Archive for January, 2007

BricoLab_por Teia

Thursday, January 18th, 2007

… então, estou assumindo meu pensamento_prática nômade de (re)invenção cotidiana, construindo um caminho que pra mim é essencialmente perambulante, até que encontre esse caminho e possa participar de seu crescimento ou pelo menos viver nele….enquanto isso não acontece, quero  ter a  viagem de um “vagão_kombi_veraneio” seguindo uma estrada para poder desenvolver esse laboratorio em lugares e situações diversas, desde coretos paulistas até sertões e rios espalhados mundo a fora….e nesse laboratório entre máquinas multimidia e gentes, tem teatro_musica_dança e afins…e como ficar sem a horta é muito dificil, tô pensando em adaptar um teto verde nesse vagão móvel….sei q essa estrutura onírica_cigana é meio viagem….mas em encanta…fazer a tv_radio livre assim, com programação e educação à bordo, é….quase toda minha existência!

enquanto bricolar é de graça, lá vamos nois
téia

Ciclo Gambiarra: por FelipeFonseca

Thursday, January 18th, 2007

Ciclo Gambiarra é meu assunto da vez;

metacartaz1.jpg

A idéia, resumida:

* Duas residências artísticas;
* Uma série de palestras e/ou debates, talvez uma
por semana durante três semanas;
* Encontrão intergaláctico de MetaReciclagem;
* Uma publicação.

Onde? Sampa. Contatos estabelecidos com
o SESC e com o espaço Arte e Cidadania, na
Santa Cecília.

Grana? Um projeto inscrito no Rumos do Itaú
Cultural, uma articulação com a embaixada
da Holanda e orações para que as pessoas
queiram doar uma graninha pra ajudar no
transporte dos que moram longe.

Quando? Querendo fazer em Abril.

As residências viriam de projetos inscritos,
debatidos na lista e decididos por quem
assumir responsas no Ciclo.

A publicação precisaria de 1 editor(a).
Eu me candidato porque sou dispersivo,
e justo por isso acho que não cumpriria
bem o papel. Penso no Bica, no Stalker,
no Miguel Caetano, mas tudo isso depende
do que rolar.

As palestras e debates não podem ser
as mesmas de sempre. Tem que polarizar,
pegar pessoas que não concordam 100%
com a MetaReciclagem, pessoas com
quem tivemos desentendimentos, pra
tentar construir novas coisas. Etienne
é um desses. Rosas tá escrevendo um
livro sobre Gambiarra. Marcelo do CMI
deve ter críticas que vale a pena a gente
ouvir. Ou não? E claro, os aliados aqui
que têm um trampo relevante. Lelex,
virias? Hdhd, Stalker, Téia, quem mais?

Pro encontrão intergaláctico, pode ser
que rolem presenças gringas. O Waag
já sinalizou que toparia mandar 1 da Índia
e 1 da Holanda (mas eu acho que era
mais interessante o cara do Ascii do que
alguém do Waag). A tati tinha comentado
que um inglês do a2rt tinha se interessado
em vir. Se pans durante o encontrão fazer
o cibersalão.sampa, com o tema “tecnologia
apropriada”, que tá prometido mas parado.
Tem os gringos contato do Holandês esse
que eu tô conversando também. Ele falou
que pode tentar trazer o Jaromil pra cá.

Que mais? Idéias?

Segue o baile…


FelipeFonseca

revendo metareciclagem na minha vida…por fff to list.

Tuesday, January 16th, 2007

Queridxs

Talvez 1 ou outrx tenha percebido que eu ando meio quieto nessa lista.
Tem motivo, mas ainda não entendi o suficiente pra poder explicar.
Esse email é pra tentar começar essa conversa.

