no mercado de trabalho cada vez mais excludente e nem nas terras que não necessita mais de seu trabalho, porque o agro negócio só trabalha com máquinas e venenos. Não há mais trabalhadores no campo e, nem do Brasil e nem do Paraguai.

Para se livrar das ervas daninhas, no campo hoje se usa o veneno da Monsanto e para plantar passar veneno e colher, se usa as máquinas. Hoje, a Opção de muitos está sendo voltar para o Brasil direto para os ocupações da MST. Está ocorrendo uma fuga em massa os acamentos, muitos deles nas beiras de estradas e BRs.

Passamos por muitos acampamentos onde encontramos até 80% dos ocupantes era recém chegados do Paraguai, e pessoas que moravam neste País ( Paraguai) bá mais de trita anos. Agora não tem como se encaixar na realidade brasileira que nã seja pelas ocupações, aventurando ganhar um pedacinho de terra”.

CICLOVIDA

Fotos direto do Paraguai:
http://projetociclovida.blogspot.com/2007/01/fotos-de-paran-e-paraguai.html

Toda festa tem banquete (um manifesto metacafezeiro).

Filed under: metacafe, micropolítica — cyrano @ 15:42

Nosso desejo é comer junto. Autofagia coletiva.

No dia de festa movimentos de ocupação entram em prédios dominados pelos ratos e fazem o que (de) bem entendem. E banqueteam. No coletivo de mídia independente e no encontro dos assentamentos sem-terra e num bar qualquer e na casa de alguéns, gente cozinha idéias. Os lugares são muitos e poucos e isolados e centrais. Todo fogão aglutina.

Precisamos de mais fogões. De mais cruzamentos entre temperos. De cozinha à nossa moda. Precisamos desaprender que lugar de comer é na mesa – ora, falemos delas como um cão. Não temos compromissos e mais é mais, definitivamente. “Mais lugares”, não “mais dinheiro”, imbecis. Um lugar de comer é sempre nosso lugar. Nós que sabemos quem somos, e nos reconhecemos enquanto tal. Nossa voz se confunde. Podemos abrir cabeças, crânios, computadores e outras verborragias. Podemos brigar entre nós mesmos usando suas armas de luxo – nossas sucatas. Os lugares estão em lugar-nenhum – lanchonetes e restaurantes incluídos. Subir em cadeiras e panfletar contra-indústrias é perfeitamente possível. Mas nós não podemos fazer isso em sua cozinha; não é educado, não é mesmo?

Não nos dão escolha: “vocês não precisam optar por outra sociedade”… Pois bem. MetaCafé vai invadir um bar, destruí-lo, e banquetear sobre suas ruínas.

E sim: nossos limites vão além da sua compreensão.

Eu sei que precisa melhorar. mas preciso digerir como.

Que anda acontecendo?

Filed under: aliados, metacafe, metareciclagem, micropolítica — cyrano @ 15:22

MetaCafé é uma proposta que tem a ver com comida e ativismo. Na verdade, é comida + ativismo. Desejamos criar espaços locais e temporários de ocupação pública que se tornam possíveis, basicamente, aproveitando-se da atividade comercial relacionada a alimentos, e do fluxo de pessoas, cheiros e organismos que ficam circulando por ali (que também usam, como desculpa, os alimentos). Chamamos-lhes aliados.
A idéia pode ser colada em lanchonetes já existentes, em eventos, em ocupações ou sabe-se lá mais o quê. Mas, um aviso: se isso for feito ela irá, inevitavelmente, infectá-los.
E tudo isso tem a ver com bricolagem, que tem a ver com metareciclagem, que tem a ver com cultura livre, que tem a ver com economia solidária, que tem a ver com copyleft, que tem a ver com colaboração, linkania, trabalho em rede, e no fundo no fundo eu penso mesmo é nas rádios livres que são uma bosta mas são legais.

É nóis no barco. Estamos basicamente certos.
******

O mais importante é abrir espaço — escancarar, melhor dizendo. E isso só se faz – fazendo.

12.01

Bendito mal-humor.

Filed under: academialivre, aliados, humor, micropolítica — cyrano @ 0:01

Tirei do Zé:

Groucho Marxismo

Bob Black e seus preconceitos que eu adoro!!

Pleno emprego?

“Uma ameaça, não uma promessa”.

Socialistas?

