…cyrano disse,

28.10

Filed under: aforismos — cyrano @ 10:58

482.

Dizendo mais um vez. — Opiniões públicas - indolências privadas.

Humano, Demasiado Humano.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 10:48

Fiquei com vontade de dizer pois é. De falar e ouvir você; ocupar meu olhar com luas grandes e verdes e brilhudas. Assim, bem grandão mesmo de não conseguir focar a ponta do nariz. De orelha a orelha. E no meio um beijo, pra então pensar: pois é. Estou carente de deduções, de ditos inscrustados em desperdícios noite afora. E estou menininho, com saudades de você. Pois é.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 10:47

Não sou nada, mas estou muitas coisas.

9.10

Filed under: aforismos, micropolítica — cyrano @ 21:43

271.

A arte de raciocinar. — O maior progresso feito pelo homem foi aprender a raciocinar corretamente. Isso não é coisa tão natural como supõe Schopenhauer, ao dizer que “capazes de raciocinar são todos, de julgar, poucos”; mas foi algo aprendido tardiamente, e que até hoje não predomina. Nos tempos antigos a regra era o falso raciocínio: e as mitologias de todos os povos, sua magia e superstição, seus cultos religiosos, seu direito, são as inesgotáveis jazidas de tal afirmação.

Humano, demasiado humano. Nietzsche

Hmm.

Filed under: ativismo, metareciclagem — cyrano @ 21:41

…E, aqui na rede, um mais um será sempre muito mais do que dois.

(fragmento do artigo “Palavras Livres“, publicado originalmente na Nova-e)

3.10

Créditos.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 11:03

Acabaram de me cobrar os créditos pela foto que usei na primeira versão do blogue. taí o link, a fotógrafa chama Rachel Rique e não sei nada a respeito dela.

bora!

2.10

Insisto.

Filed under: micropolítica — cyrano @ 16:19

É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.

Ternura, de Vinícius de Moraes.

1.10

Filed under: micropolítica — cyrano @ 15:53

no fim das contas todo homem é um oceano: de idéias não tidas, desejos feito sonhos, aspirações fantasias e motivos… pralguma coisa qualquer.

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