Há alguns anos, existiu uma coisa chamada projeto Metá:Fora. Foi uma
bela experiência coletiva ou uma grande ilusão (tem diferença?) ou
ainda uma coleção de egotrips que se tocavam em um ou outro ponto, e
entendam isso como um elogio e uma crítica. Durou mais ou menos um
ano, e foi um tempo muito criativo. Uma época de questões genuínas e
profundas. Uma das coisas que surgiu na época foi a MetaReciclagem,
que aparecia como uma resposta para algumas daquelas questões.

Essa resposta foi uma mistura de criação coletiva, intuição e uma
certa teimosia de algumas pessoas. Pessoalmente, foi uma resposta que
me deu algumas certezas, atrás das quais eu e algumas pessoas passamos
a batalhar. Nessas certezas, compramos briga, marcamos espaço, nos
aproximamos e demos rasteiras em projetos de inclusão digital,
projetos da academia, projetos de governos. Influenciamos uma pá de
coisa, criamos coisas que ninguém imaginava serem possíveis. Eu,
pessoalmente, dei umas boas voltas por aí com base na convicção
naquela resposta (que por sua vez embutia algumas perguntas
interessantes e talvez por isso tenha ecoado um pouco).

Aí veio a plataforma Waag/Sarai. Se alguém quiser eu conto em
detalhes, mas meu blog já tem muito da evolução do questionamento que
eles possibilitaram. Em resumo máximo: queriam um projeto de um centro
de mídia pra intercâmbio sul-sul. Simultaneamente, vinha a comprensão
por algumas pessoas mais atuantes na MetaReciclagem de que o projeto
não era exatamente um grupo, mas uma maneira de fazer as coisas, de
ver a tecnologia, de recriar o alcance da tal da máquina. Aí dissemos
pra eles: não queremos centro, queremos uma metodologia
descentralizada de ocupação de espaços. E, de alguma forma, rolou de
entender isso no próprio processo de discussões sobre o que apresentar
lá.

Foi nessa época que tomou força de verdade a onda de metodologia
descentralizada, de esporos, de replicação autônoma. Já era uma
idealização anterior, mas nessa época pareceu que era verdade. E a
partir disso as coisas começaram a crescer. Ruiz e Tati fizeram o
esporo no IP, apareceu o Ian, o Regis, e depois mais e mais gente.
Começamos a ajudar na elaboração e implementação de projetos como os
Pontos de Cultura, algumas redes de telecentros, as Casas Brasil, o
GESAC. Sempre indiretamente, mais como influência conceitual do que
parceria. E coisas começaram a acontecer. O nome MetaReciclagem passou
a ser adotado pra definir um monte de coisas. Até como uma grife que
qualifica alguns projetos nem tão interessantes assim. Um doido
apresentou MetaReciclagem no Senado sem nem a gente ser avisado. Aí já
viu, começou uma onda de querer limitar de algum jeito. Acho que é
dessa época que apareceu a idéia de definir alguns princípios do que
seria a MetaReciclagem. Em que casos ela pode ser aplicada, qual a
diferença entre desmontar e remontar um computador e fazer a tal
MetaReciclagem, essas coisas.

Aí é que começa um desvio. Eu, particularmente, gostaria que qualquer
pessoa pudesse chamar o que faz de MetaReciclagem, desde que:
trabalhasse com a desconstrução de tecnologia; se baseasse em software
livre para chegar à idéia de conhecimento livre; compartilhasse na
infralógica metarecicleira tudo o que aprendesse e documentasse. E
aqui mora a história toda. Eu passei a ser o chato que, antes de
querer saber o que é feito em cada lugar, fica insistindo pra galera
avisar na lista, colocar no wiki, criar um blogue, na esperança de
criar uma movimentação online que ao menos equivalha à movimentação
presencial que rola em torno da idéia de MetaReciclagem. E não rolou.
Porque talvez a diferença da MetaReciclagem não seja só isso. Não seja
só desconstrução técnica + ação em rede. E a pergunta, o que
diferencia a mera reciclagem da MetaReciclagem, deve ter outra
resposta do que a que eu imaginava, se é que tem.