“Cordeiros em pele de lobo.”

Lazer?

“Trabalho pelo qual o chefe não te paga.”

Arte?

“Um substituto cada vez mais inadequado para sexo.”

Civilização?

“A doença de pele da biosfera.”

A direita?

“Torta.”

A esquerda?

Um zero à esquerda.”

(su)Real.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 0:00

Fui conhecer hoje um possível professor de francês, legítimo da terra mater. E era mesmo — loiro, olhos claros, almofadinha e com um topete inesquecível. Fomos com o Zé (personal empata-foda, encomende o seu, eu recomendo!), e íamos tomar cerveja. “Vou junto”, falou o folgado (o francês, não o Zé).

Fomos tomando cerveja e a assuntação brotando. Um amigos que compra(!) e restaura(!!) castelos(!!!). Outro que pega carona em cargueiros megalomaníacos de Fortaleza até Cabo Verde (essa eu vou conferir pessoalmente). Descobrimos que o almofadinha já viajou pra Espanha, Itália, Senegal, Cabo Verde, Grécia, Marrocos, e só não tem mais porque não perguntamos. Tudo na base do euro? Não, da cara-de-pau mesmo. Me deu muito o que pensar, e mais ainda o que imaginar. Acampamento, contatos, amigodoamigodoamigo, uscambau. Ele, em algum país da África (acho que Senegal) foi comprar um tambor e começou a chorar desconto com o vendedor, cuja loja era em casa, durante mais de uma hora. Cansado, foi convidado para almoçar na casa do cara. De tarde, mais negociação. Ervas. Bebida. Bá, ficou tarde, janta aqui mesmo. Mais algumas bodadas, mais negociação, mais ervas. Às duas da manhã o almofadinha saiu da casa do vendedor, tendo comprado o tambor por um precinho completamente simbólico.

Tem outras histórias, que nem quando ele arrumou uma casa pra ficar em Porto Seguro por três semanas. Mas não quero ter pesadelos, então deixa essa pra lá.

Viagens malucas ficaram tão tão tangíveis…

Ah, e o nome do almofadinha é Edward. A namorada chama Fabiana, e danei a conversar de metareciclagem com ela. Uma tarde deliciosa, em suma.

11.01

Agenda.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 13:48

brasil 35, cj 03. uma vila. subir a escada, porta à direita.
segunda. 11h.

10.01

Veio a calhar!

Filed under: academialivre, aliados, metareciclagem — cyrano @ 2:15

Digo isso porque acabei de postar outro post, sobre umas decepções com esse mundinho copyright

Bom, vamoquevamo . Fragmento de um post no metacomunix, blogue do Hdhd:

Uma genealogia dos direitos de propriedade do autor

Miguel Caetano traduziu uma parte do artigo COPYRIGHT, COPYLEFT AND THE CREATIVE ANTI-COMMONS, de Anna Nimus; ‘O texto explica bem de que forma é que esse termo foi sendo arquitectado ao longo dos três últimos séculos por entidades (empresas da indústria cultural, advogados e políticos euro-americanos) com a pretensão de defenderem os autores, sem que estes, contudo, tivessem uma palavra a dizer. Nesse sentido, é uma construção histórica e artificial que acompanha a ascensão do capitalismo, tendo servido de sustentáculo legal para a sua expansão global. Na medida em que a propriedade intelectual abrange hoje em dia copyrights/direitos de autor, patentes e marcas registadas, acho que esta ilusão está na raíz de grande parte dos problemas ambientais, económicos, sociais e culturais.’

O autor nem sempre existiu…

Leia mais.

E ó:

Caros leitores do Remixtures.com:

Tal como prometi, após o passado domingo ter publicado a tradução para português da primeira parte do ensaio “Copyright, Copyleft and the Creative Anti-Commons” assinado por Anna Nimus (AKA Joanne Richardson e Dmytri Kleiner), continuo esta semana com a tradução da segunda parte, onde o(a)(s) autor(a)(s) elaboram uma crítica demolidora do conceito de propriedade intelectual e do mito do génio criativo, comparando o processo de privatização das ideias ocorrido ao longo do século XVIII com o processo de vedação (enclosures) das terras comuns que quase ao mesmo tempo privou os camponeses do seu meio de subsistência até então. No próximo domingo publicarei aqui a terceira parte.

A segunda parte do texto está aqui.

