Blá blás.
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O fato é que em geral as pessoas querem se achar tão “livres” que acham que não atuam dentro da lógica preexistente da cultura polÃtica (por exemplo: chegar atrasado nas reuniões…), e se eximem de inventar outros dispositivos ou de investigar as inovações/descobertas que emergem por aÃ. Remoendo sempre o mesmo Marx, o mesmo Gramsci, o mesmo Lukács… sem nem mesmo tentar ler esses caras de um jeito diferente. E sempre querem enquadrar as inovações no puÃdo marxismo-leninismo ou mesmo republicanismo banalizado, para aliviar sua angústia… (Vamos ficar angustiados então! Assumindo a perplexidade, quem sabe não se descobre algo diferente?)
Quanto mais envelheço (ou “cresço”, não sei que verbo usar) imagino que a vida tem um segredo engraçado. Nós todos poderÃamos, com tranqüilidade, sermos bem mais ousados e irresponsáveis do que supomos. As penalidades, na maioria das vezes, não passam de ameaças ocas.
Interessado/a? O Coletivo RadiolaLivre reune-se todas as quintas-feiras no ComuniCA (CA do Curso de Comunicação Social), às 17h30, pontualmente. O ComuniCA está situado no terceiro andar do prédio da FAFICH, no Campus da UFMG e está permantemente aberto às pessoas que queiram conhecer o radiotranse, se sintam concernidas e assumam a ação.
Retirei esses trechos de uma conversa que está rolando no Centro de MÃdia Independente, aqui.