Só que tem aquela coisa: talvez porque eu falo tanto na lista, talvez
porque eu não me coço muito antes de chamar a mim mesmo
metarecicleiro, começou uma coisa meio estranha: minha opinião passou
a pesar muito mais do que deveria. Não existe muita dúvida sobre as
coisas, não existe muita dúvida sobre o que eu falo. E isso deve estar
fundamentalmente errado. Como se, no jogo eterno de definir
coletivamente o que é o próprio jogo, eu tivesse alguma senha secreta
que me dá imunidade. E aí fode tudo. Tá errado.

Nos últimos meses, eu acreditei que me esforçar pra estabelecer um
laboratório de MetaReciclagem em sampa, concentrado na questão de
desconstrução de mídias, contando obviamente com todo o aprendizado
que os vizinhos do estudiolivre.org tiveram nesses últimos anos e
tentando ir além, seria uma maneira de me trazer de volta aos trilhos,
ao interesse, ao tesão pela coisa. Mas acabei percebendo que o que
move não é o laboratório em si, mas o entorno simbólico e emocional do
laboratório. Uma hora eu explico melhor. Mas a história é essa: um
laboratório não pode surgir porque eu quero. Precisa ser uma
movimentação espontânea coletiva, senão vai ser só eu mudar de idéia,
coisa que faço sempre, pra parada descambar. Fora que eu tô com planos
de passar um tempo afastado fisicamente da pátria-mãe, e não vale a
pena começar uma parada pra sair fora em menos de meio ano.

Aí agora, no meu retiro de ano novo, inconscientemente eu decidi
seguir o pádua: vou dar mais voltas por aí, me responsabilizar menos
pela MetaReciclagem. Deixar as coisas acontecerem mais
espontaneamente. Rever minhas prioridades de vida, que estão todas
invertidas. Respirar mais. Me dar o direito de falar merda, de me
equivocar, de ser questionado.

Primeiro passo é delegar a administração da infralógica. Com o tempo,
conseguimos conquistar uma boa estrutura: temos um vserver dentro de
um servidor na Holanda, em um datacenter bem estável. Quem administra
nossa conta lá hoje, por tosco que pareça, sou eu. Me ajudam
ocasionalmente o Fernando, que não costuma ter tempo pra muita coisa
na vida, e a Drica, que trabalha pra caramba e é mãe de gêmexs. Então,
precisamos de ajuda nisso. Urgente. Eu já não estou mais moderando a
lista, nem atualizando os softwares dos sites. Daqui a pouco teremos
problemas com isso.

Mais ainda, precisamos de ajuda na articulação de projetos. Porque a
lista tá legal, tem bastante papo, mas eu tenho visto pouco vqv,
poucas idéias novas, pouca articulação pra ocupação de espaços. Pouca
criatividade até, de uma certa forma. E não pretendo fazer nada a
respeito. Que a MetaReciclagem se agite, se for pra agitar, ou que
vire uma lista de curiosidades e aparelhinhos, se for esse o destino
dela. Eu vou ficar ali no canto, fazendo a minha MetaReciclagem, que
não pode nem deve ser A MetaReciclagem geral.

Digo: tem algumas coisinhas que são o que eu vou chamar de
MetaReciclagem. Conto com a ajuda de todo mundo que quiser. Mas a
MetaReciclagem também é um monte de outras coisas, e isso vai virar
ação em rede se as pessoas que o fazem quiserem também contribuir, não
só se apropriar de um nome coletivo que ganhou força, situação cômoda
demais pra alguém se chamar metarecicleirx.

Em suma, tô levantando questões aqui na minha mente. De novo.

Alguém pensa por aqui?