7.01

Vivendo num mundo copyright. (era: rá, moleque!)

Filed under: ativismo, metareciclagem, micropolítica — cyrano @ 15:51

Agora vai, ó que bunitão que ficou…

Uai, cadê a imagem?!

Pois é, mixou. Eu bolei a idéia vendo uma imagem de uma camisa, em um portal que vende camisetas (caro, aliás). Fui falar com o dono da imagem, e…

MetaCafé bateu de frente com a mesquinharia. Segue a conversa:

Opa! Moçada, Hitlodeu* trabalha aí? A mensagem é pra ele.

Hitô, cê fez há tempos atrás uma estampa que foi parar no camiseteria.com. Fui lá, peguei a imagem e fiz uma logo com ela, para um projeto chamado MetaCafé.

linq pra logo:

http://blablablalba

linq pro projeto:

http://metacafe.wikispaces.com

Queria conversar contigo sobre o uso da imagem. Me manda um email?

valeu.

Ao que o figura respondeu…

Cyrano,

sinceramente, não libero o uso não. Acho que não custa nada você se esforcar e criar um logo original para o seu projeto. É um projeto interessante até e merecia um pouco mais originalidade. Além do mais o direito de uso dessa imagem é do camiseteria e tenho certeza de que eles não gostariam da idéia.

Fora que, cá entre nós, não faz sentido usar um desenho de chá com um logo de café…

Abraço,

Hitlodeu

Ô rapaz, cê tá é precisando tomar um chá de cultura copyleft. Urgente.

* Hitlodeu é nome fictício, já que o cara pediu pra eu tirar o dele.

Melhor foi esse outro email que acabei de ver, de uma tal de “Ana”, com o assunto “RECADIM”:

A bela xícara que vocês usam como a logo é um belo plágio!

(linq)

PILANTRAS sempre acham isso bonito…

faltou cérebro e ética.

uma hora a vida “abençoa” vocês de alguma forma..nem sempre o mundo é dos espertos-sem-noção..

E melhor ainda foi a minha resposta:

fala, ana.

A logo foi um experimento, só isso. Não a usei em momento algum e conversei com o dono da imagem, apresentando a idéia do projeto, mas mesmo assim ele não aprovou o uso. Nós, então, tiramos a imagem do ar e obviamente não iremos usá-la em lugar algum. Simples assim.

Agora, faltou cérebro foi pra ti, que não quis procurar saber se tínhamos entrado em contato com o autor da imagem e já resolveu agredir, aproveitando sua virtualidade. Duvido que você seria assim, tão mal educada, pessoalmente. Ou melhor, espero que não seja.

Quanto à ética, nós somos adeptos da cultura livre, da ética copyleft que move a Economia Solidária, o movimento do software livre que criou o Linux, e de artistas como Gilberto Gil, e estamos convencidos de que ela está muito mais de acordo com os ideais de república e democracia do que o conceito, confuso e vago, de “direito autoral reservado”.

Economize seus xingamentos para quem os mereça. Nosso trabalho é sério e nossa ética também.

Gostaria, por último, de te lembrar que não é direito de ninguém fazer agressões gratuitas.

Cyrano

ps: só por curiosidade, você também mandou um email assim, nesse tom, para o autor da imagem, perguntando se ele pediu autorização à Nintendo para usar uma de suas marcas registradas? Ou ele, por algum motivo misterioso, não é nem “pilantra” nem “esperto-sem-noção”?

6.01

Experimentações no Estilingue.

Filed under: aliados, ativismo, metareciclagem — cyrano @ 10:20

+++ Sempre a partir das 15 hrs +++

== Na sobreloja 35 do Ed. Maletta ==

08 / Segunda. -

Corre doação

Vamos botar o Estilingue pra funcionar!

09 / Terça. -

Dia de instalação

Yes, nós temos internet!

E Gnu/Linux também!

10 / Quarta. -

Oficina tela preta

ou o que fazer no /bin/bash…

11 / Quinta. -

Imagens: Cartão Postal, fotografia, câmera

Entradas e saídas do computador

12 / Sexta. -

Oficina de Introdução ao Pure Data
E na Semana Seguinte =>> Cibersalão BH <<=

mais informações em: http://www.midiatatica.org/cibersalao

Powered by WordPress

FireStats icon Produzido pelo FireStats