FelipeFonseca

O Yscambau do Estilingue

Thursday, January 11th, 2007

O Estilingue, como “plataforma de interface”, quer facilitar
processos de aprendizado e inovação tecno-cultural e catalizar a
formação de alianças, redes de solidariedade e de compatilhamento de
conhecimentos e competências. Quer ser apropriado, como instrumento
de ação coletiva, por (e para) pessoas, organizações e redes de
ação, interessadas em transformação social, inovação tecno-cultural
e apropriação democrática da mídia. Disponibiliza um conjunto de
recursos (espaço físico,  ferramentas de comunicação pública  e de
representação jurídica).
Infelizmente, é muito comum que, mesmo em organizações voltadas para
finalidades como estas, apareçam assimetrias de poder que vão sendo
reforçadas com o tempo. Isso acontece porque, freqüentemente, para
executar uma ação, adota-se um modelo linear de coordenação: uns
concebem e decidem (e ficando com os méritos), outros executam (e
recebem a pecha de “meros técnicos”).
Para escapar desse destino, adotamos formas de coordenação de ação
coletiva de tipo não lineares, ou anárquicas, derivadas (até certo
ponto…) do funcionamento das licitações públicas e dos bazares.
Isso, para evitar alguns cacoetes…

Chega de heróis, culpas e panelinhas !
——————————

———

Queremos escapar do “heroísmo”: ocorre muito de alguém se empenhar
   tanto nas atividades coletivas que ele se torna, aos olhos do grupo,
moralmente superior. As opiniões do “mártir” passam a ter peso muito
maior que as dos outros. São acatadas independentemente de serem
efetivamente razoáveis ou bem fundadas, apenas por terem sido
enunciadas pelo “herói”. Quer dizer: o passo seguinte do mártir que
virou herói é tornar-se um déspota. E a organização assume uma
hierarquia rígida.
Desejamos também nos esquivar do “complexo da dívida do militante”,
espécie de versão atéia da velha culpa católica, muito comum em
organizações políticas radicais. Funciona assim: para ficar bem
diante dos companheiros, o militante se incumbe de muitas tarefas,
sacrificando-se; acaba por não executá-las a contento e cobre-se de
vergonha. Para “compensar”  diante dos demais militantes , assume
ainda mais tarefas. Até que desiste, e passa a ser visto como um
traidor (e ameaçado!) pelos que permaneceram dentro da organização.
O grupo fica cada vez menor, com menos capacidade de agir e cada vez
mais paranóico, até acabar.
Há, finalmente um outro ciclo vicioso do qual é preciso fugir. Pode
ser chamado de “comunalização estética”: é comum que as pessoas se
juntem em torno de temas “edificantes”,  que só servem para
disfarçar  o fato de que elas se ligam umas às outras apenas para
não se sentirem sozinhas. Ou seja, a motivação é individualista e
estritamente afetiva. Nessas circunstâncias, alguém que tente
explicitar o caráter cosmético do coletivo ou que proponha que
estabelecer compromissos de longo prazo, pede para ser escanteado ou
   expulso. Castigo merecido para quem ousou “quebrar o encanto” das
adesões apaixonadas e volúveis…
(Note que o mais comum é que os três cacoetes misturem-se!!)

Esticando os elásticos
———————-

Propomo-nos a desencadear as ações do Estilingue a partir de dois
processos não-lineares de coordenação de ações, solidários entre si:
* O planejamento colaborativo (PlanColab) e
* O sistema de trocas de tempos de trabalho (Yscambau).

PLANCOLAB
—————-
É uma reunião regular, aberta aos participantes do Estilingue e do
Yscambau (ou seja: todo mundo que abriu conta no Yscambau).
Ocorre um PlanColab anual para definições de diretrizes estratégicas
globais e PlanColabs bisemanais, para as deliberações táticas e
imediatadas.
No PlanColab, os participantes irão:
1. identificar as demandas coletivas de trabalho do Estilingue
(“¿precisamos do quê?”),
2. qualificá-las (“¿como vamos fazer?”),
3. quantificá-las (‘quantas horas leva-se para fazer isso?”) e
4. distribuí-las através do tempo (“¿quando precisa estar
pronto?”).
Os participantes do PlanColab definirão quantos créditos
(“Ymaginários” ou “ym”) serão destinados para quais atividades. Para
isso, estabelecem os compromissos de cada participante com a
satisfação das demandas coletivas. (Dentre outros, o de sustentar as
necessidades infraestruturais do Estilingue, direta ou indiretamente).

YSCAMBAU
—————

É o sistema de “economia solidária” em que os participantes das
ações do Estilingue trocam tempo de trabalho entre si e como o
próprio Estilingue.  Nele, cada hora de trabalho realizado é
quantificada como 1 ym. Não se faz distinção entre trabalho
“braçal”, “intelectual”, “manual”, “técnico”, “criativo” ou
“repetitivo”: como há, existencialmente, como comparar o valor do
tempo de vida entre uma pessoa e outra, é melhor considerar que as
horas de todos são equivalentes.
Através do Yscambau, cada pessoa ou organização participante poderá
usufruir de serviços oferecidos pelo Estilingue e por outros
participantes. Basta que ela ofereça e realize serviços ao
Estilingue (conforme as demandas formuladas pelo PlanColab) ou por
outros participantes.
Por princípio, todas as atividades oferecidas pelo Estilingue devem
ser auto-sustentáveis. Por isso, sua fruição exige contrapartidas
dos “consumidores finais”, seja através da doação de dinheiro (em
R$), seja na prestação de serviços, através do Yscambau, pagos em
ym. Trocando tempos podemos dispensar muitas transações em moeda
corrente nacional (que é, para todos nós, escassa!). (Os pagamentos
em dinheiro são, como padrão divididos entre o participante que
oferece o serviço e o Estilingue — mas cabem negociações com o
PlanColab, para casos específicos.)
Ao incorporar-se ao Yscambau, cada participante recebe uma conta que
poderá acessar com sigilo e movimentar à vontade, na qual estarão
registrados os seus créditos. Nesse momento, pode fazer um
empréstimo de até 20,00 ym. Na página web de operação do Yscambau,

“,1] ); //–>    terá acesso aos dados das atividades dos demais partipantes: que
trabalhos oferecem, quais já realizaram, para quem e com qual
avaliação (nota numérica e comentário) de quem os utilizaram. O
participante poderá também publicar uma demanda de serviço, caso não
encontre ninguém habilitado ou disponível.
Obs.: Caso um participante queira sair do Yscambau ou não caso não
movimente sua conta por mais de 60 dias (30 dias renováveis por mais
30, mediante justificativa escrita), deverá devolver o empréstimo
inicial para o sistema ou pagar sua dívida no “equivalente” em reais
(hoje,  fixado em 1,00 ym ~ R$ 20,00)*. Caso o ex-participante, ao
sair do Yscambau, não faça doações** de ym a outros participantes,
seus ym acumulados acima dos 20 (pagamento do empréstimo inicial)
são destruídos.

Ah, é mesmo! O Bazaaaaar!
—————————–

O Estilingue realizará feiras de trocas (sem moeda!) regularmente
para que seus participantes possam se divertir enquanto  resolvem
demandas e sobras de objetos materiais. Damos prioridade para
máquinas meta-recicladas, produtos orgânicos e provenientes de
outros sistemas de economia solidária.

lAPTOP_$100

Thursday, January 11th, 2007

laptop100.jpg

[The industry] should look to connect the next five and a half billion.

Michalis Bletsas, chief connectivity officer, One Laptop Per Child

Leia mais……………………………………………………………………………………….

Bumba_meu_boi

Tuesday, January 9th, 2007

adelson01.JPG

Adelson-Fortalecendo o folclore no Arraial dÁjuda.

link 05.01.007

Friday, January 5th, 2007

discordia.jpg

http://subsolo.no-ip.org/discordia/index2.html 

Futuros imaginários

Wednesday, January 3rd, 2007

imaginary_futures_web.jpg

Richard Barbrook 


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